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sábado, junho 12, 2010

IPC na China surpreende ao passar de 3% em maio

O índice de preços ao consumidor (IPC) na China aumentou 3,1% em maio, perante um ano antes, informou o Departamento Nacional de Estatísticas. A taxa superou aquela de abril, de 2,8%, e também ficou acima da meta do governo, de teto de 3% de inflação anual. Nos primeiros cinco meses do ano, o indicador teve elevação de 2,5%.

Em maio, os preços ao consumidor nas áreas urbanas da China cresceram 2,9% e nas regiões rurais, 3,3%. Os preços dos alimentos, que respondem por quase um terço do IPC, subiram 6,1%.

O porta-voz do departamento de estatísticas, Sheng Laiyun, comentou que a inflação mais marcada se deve à baixa base de comparação com o mesmo intervalo de 2009 e foi influenciada pelo encarecimento dos alimentos. Na avaliação dele, a China tem as bases para manter os preços sob controle neste calendário.

O governo também apontou que o índice de preços ao produtor chinês (IPP) avançou 7,1% em maio, no comparativo com um ano antes. A leitura foi mais expressiva do que a registrada em abril, quando o indicador teve alta de 6,8%, também no confronto anual.

11/06/2010 - Valor Online

Anvisa interdita 500 mil litros de agrotóxicos irregulares da Dow

Produtos tinham datas de fabricação e validade adulteradas e rotulagem inadequada; multa pode chegar a R$ 1,5 milhão.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou mais de 500 mil litros de agrotóxicos irregulares nas fábricas da empresa americana Dow AgroSciences em Franco da Rocha e Jacareí (SP). Inadequações em relação às normas de produção e prazo de validade dos agrotóxicos motivaram a ação.


O caso mais problemático foi do herbicida Tordon, utilizado no cultivo de arroz. A Anvisa constatou que o químico não possuía controle de impureza e sua rotulagem induzia os agricultores ao erro quanto ao seu nível de toxicidade. Além disso, embalagens de 50 litros do agrotóxico estavam vazando, colocando em risco os agricultores que manuseiam o produto.


As irregularidades foram constatadas durante a fiscalização feita nesta semana nas duas fábricas da empresa em São Paulo.


A Anvisa também interditou cerca de 15 mil quilos do agrotóxico Mancozeb 80%NT, que estava sem identificação de lote ou de fabricação. Também foram interditados os produtos 2,4-D técnico, Aminopiralid Técnico e Versene. Nesses casos, os produtos estavam com datas de fabricação e de validade adulteradas. "São irregularidades que não podem ocorrer, pois estamos falando de venenos", afirma Dirceu Barbano, presidente em exercício da Anvisa.


A empresa recebeu cinco autos de infração e terá 90 dias para regularizar a situação. Pode ser multada em até R$ 1,5 milhão.


Em nota, a Dow afirma que "vem trabalhando para esclarecer eventuais aspectos técnicos levantados pela Anvisa" e minimiza os impactos das irregularidades à saúde e ao ambiente. "Os pontos discutidos não comprometem de forma alguma a segurança de nossos colaboradores e usuários nem a efetividade dos produtos. Tampouco acarretam fatores de risco ao meio ambiente", completa.

Andrea Vialli - O Estado de S.Paulo

Aumento da produção de milho nos EUA vai prejudicar exportações brasileiras, afirma ministro

Etanol deve ser o produto com maior dificuldade para entrar no mercado norte-americanoAtualizada às 20h43min

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, afirmou nesta quinta, dia 10, que o aumento da produção de milho nos Estados Unidos vai prejudicar as exportações brasileiras ao país, sobretudo de etanol.

– Já houve consultorias em empresas e os produtores de etanol estão preocupados com o preço do milho nos Estados Unidos – disse, ao participar do programa Bom Dia, Ministro, no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo Miguel Jorge, a “sobra” do etanol brasileiro precisará ser consumida por outro país ou pelo próprio mercado interno – o que pode ter um efeito positivo para o consumidor.

– Embora tenha um efeito negativo para o produtor, que terá menor pagamento pelo seu produto.

AGÊNCIA BRASIL

Cooperativas Paranaenses estudam fusão

Juntas, Cocamar, Corol e Cofercatu têm potencial para gerar faturamento de R$ 3 bilhões

A Cooperativa Agroindustrial Cocamar, de Maringá (PR), aprovou na manhã desta sexta, dia 11, em assembléia geral extraordinária, a realização de estudos de viabilidade para uma fusão com as sociedades paranaenses Corol, de Rolândia, e Cofercatu, de Porecatu.

Segundo o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, o planejamento para uma operação conjunta somente será iniciado depois da conclusão de um estudo para diagnosticar a situação das envolvidas. A análise deve ser apresentada até o início de julho. As fases seguintes da integração devem ser tratadas a partir de agosto em uma nova assembleia.

Para José Fernandes Jardim Júnior, vice-presidente da Cocomar, a fusão também aumentaria o poder de barganha das sociedades cooperativadas, repassando mais vantagens aos associados.

A expectativa é a de que a união tenha potencial para gerar um faturamento de até R$ 3 bilhões em quatro anos. Cocamar e Corol possuem juntas 13 mil cooperados, produzindo soja, milho, trigo, laranja e café. Integradas, formariam o maior parque industrial do cooperativismo na América Latina.

AGÊNCIA SAFRAS

sexta-feira, junho 11, 2010

China estaria cancelando importações de soja do Brasil e Argentina

De acordo com o diário argentino Ámbito Financiero, empresas da China, principal importador mundial de soja, estaria cancelando ou adiando embarques do grão que está disponível em quantidade excessiva no mercado do país asiático. As compras da oleaginosa, realizadas no fim do mês de maio, preencheram na totalidade a capacidade de armazenamento dos portos chineses.

Apesar disso, produtores afirmam que não são esperados novos cancelamentos, ainda que os estoques do ‘gigante asiático’ devam estar ‘a pleno’ até o mês de agosto deste ano.

O periódico destaca que processadoras chinesas cancelaram entre 5 e 8 carregamentos de soja – provenientes de Brasil e Argentina – programados para junho e julho, e adiaram entre 5 e 7 embarques, agendados para agosto, segundo o Centro Nacional de Informações de Grãos e Óleos (CNGOIC sigla em Inglês).

“Isso aconteceu há algumas semanas, e não esperávamos que a situação se agravasse. Há empresas que reduziram as compras de julho e agosto”, disse Eric Zhu, gerente geral da processadora de soja Hanfeng Huayu Co. Ltd. “A situação é de oferta excessiva da commodity, e deve melhorar apenas em agosto” – finalizou.

A China importou 4,37 milhões de toneladas de soja em maio, ante 4,19 milhões de toneladas em abril. O aumento foi de 4,3%, segundo dados oficiais divulgados pela Administração Geral de Alfândegas – órgão do governo chinês.

http://www.centrograos.com.br/site/noticias2007.php?id=1509&mod=1&origem=1&estado=MT
Fonte: Complexo Soja

Governo altera valor do PEP do milho para três regiões de MT

Alteração nos valores atende à reivindicação da Aprosoja, em função do baixo desempenho do leilão realizado no dia 27 de maio

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou os valores dos prêmios para o leilão de escoamento da safra de milho que será realizado na próxima quinta, dia 17, quando serão ofertadas 600 mil toneladas. Para a região 4 (oeste) o valor do Prêmio de Escoamento do Produto (PEP) passou de R$ 4,62 para R$ 5,64. Para a região 6 (sudeste) o valor passou de R$ 2,64 para R$ 3,54. Na região 5 (nordeste) o valor passou de R$ 5,04 para R$ 3,54.

A alteração nos valores atende à reivindicação da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), em função do baixo desempenho do leilão realizado no dia 27 de maio, quando foram comercializadas 411,3 mil toneladas, menos de 70% das 600 mil toneladas ofertadas.

Segundo a Aprosoja, os valores dos prêmios foram insuficientes para assegurar ao agricultor o recebimento do preço mínimo de garantia estabelecido pelo governo federal, de R$ 13,98 por saca de 60 kg. Somente nas regiões norte e centro-norte, que têm como referência os municípios de Sinop e Sorriso, respectivamente, a comercialização atingiu 100% da oferta.

Mesmo com a perspectiva de quebra da safra de milho em Mato Grosso, em virtude da estiagem, a Aprosoja diz que os leilões de PEP são necessários por causa do volume de soja em Mato Grosso que ainda não foi escoado. Glauber Silveira, presidente da Aprosoja, diz que o escoamento do milho será feito de maneira plena somente após a retirada de grande parte da soja.

— Como o Estado tem limitações por conta da infra-estrutura de logística de transporte e armazenagem, o escoamento quase que simultâneo do milho e da soja fica praticamente inviável — disse Silveira.

Na última quarta-feira, Glauber Silveira se reuniu com o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, quando relatou a tranqüilidade com que estão ocorrendo os leilões de milho em Mato Grosso, do ponto de vista legal.
— Diferente do que ocorreu no ano passado, quando foram constatados indícios de irregularidades por parte de algumas empresas, este ano as ofertas públicas estão sendo realizadas sem problemas — avaliou.
Ele afirmou que a Aprosoja e os sindicatos rurais estão acompanhando de perto as operações e não hesitarão em denunciar ao Ministério Público tanto empresas quanto produtores que vierem a tentar burlar as regras.

Agência Estado
Venilson Ferreira

quinta-feira, junho 10, 2010

Commodities agrícolas

Dúvidas no Brasil. Depois de quedas consecutivas, os preços do açúcar registraram alta no pregão de ontem na bolsa de Nova York diante de especulações de que a oferta do Brasil pode ter alguma redução. Os papéis com vencimento em outubro encerraram o pregão a 15,38 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 29 pontos. Segundo a Bloomberg, atacadistas estão formando estoques em antecipação ao aumento da demanda na Índia e no Oriente Médio. Analistas ouvidos pela agência afirmam que é fato que as usinas do Brasil já iniciaram a safra com a cana deixada do ano passado. Mas a questão central é se as metas de moagem serão cumpridas. No mercado interno, a saca de 50 quilos do açúcar cristal fechou em de queda de 0,71%, em R$ 40,51, segundo o Indicador Cepea/Esalq.


Oferta apertada. O sentimento de que a China manterá o ritmo de crescimento econômico impulsionou os mercados na quarta-feira e fez com que os preços do café fechassem em alta pelo segundo dia consecutivo na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em setembro fecharam o pregão de ontem cotados a US$ 1,3605 por libra-peso, alta de 95 pontos em relação ao aos negócios do dia anterior. A expectativa de um ano de oferta apertada e a dificuldade das torrefadoras de encontrarem cafés de boa qualidade também sustentaram a alta, segundo a Dow Jones Newswires. A previsão de uma grande colheita no Brasil, no entanto, ainda limita ganhos maiores no mercado. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq subiu 0,34% ontem para R$ 294,90 por saca.



Otimismo chinês. Os preços do algodão subiram ontem na bolsa de Nova York pelo terceiro dia com as informações de que a demanda das indústrias têxteis chinesas está aumentando com a "onda" das exportações do país. Os contratos com vencimento em outubro encerraram o pregão a 76,75 centavos de dólar a libra-peso, alta de 94 pontos. A valorização começou após notícias de que as exportações da China subiram 50% em maio em relação a maio de 2009. O otimismo econômico está sustentando o algodão e a forte exportação chinesa mostra que a economia mundial inicia uma retomada, disseram analistas à Bloomberg. Em Rondonópolis (MT), a arroba fechou estável em R$ 47,60, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea).

Estoque menor. Os contratos futuros de soja subiram pela primeira vez em quatro sessões na bolsa de Chicago ontem com a especulação de que os estoques vão ficar mais apertados do que o esperado nos EUA. O vencimento agosto fechou em US$ 9,2050 o bushel, alta de 8,25 centavos de dólar. Conforme pesquisa com 28 analistas feita pela Bloomberg, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) deve cortar a previsão de estoques domésticos em mais de 3% no relatório que será divulgado hoje. Além disso, há informações, segundo a Bloomberg, de que a China realizou compras de óleo de soja americano, de cerca, de 100 mil toneladas. No Brasil, a saca da oleaginosa em Sinop (MT) teve leve alta de R$ 28,50 para R$ 28,60, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola (Imea).

Não há armazém para milho safrinha

A intensificação da colheita de milho safrinha a partir da próxima semana pode trazer um problema para produtores: a falta de espaço nos armazéns, que estão lotados. Em Mato Grosso, apesar da quebra de quase 20% estimada pelo Imea, o volume a ser colhido ainda é bastante expressivo, cerca de 8,3 milhões de toneladas de milho. O receio é o de que o Estado enfrente o mesmo problema de 2009, quando a safrinha de milho chegou a ser estocada a céu aberto.

Se por um lado o aumento das exportações da soja abre espaço para a estocagem do milho, o próprio cereal não vem tendo um desempenho positivo nos embarques. Por isso, o mercado continua a apostar nos leilões de apoio à comercialização para escoar o produto e sustentar as cotações semana passada, produtores seguraram o cereal, na expectativa de garantir o preço mínimo pago nos leilões de PEP.

Em Campinas, compradores têm dificuldade em adquirir milho, com mercado pouco ofertado. O movimento de recuperação dos preços começou em maio, com o anúncio do governo sobre a realização de leilões para venda de milho. Com isso, o Indicador Esalq/BM&FBovespa, referência Campinas (SP), subiu 7,4% no mês. A pesquisa, feita pelo Cepea, projeta que na primeira semana de junho já houve ganho de 1,64%, o que diminui a perda anual para 2,2%.

Fonte: O Estado de S.Paulo

terça-feira, junho 08, 2010

Milho: PEP negocia 63% do volume ofertado e PEPRO atinge 85% do total.

O segundo leilão de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) para milho, que aconteceu nesta terça-feira, registrou demanda para 63,14% da oferta, ante 72% no pregão anterior. Foi negociado subsídio para 631,396 mil toneladas das 1 milhão de toneladas ofertadas. O valor total da operação foi de R$ 52,837 milhões, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar das mudanças implementadas pelo governo a pedido dos participantes, com a divisão do Paraná em duas regiões e prêmios distintos, o estado, que no primeiro leilão negociou 100% das 120 mil toneladas ofertadas, desta vez registrou interesse para 48,3% do total ofertado. Em Mato Grosso, em três regiões a demanda ficou abaixo de 8%.

No Paraná, houve deságio sobre o prêmio. Na região 1, que reúne municípios do norte e do oeste, o valor era de R$ 3,72 por saca e fechou a R$ 3,71. Foram negociadas 46 mil toneladas das 80 mil toneladas ofertadas. Nem mesmo a região 2, mais próxima do porto de Paranaguá, registrou demanda total. Apenas 30% das 40 mil toneladas foram comercializadas. O prêmio, de R$ 2,52 por saca, fechou sem alteração.

Em Mato Grosso, a região 1, conhecida como "nortão", negociou as 165 mil toneladas ofertadas com prêmio de R$ 6,33, deságio de 7,45% ante o subsídio inicial de R$ 6,84. Na região 2, de Lucas do Rio Verde e Sorriso, o prêmio para as 115 mil toneladas ofertadas teve desvalorização de 19,71%, de R$ 6,24 por saca para R$ 5,01 por saca. No médio-norte do estado, a região 3 comercializou todo o volume de 70 mil toneladas. No primeiro pregão, pouco mais de 50% havia sido negociado. O prêmio de R$ 5,04 a saca não teve variação.

As outras três regiões de Mato Grosso registraram fraco interesse pelo subsídio governamental. Na região 4, no extremo-oeste, das 100 mil toneladas apenas 7,9 mil toneladas, ou 7,9%, foram negociadas, com prêmio de R$ 4,62 por saca. Na região 5, no extremo-leste, a comercialização foi de apenas 4%. Foram vendidas mil toneladas de milho das 25 mil ofertadas, sem deságio do valor do prêmio de R$ 5,04 por saca.

Na região 6, no sul do estado, somente 2 mil toneladas da oferta de 125 mil toneladas foram comercializadas, o que representou apenas 1,6% do total da região. Também não houve disputa pelo prêmio de R$ 2,64.
Em Minas Gerais, 39,28% do volume de 70 mil toneladas foi comercializado com prêmio de R$ 4,08 por saca, ou 27,49 mil toneladas. Em Mato Grosso do Sul, onde no primeiro pregão da Conab menos de 20% havia sido negociado, desta vez a demanda foi de 68,75% do total de 80 mil toneladas. Foi negociada subvenção equivalente a 55 mil toneladas. O prêmio era de R$ 4,62 por saca.

Goiás foi o único estado a registrar demanda para todo o volume ofertado, de 130 mil toneladas. Houve disputa pelo prêmio de R$ 4,92 por saca, que fechou com desvalorização de 8,9%, a R$ 4,482.
Pepro

O leilão de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), realizado logo após o leilão de PEP, registrou demanda para 85,71% da oferta de 140 mil toneladas de milho do oeste da Bahia. Um lote com 120 mil toneladas foi comercializado e o prêmio máximo foi de R$ 6,66 por saca. Outro lote, com 20 mil toneladas, que deveria ser escoado apenas para o norte de Minas Gerais e para o Espírito Santo com subsídio máximo de R$ 5,64 por saca, não teve compradores. O valor total da operação foi de R$ 11,712 milhões.

Fonte: AG Rural

Grupo holandês terá 30% do banco Sicredi

Presente em 40 países, Rabobank é o principal financiador rural na Holanda
A companhia holandesa de serviços financeiros Rabobank adquiriu participação de 30% do Banco Cooperativo Sicredi. Com a operação, a expectativa é de que o setor agropecuário gaúcho obtenha novas fontes de financiamento de longo prazo e possibilidade de negócios no Exterior facilitados.


A proposta é que o Rabobank, responsável por 84% do financiamento rural da Holanda, forneça assistência técnica ao banco gaúcho, compartilhando experiências e facilitando o acesso do agronegócio brasileiro ao mercado internacional.


- Temos atuação muito forte na agricultura familiar. Queremos qualificar a participação em fontes de longo prazo especialmente aos pequenos produtores por meio do financiamento de exportação de commodities e importação de insumos agrícolas - afirma Ademar Schardong, presidente executivo do Sicredi.


Para Marcelo Portugal, professor da Faculdade de Economia da UFRGS, a parceria terá impacto na economia:


- Haverá uma grande expansão de crédito. O Rabobank, além de abrir ao Sicredi a possibilidade de negócios no Exterior, assumirá os riscos das operações cambiais, garantindo estabilidade nos preços de produtos.


A parceria também vai proporcionar ao Rabobank a entrada no mercado brasileiro, que tende a crescer pelo menos 5% ao ano, conforme projeção de especialistas, e à rede do Sicredi, que conta com cerca de 1,6 milhão de associados. O valor do negócio não foi informado.
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=69072&fonte=clipping

Safrinha de milho no Mato Grosso

As máquinas estão na lavoura há quase um mês, colhendo o milho de segunda 2ª safra no estado. A estimativa do Imea - Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária é de que o número colhido, até a primeira semana de junho, não chegue a 6%. As primeiras áreas colhidas ainda em maio, resultaram numa produtividade média de 72,75 sacas por hectare (ha), 14% menos do que safra anterior, quando foram colhidas 84,6 sacas por ha. Apesar da quebra, são estas plantas que tiveram maior volume de água no seu desenvolvimento, pois foram plantadas em janeiro, logo após a colheita da soja. Com o ciclo aproximado de 100 dias, o milho plantado depois, deve ter quebra ainda maior, já que as chuvas foram de menor intensidade neste período.

O presidente do Sindicato Rural de Sinop, Ilson José Redivo que assumiu o cargo no lugar de Antônio Galvan, que se licenciou para se candidatar nas eleições em outubro, disse ao Só Notícias que as lavouras sinopenses estão correspondendo as expectativas preliminares, onde a quebra não deverá ser tão acentuada. "Estamos cientes de que haverá quebra, mas as primeiras áreas estavam em melhores condições climáticas. A tendência é a partir desta primeira quinzena de junho, acontecer uma uniformidade na colheita na maioria das terras, principalmente no Norte do estado, onde estão concentrados os municípios com maior produção", pontuou.

Segundo Redivo, a previsão em Sinop é em torno de 60 mil hectares com milho safrinha. Na região Médio-Norte, gira os 500 mil hectares plantados entre Lucas do Rio Verde, Sorriso, Nova Mutum e outros municípios. No Sul do estado, em Primavera do Leste, Campo Verde e Rondonópolis também haverá quebras.

Em Mato Grosso houve aumento de área plantada este ano em 19%, chegando a 1,8 milhão de hectares. Espera-se uma produção total de 8,7 milhões de toneladas. São 2,7% a mais do que no ano passado. Somente com os dados da quebra que a colheita irá apresentar é que a estatística poderá ser fechada oficialmente.

Fonte: Só Notícias

Preços da soja fecharam o pregão em queda na bolsa de Chicago

Pressionados por vendas especulativas provocadas pelos temores em relação à recuperação da economia mundial, os preços da soja fecharam o pregão de sexta-feira em queda na bolsa de Chicago. Os contratos com vencimento em agosto terminaram o último pregão da semana passada a US$ 9,185, desvalorização de 19,25 centavos. Segundo a Dow Jones Newswires, o fortalecimento do dólar no mercado internacional provocou um movimento de vendas nas commodities. Muitos investidores decidiram reduzir a exposição ao risco na última sexta-feira diante das preocupações em relação ao crescimento econômico global e à crise da dívida na União Europeia. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a soja subiu 1,43% na última sexta-feira, a R$ 36,08 por saca.

Novo leilão será nesta terça-feira

Mato Grosso não deve comercializar todo o volume de milho ofertado no próximo leilão realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira (8). O total disponibilizado pelo Estado, segundo o edital, é de 600 mil toneladas, que serão vendidas na modalidade Prêmio para Escoamento da Produção (PEP).

A estatal fará o leilão via internet às 9h (horário de Brasília). Esta é a segunda venda pública deste ano e na primeira, realizada no dia 27 de maio, Mato Grosso não comercializou 100%.

A previsão negativa é do presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Glauber Silveira, ao explicar que os prêmios ainda estão baixos e os produtores não devem disponibilizar tudo. No primeiro leilão PEP, o Estado vendeu 69% de um total 600 mil toneladas passíveis a negociação, totalizando a comercialização de 411,2 mil toneladas.

Glauber Silveira afirma que isso se dá porque os produtores aguardam prêmios melhores, o que deve acontecer, segundo Silveira, porque o ministro Wagner Rossi se comprometeu em rever os prêmio e até mesmo, se preciso, o número de leilões. "Não sabemos quando, mas o ministro disse que os prêmios vão melhorar após analisar quanto cada região precisa".

Por causa dos baixos preços, apenas a região Nordeste do Estado alcançou o preço mínimo do milho, este ano cotado em R$ 13,98. O prêmio na região ficou em R$ 5,04 e o preço de mercado estava em torno de R$ 10,50 a saca, ultrapassando em R$ 1,56 os R$ 13,98. Já na região Oeste, o prejuízo foi de R$ 1,36 por saca, visto que o prêmio mais o preço de mercado somaram R$ 12,62.

No leilão do dia 8, o Estado vai comercializar novamente com prêmios diferentes em 6 regiões, conforme foi solicitado pelos produtores devido aos valores do frete.

O produtor de Lucas do Rio Verde, Julio Cinpak, afirma que a expectativa da região é comercializar novamente 100% das 115 mil toneladas concedidas. No dia 27, a região Norte e Centro-Norte foram as únicas a venderem tudo. Cada produtor ou empresa pode vender, no máximo 1 mil toneladas, para evitar a compra de grandes quantidades de poucos agricultores.

Regiões - Segundo o edital da Conab, a região Norte mato-grossense vai ofertar 165 mil toneladas. Em seguida está a Sudeste com 125 mil/t, a Centro-Norte com 115 mil/t e a Oeste com 100 mil/t. As regiões Centro-Sul e Nordeste oferecerão 70 mil e 25 mil toneladas, respectivamente.


Fonte: A Gazeta

segunda-feira, junho 07, 2010

Commodities Agrícolas

Pressão do dólar.

A pressão negativa proveniente do mercado financeiro fez com que os preços do suco de laranja recuassem no pregão de sexta-feira na bolsa de Nova York. Os contratos para setembro fecharam o último dia da semana passada a US$ 1,3785 por libra-peso, queda de 300 pontos em comparação ao dia anterior. Segundo analistas consultados pela Dow Jones Newswires, o mercado apagou os ganhos registrados no início da semana passada, provocados pela expectativa de perdas pelo início da temporada de furacões nos Estados Unidos. Além disso, o número de empregos abaixo do esperado nos EUA tem um efeito direto sobre o consumo de suco de laranja. No mercado interno, a laranja pêra para indústria foi negociada a R$ 14,19 por caixa, segundo o Cepea.

Vendas especulativas.

Vendas especulativas realizadas por fundos na sexta-feira derrubaram os preços do algodão para o patamar mais baixo nas últimas 15 semanas na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em outubro fecharam o último pregão da semana passada cotados a 74,69 centavos de dólar por libra-peso, queda de 117 pontos em comparação com os negócios do dia anterior. Analistas consultados pela Dow Jones Newswires disseram que as incertezas em relação à dívida europeia voltaram a dominar o mercado - agora é a Hungria que preocupa - e pressionar os preços das commodities. O enfraquecimento do cenário macroeconômico tem efeitos diretos sobre a demanda de algodão. No Brasil, o indicador Cepea/Esalq subiu 0,18% para R$ 1,5215 por libra-peso.


Economia mais fraca.

Pressionados por vendas especulativas provocadas pelos temores em relação à recuperação da economia mundial, os preços da soja fecharam o pregão de sexta-feira em queda na bolsa de Chicago. Os contratos com vencimento em agosto terminaram o último pregão da semana passada a US$ 9,185, desvalorização de 19,25 centavos. Segundo a Dow Jones Newswires, o fortalecimento do dólar no mercado internacional provocou um movimento de vendas nas commodities. Muitos investidores decidiram reduzir a exposição ao risco na última sexta-feira diante das preocupações em relação ao crescimento econômico global e à crise da dívida na União Europeia. No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para a soja subiu 1,43% na última sexta-feira, a R$ 36,08 por saca.

Fonte:
http://www.linearclipping.com.br/conab/m_stca_detalhe_noticia.asp?cd_sistema=26&cd_noticia=1173710

TRIGO: Com produtor desanimado, plantio no RS está atrasado

TRIGO: Com produtor desanimado, plantio no RS está atrasado
Publicado em: 02/06/2010 12h00

O plantio da nova safra de trigo está atrasado no Rio Grande do Sul. Segundo produtores gaúchos consultados pelo Cepea, esse cenário é justificado tanto pelo tempo úmido quanto pelo desânimo do produtor devido aos preços e à baixa liquidez. Segundo dados da Emater/RS, na semana passada, não houve avanço nas atividades de campo em comparação ao relatório anterior. Isso significa um atraso de 18 pontos percentuais em relação à campanha do ano passado, mesmo considerando que haverá redução da área. Já no Paraná, o plantio do trigo segue em bom ritmo. Quanto aos preços, a movimentação no mercado interno seguiu lenta por mais uma semana, conforme pesquisas do Cepea.

Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )