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VALDECIR JOSE PINTO

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sexta-feira, julho 30, 2010

Produtividade e Rentabilidade da soja e milho:


Para a nova safra, que esta prestes a iniciar o plantio em algumas regiões, as duvidas são as mais diversas para os agricultores do Sul do país. Com os preços das commoditys oscilando muito para esta época do ano as duvidas surgem quanto o que deverá ser plantado.

A cultura da soja tem demonstrado ao longo dos anos que tem maior liquidez mas principalmente maior estabilidade da produção e conseqüentemente maior rentabilidade. Considerando uma produtividade media de 55 sacos por hectare e a soja hoje atingido valores próximos de R$35,00 a saca, não tenhamos duvidas que a melhor opção para o agricultor é plantar soja. O custo médio dos insumos para plantar um hectare de soja está em R$560,00 e nesta analise a rentabilidade bruta ficaria em R$1.365,00. (Base SC)

Em quanto o milho além do grande risco de investimento que o agricultor ira enfrentar existe os baixos preços de mercado principalmente praticados no sul do país. Se analisado pelo valor investido com os atuais preços da commodity o produtor não poderia optar pelo milho.
Os custos para produzir um hectare de milho considerando apenas os insumos utilizados hoje esta próximo de R$1.500,00 para projeções de produtividades acima de 150 sacos por hectare e o preço de mercado a R$15,00 a saca. Com estes números percebemos que a rentabilidade fica próxima de R$750,00 sendo que ainda deverão ser considerados todos os custos operacionais e a depreciação das maquinas. (Base SC)

As incertezas para o agricultor não para por ai.
O governo vem realizando os leiloes de PEP (Prêmio de Escoamento da Produção) e PEPRO (Prêmio equalizador pago ao Produtor) e vem conseguindo atingir alguns índices interessantes na exportação e comercialização do milho. Especula-se que até o final do ano o Brasil deverá exportar algo próximo de 12 milhões de toneladas de milho e iniciar o ano de 2011 com estoque abaixo da media dos últimos anos. Caso isso ocorra para a época de colheita da próxima safra podemos ter situação inversa que temos hoje quando analisamos a rentabilidade das culturas. Porem, nós sabemos que o mercado vai muito alem do que uma analise feita desta forma.

É neste momento que reforço a tese de que a melhor opção para o agricultor é fazer aquilo que vem se orientando ao longo do tempo, ou seja fazer preço médio. Buscar um preço médio de comercialização realizando hedge de venda através de um corretor ou realizando a comercialização física da soja ou milho através de sua Cooperativa.

Valdecir José Pinto
Esp. Agronegócio com Ênfase em Mercados - UFPR
Bacharel em ADM.-UNIUV
Cursando MBA em Gestão.





quinta-feira, julho 29, 2010

Tecnologia e mercado são tônica do segundo dia da 47ª Reunião da SBZ


Desde terça-feira (27) e até amanhã (30) Salvador está no centro das discussões sobre a produção animal graças à 47ª Reunião Anual da SBZ, que está trazendo para a capital baiana os maiores especialista do ramo do mundo para tratar de tecnologias para o incremento da produtividade e da qualidade nos plantéis, e também as chamadas questões de “para além da porteira”, como mercado, empreendedorismo e comércio internacional. São ao todo 60 palestras, 11 países representados, e público aproximado de três mil pessoas.

“Esse encontro é positivo desde o tema, que trata de empreendedorismo e progresso científicos na zootecnia brasileira de vanguarda”, afirma o palestrante Jogi Humberto Oshiai – diretor de Comércio para a América Latina da Empresa O`Connor and Company, European Lawyers, que veio de Bruxelas, na Bélgica, para participar do evento, e atua como Relações Públicas e Governamentais em defesa do agronegócio brasileiro junto à União Européia.

“A vida acadêmica não deve se restringir às paredes das universidades. Os cientistas devem trabalhar conjuntamente com governo e setor privado, levando em consideração o mercado, por isso as incubadoras de empresas dentro das academias são muito boas. Não adianta as pessoas saírem da universidade sem saber o que é o mercado. As vezes as teses tem nomes tão complicados que não sabemos para o que servem”, disse.

Proteínas em profusão

Com um amplo leque de temas, a Reunião da SBZ abrange desde a aqüicultura, até pequenos e grandes ruminantes, passando por animais de companhia, aves e suínos. Uma das palestras mais concorridas de hoje foi a do Professor da Universidade Federal Paraíba, Fernando Guilherme Perazzo, que falou sobre os avanços da avicultura e da suinocultura do Brasil nos últimos 10 anos. Perazzo abordou os saltos tecnológicos que permitem ao Brasil ser atualmente o maior exportador de frangos do mundo, e o terceiro maior mundial produtor de suínos.



“Os plantéis brasileiros avançaram fantasticamente, como resultado de uma combinação de fatores ligados à genética, ambiência, manejo, sanidade e nutrição”, disse o especialista. “Hoje se abate um frango com 42 dias, com peso de 2,7 kg, e taxa de conversão, a relação entre o que ele come e seu ganho de peso de 1.7. Há 30 anos, um frango chegava ao ponto de abate com 70 dias de vida, com peso de 2kg. Em um frango tem mais tecnologia embarcada do que carne”, afirmou. Segundo Perazzo, a tecnologia permitiu ao país disponibilizar alimento barato e de qualidade para o consumidor, e a ave, que antes era consumida nos dias de festa e domingos no Brasil, é a fonte mais acessível de proteína para milhões de brasileiros.

Fonte: Agripress

Tecnologia e mercado são tônica do segundo dia da 47ª Reunião da SBZ

Desde terça-feira (27) e até amanhã (30) Salvador está no centro das discussões sobre a produção animal graças à 47ª Reunião Anual da SBZ, que está trazendo para a capital baiana os maiores especialista do ramo do mundo para tratar de tecnologias para o incremento da produtividade e da qualidade nos plantéis, e também as chamadas questões de “para além da porteira”, como mercado, empreendedorismo e comércio internacional. São ao todo 60 palestras, 11 países representados, e público aproximado de três mil pessoas.

“Esse encontro é positivo desde o tema, que trata de empreendedorismo e progresso científicos na zootecnia brasileira de vanguarda”, afirma o palestrante Jogi Humberto Oshiai – diretor de Comércio para a América Latina da Empresa O`Connor and Company, European Lawyers, que veio de Bruxelas, na Bélgica, para participar do evento, e atua como Relações Públicas e Governamentais em defesa do agronegócio brasileiro junto à União Européia.

“A vida acadêmica não deve se restringir às paredes das universidades. Os cientistas devem trabalhar conjuntamente com governo e setor privado, levando em consideração o mercado, por isso as incubadoras de empresas dentro das academias são muito boas. Não adianta as pessoas saírem da universidade sem saber o que é o mercado. As vezes as teses tem nomes tão complicados que não sabemos para o que servem”, disse.

Proteínas em profusão

Com um amplo leque de temas, a Reunião da SBZ abrange desde a aqüicultura, até pequenos e grandes ruminantes, passando por animais de companhia, aves e suínos. Uma das palestras mais concorridas de hoje foi a do Professor da Universidade Federal Paraíba, Fernando Guilherme Perazzo, que falou sobre os avanços da avicultura e da suinocultura do Brasil nos últimos 10 anos. Perazzo abordou os saltos tecnológicos que permitem ao Brasil ser atualmente o maior exportador de frangos do mundo, e o terceiro maior mundial produtor de suínos.

“Os plantéis brasileiros avançaram fantasticamente, como resultado de uma combinação de fatores ligados à genética, ambiência, manejo, sanidade e nutrição”, disse o especialista. “Hoje se abate um frango com 42 dias, com peso de 2,7 kg, e taxa de conversão, a relação entre o que ele come e seu ganho de peso de 1.7. Há 30 anos, um frango chegava ao ponto de abate com 70 dias de vida, com peso de 2kg. Em um frango tem mais tecnologia embarcada do que carne”, afirmou. Segundo Perazzo, a tecnologia permitiu ao país disponibilizar alimento barato e de qualidade para o consumidor, e a ave, que antes era consumida nos dias de festa e domingos no Brasil, é a fonte mais acessível de proteína para milhões de brasileiros.
Fonte: Agripress

Milho: Leilão de PEP atende parcialmente a expectativa

Visando diminuir a disputa pelos prêmios, hoje realizou-se o 1º Leilão de PEP com quantidade dobrada. A operação atendeu parcialmente a expectativa, especialmente no MT onde mesmo assim houve disputa e 100% dos lotes ofertados foram arrematados. Na média do Estado o deságio foi de 26% (a média ponderada do lance inicial era de R$ 5,58/sc e fechou a 4,14/sc).

Por outro lado em Minas, Norte Goiano, Mato Grosso do Sul e Leste do Paraná o interesse foi de apenas 7,7; 57; 81 e 10,0% respectivamente, totalizando no geral 86,4% de quantidade vendida. Como informação complementar o prêmio era de 4,01/sc e fechou em R$ 3,46/sc.

Já o PEPRO do PI e MA 15 mil t cada foram totalmente absorvidos enquanto que na Bahia com destino ao norte de Minas e ao ES houve procura por apenas 26,83% da oferta.


Fonte: Redação NA

Mercado do boi gordo segue firme devido às escalas curtas e pouca oferta

Mercado firme em São Paulo, devido às escalas curtas e pouca oferta.

O preço referência para o pagamento à vista subiu e está em R$83,00/@, livre de imposto. As escalas atendem entre 2 e 3 dias, em média.

A cotação da vaca gorda acompanhou e está em R$78,00/@, à vista, livre de funrural. Existem negócios até R$2,00/@ a mais, nas mesmas condições.

A oferta de animais de confinamento e os negociados a termo ainda não suprem a demanda.

Os frigoríficos paulistas que compram animais no Mato Grosso do Sul têm pago R$80,00/@, a prazo, livre de imposto. Os negócios à vista são fechados em R$79,00/@, livre de imposto.

No mercado atacadista os preços tiveram novo reajuste devido à pouca oferta. O traseiro avulso é negociado por R$6,55/kg e o dianteiro por R$4,60/kg.

Com esta alta, o equivale físico (que apura a receita com a venda da carcaça no atacado com osso) está em R$82,42/@.

Hyberville Paulo D’Athayde Neto
médico veterinário
Scot Consultoria
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=72345#mercado-do-boi-gordo-segue-firme-devido-s-escalas-curtas-e-pouca-oferta

Cultura do arroz de terras altas será debatido em Mato Grosso

Os gestores do projeto de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para a cadeia produtiva do arroz de terras altas, em Mato Grosso realizam reunião amanhã para debaterem os principais problemas e apresentar os trabalhos que são executados. Participam da reunião, produtores de arroz, empresários da indústria, assistentes técnicos, representantes de instituições públicas e de organizações ligadas à produção do arroz. O evento será no auditório da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), das 9h às 12h.

Com uma produção de 800 mil toneladas de arroz de terras altas por ano, o pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Arroz e Feijão, Carlos Magri Ferreira, fala sobre o arroz de Mato Grosso: um exemplo de sustentabilidade; e a doutora em fertilidade do solo da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Maria Luiza Perez Villar apresenta o projeto de desenvolvimento de tecnologia para a cadeia produtiva do arroz no Estado.

As instituições envolvidas no desenvolvimento da cultura do arroz contam com os representantes do Sindicato das Indústrias Alimentação da Região Sul de Mato Grosso (Siar-Sul), Sebrae, Empaer e Embrapa apoiadas pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Mato Grosso(Fapemat). A doutora Maria Luiza comenta que a intenção é diminuir a ociosidade das instalações das indústrias arrozeiras, melhorar a qualidade dos grãos produzidos e a produtividade da cultura com menor custo de produção, tornando a rizicultura do Estado mais competitiva, por meio de aprimoramento dos sistemas de produção com uso de inovações e capacitação dos produtores.

Segundo Villar, são sendo implantados experimentos para selecionar genótipos para a agricultura familiar nos municípios de Sinop, Paranatinga e Cáceres visando criar alternativas específicas para o pequeno produtor, com material genético resistente à praga, doença e baixa fertilidade do solo. Novos materiais estarão à disposição em 2011. Pesquisadores da Empaer já lançaram algumas variedades de arroz de terras altas que podem ser utilizadas, tais como: Primavera, Cambara, Sertaneja, Pepita e Monarca, que serão direcionadas para os produtores de arroz.

Fonte: Só Notícias

Preços do trigo atingem máxima dos últimos treze meses


A perspectiva de que a seca na Rússia aumentará as exportações de trigo dos Estados Unidos puxou as cotações do cereal hoje no mercado americano. Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos mais líquidos, com vencimento em setembro, subiram 20,50 cents ou 3,45% e fecharam a USs 6,1550/bushel. Chegou a registrar a máxima de U$ 6,2325/bushel, maior cotação do primeiro vencimento desde junho de 2009.

O mercado começou a subir diante do rali nos futuros de trigo da Europa, que saltaram para o maior nível em dois anos, com preocupações sobre a redução das estimativas de produção e exportação na região do Mar Negro. Países como Rússia e Ucrânia competem com os Estados Unidos e a Europa no mercado internacional.

Analistas acreditam que a Rússia poderá restringir a exportação de grãos usado em rações no outono do Hemisfério Norte (setembro a dezembro), considerando que a colheita seja menor e que os embarques continuem normalmente nesse ínterim. A empresa reduziu sua estimativa para a safra 2010, revisando-a de 75 milhões de toneladas para 70 milhões. Inicialmente havia previsto de 77 a 78 milhões de toneladas.

Apesar da valorização dos últimos dias, os estoques finais de trigo nos Estados Unidos são considerados confortáveis e os maiores em 23 anos. O mercado entende que há oferta suficiente para atender a um aumento da demanda.

Estimativa de preço

Nesta quarta-feira o Rabobank elevou a estimativa dos preços globais do trigo nos próximos 12 meses para US$ 5 a US$ 6 por bushel, ante US$ 4,50 a US$ 5,50 por bushel, devido à redução da produção no Hemisfério Norte. O banco prevê que os futuros do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT) alcancem em média cerca de US$ 5,50 por bushel no quarto trimestre de 2010 e de US$ 5,40 por bushel no trimestre atual.

Milho e Soja são influenciados pelo trigo e fecham o dia com forte alta

SOJA

Sessão de fortes ganhos para a soja em Chicago. A movimentação do mercado de trigo, alimentando o interesse comprador de fundos foi destaque hoje em Chicago. Ao mesmo tempo, a forte demanda asiática (hoje a China comprou mais 120 mil t. nos EUA para embarque a partir de setembro) continua trazendo suporte ao mercado de soja juntamente com o cenário técnico favorável. Embora indiretamente, as preocupações com a quebra da safra de trigo na Rússia, Ucrânia, Canadá e Europa gera uma forte pressão de compra no mercado de commodities agrícolas. A soja beneficia-se, inicialmente pela alta do farelo, mas o impacto sobre culturas oleaginosas (canola) na região também é fator de atenção ao mercado da soja na CBOT.


No âmbito técnico, o vencimento novembro em Chicago segue encontrando forte sustentação sobre o terceiro suporte de Fibonacci no intraday na casa de 963, área de suporte importante também no diário. Osciladores mais fracos geram certa divergência. Na BM&F mercado também registra configuração positiva, porém, diferentemente do registrado na CBOT já voltou a testar topo anterior em 22,15-22,20.


Tendência: demanda e mercado de trigo tendem a manter este mercado sustentado no curto prazo, mesmo com lavouras EUA em boas condições. Amanhã dados de exportações semanais EUA tendem a vir positivos novamente.


MILHO


Mais uma sessão de preços firmes para o milho na BM&F. Com a oferta ajustada no mercado paulista e a expectativa de que os leilões de PEP manterão este cenário nos próximos dias, os futuros seguem encontrando sustentação. Contribuem também aos ganhos a forte valorização do cereal na bolsa de Chicago, melhorando a paridade de exportação, mesmo com a estabilidade do U$. Amanhã o foco será total nos leilões de PEP. A expectativa é de uma demanda firme para praticamente todos os lotes, seguindo a movimentação dos leilões anteriores. Em tese o produtor não encontra outras oportunidades de comercialização no momento (pelo menos no que tange a grandes lotes) e, mesmo que abaixo do preço mínimo, estes acabam direcionando as ofertas buscando beneficiar-se
principalmente da liquidez propiciada pelos leilões.


Em Chicago mercado de milho explosivo, seguindo a movimentação do trigo que permanece atuando como fator de suporte generalizado as agrícolas neste momento. O cenário técnico para o milho em Chicago contribuiu ao movimento de recuperação das cotações hoje.

Na BM& F o vencimento setembro rompeu a resistência dos 20,00 e forma um padrão clássico de continuação no gráfico diário (bandeira). As resistências neste momento ficam em 20,10 e acima em 20,25. Neste patamar registra-se a presença de uma LTA importante no diário não rompida na semana passada. Caso o rompimento ocorra, o mercado pode buscar rapidamente os 20,50.

Tendência: cenário inalterado. Mercado firme refletindo o físico paulista e o baixo interesse de venda do produtor. Teste agora nos 20,20-20,25.