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terça-feira, maio 10, 2011

Preço do milho deve subir, prevê CNA


Brasília - Apesar dos preços do milho no mercado interno terem se mantido estáveis em março, com queda de 1,1% considerando as cotações nos municípios de Unaí-MG, Sorriso-MT, Londrina-PR, Rio Verde-GO e Tupanciretã-RS, a tendência é de alta na maioria dos estados produtores. Essa é a avaliação do boletim "Custos e Preços", divulgado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O cenário para uma possível elevação nos preços, segundo a CNA, se dá pela retração da oferta do milho safrinha. Os produtores esperam a definição sobre a produção da segunda safra, que, de acordo com levantamento da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), deve ser de 23,5 milhões de toneladas. "O risco climático na maioria dos estados produtores, em função do atraso no plantio das lavouras, poderá comprometer o resultado final", informou o boletim.

O milho é considerado uma referência entre os cereais porque, além de servir para a alimentação humana, é base para a produção de proteína animal, compondo as rações de frangos, suínos e bovinos. Em comunicado divulgado no último dia 5 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o especialista em cereais Abdolreza Abbassian, disse que de todos os cereais em alta de preços, o milho é o que mais preocupa. "Este ano necessitaríamos rendimentos acima da média, se não recorde, nos Estados Unidos para que melhore a situação do milho, mas o plantio está consideravelmente atrasado devido às condições de frio e umidade sobre a terra", afirmou.

Em relação à alta geral dos preços internacionais dos GRÃOS, a FAO disse que foram compensados pela queda no valor do açúcar, do arroz e de produtos lácteos, enquanto as carnes permaneceram em níveis estáveis.

Fonte: TRIBUNA DO NORTE - RN

Desempenho do maquinário é determinante à safra

Mato Grosso deve colher 30,3 milhões de toneladas de grãos (soja, milho e algodão) nesta safra 2010/11, um aumento de 6% se comparado ao ciclo passado que foi de 28,6 milhões t. Essa eficiência é atribuída às tecnologias utilizadas pelos produtores nos últimos anos. Destaque para as máquinas, que executam com agilidade várias atividades dentro de uma propriedade e podem ser determinantes para o sucesso ou fracasso de uma safra.

O maquinário é um dos itens mais importantes na produção, seja para o pequeno, médio ou grande produtor. E para extrair o que a ferramenta tem de melhor é necessário ter conhecimento especifico. Com o advento da tecnologia percebemos que sua utilização é cada vez mais relevante neste processo da agricultura moderna, que por um lado reduz o quadro de mão de obra manual e por outro eleva a remuneração dos trabalhadores, os operadores de máquina”, disse o presidente do Sistema Famato/Senar, Rui Prado.

De acordo com o coordenador de serviços de uma revenda de máquinas em Tangará da Serra, Edilson Pequeno, hoje há disponível no mercado equipamentos de alta tecnologia que realizam com precisão trabalhos diversos. Elas chegam a utilizar informações digitais de um cartão de memória para executar as atividades no campo. Essas máquinas requerem cuidados especiais, principalmente na condução, manutenção e conservação, pontos essenciais para um bom rendimento. “Uma máquina colheitadeira, por exemplo, tem em média oito anos de vida útil, mas temos clientes que utilizam máquinas de doze anos em ótimo estado de funcionamento. E isso é resultado do zelo dos proprietários”.

O cenário da área de plantio da soja, por exemplo, é de crescimento de 2,5% ao ano, segundo projeção do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o que demandará novas aquisições de máquinas no estado e consequentemente mão de obra qualificada. Em Deciolândia, região de Tangará da Serra, membros de um condomínio de produtores, já preparam seus funcionários para este desafio. Entre os dias 9 e 13 de maio, 15 trabalhadores participarão de um curso de manutenção e regulagem de colheitadeiras, oferecido gratuitamente pelo Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural). Entre eles quatro são de uma mesma empresa que conta com 25 empregados. “Fazemos uma qualificação contínua de nossos colaboradores. Enxergamos essa capacitação como um investimento que tem retorno em curto prazo, pois os custos com reparos dos equipamentos reduzem significativamente”, afirma o especialista em mecanização agrícola do grupo, Genésio Schineider.

O professor do Senar-MT, Enio Mattjie, explica que o participante deste treinamento adquire conhecimento sobre como proceder corretamente com o maquinário, tanto nos aspectos preventivos como na execução corretiva. O trabalhador aprende a manter o maquinário em condições ideais de utilização e conservação, a fim explorar com eficiência e segurança um maior rendimento. “O participante também é capacitado a interpretar os manuais de uso e atuar em casos imprevistos ocasionados por danos acidentais ou desgaste dos componentes do equipamento. Além disso, o curso aborda: segurança e saúde no trabalho, meio ambiente, noções de gestão, entre outros”.

O Senar-MT (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso) é a entidade que atua na profissionalização rural voltada à homens e mulheres de todo o estado. Juntamente com o Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) e os Sindicatos Rurais, compõe o Sistema Famato.
Fonte: So Notocias