BOAS VINDAS

SEJAM BEM VINDOS AO BLOG DE
VALDECIR JOSE PINTO

OBRIGADO PELA VISITA.

quinta-feira, agosto 12, 2010

USDA: Safras de soja e milho maiores do que o esperado

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou na manhã de hoje seu relatório de oferta e demanda mundial de agosto, estimando a área de soja 2010/11 nos Estados Unidos em 31,93 milhões de hectares, com produção de 93,43 milhões de toneladas e produtividade de 49,32 sacas por hectare. A estimativa do departamento ficou acima das expectativas do mercado, que trabalham com a produção de 91,609, com rendimento de 48,42 sacas por hectare.

Milho - Para o cereal, o USDA estima área de 35,57 milhões de hectares, com produção de 339,48 milhões de toneladas. A produtividade deve ficar em 172,59 sacas por hectare. Assim como para a soja, para o milho o mercado também tinha perspectivas menores: safra de 337,376 milhões de toneladas e rendimento de 171,65 scs/ha.

Estoques finais - Os estoques finais de soja da safra norte-americana 2009/10 foram reduzidos de 4,763 milhões para 4,35 milhões de toneladas, volume que veio abaixo do esperado pelo mercado, que estimava 4,518 milhões de toneladas.

Já os estoques finais de milho em 2009/10 ficaram em 36,22 milhões de toneladas. O mercado apostava em uma redução para 37,060 milhões de toneladas. Em julho, o USDA previa estoques de 37,543 milhões de toneladas de milho nos EUA.

Já os estoques finais da soja em 2010/11 continuaram em 9,80 milhões de toneladas, enquanto o mercado falava em 9,09 milhões de toneladas. Para o milho, 33,33 milhões de toneladas, pouco acima da expectativa do mercado, que era de 33,199 milhões de tonelada. No mês anterior, os estoques eram de 336,436 milhões de toneladas para o cereal.

China - as importações chinesas safra 2009/10 ficaram em 49,50 milhões de toneladas. Em julho, o estimado era de 48 milhões de toneladas. Para a safra nova, o departamento estima que as compras da China totalizem as 52 milhões de toneladas. O volume do último mês era de 50 milhões de toneladas.
Resumo do relatório do USDA - 12.08.2010

Fonte:
Relatório do USDA pela XP



Milho: Leilão de PEP tem disputa por prêmios em todas as regiões do MT

Houve enorme disputa dos prêmios especialmente nos Lotes 06, 07, 08, 09 e 11 envolvendo todas regiões do MT com exceção da região MT-5 [LT 10] que vai da Barra do Garças em direção nordeste do Estado. O maior deságio superou os 68,6 % na região MT-4 [Sapezal, Campo Novo do Parecis etc...] e nas regiões MT-2 [Lucas e Sorriso] atingiu 66,3 % e na MT-6 [Rondonópolis] também atingiu o expressivo percentual de 67,2%.

Já para adquirir milho dos produtores da Rondônia, de Minas Gerais, Leste do Paraná bem como da já citada região nordeste do MT faltaram interessados. Não confundir com falta de interessados para vender o seu produto, sediados nestas regiões.

No cômputo geral houve o interesse de 83,8 % da quantidade ofertada. Pode se concluir pelo deságio havido que há muito milho por ser comercializado especialmente no Mato Grosso, reforçando a tese da necessidade de realizar pelo menos mais um (1) Leilão de Pepro além do Nº 197 já previsto. Só assim a CONAB poderá ter uma noção precisa do excedente existente em cada região.


Fonte: Telmo Heinen

quarta-feira, agosto 11, 2010

Soja - XP: Volatilidade para o mercado da soja hoje em Chicago, com fechamento em queda.

Com um sentimento extremamente aversivo nos mercados financeiros na sessão de hoje, assimilando expectativas mais pessimistas sobre a economia norte-americana, a soja também sofreu com as realizações assimilando forte alta do dólar. Durante o dia, porém, a oleaginosa oscilou entre o campo positivo e negativo acompanhando a movimentação do milho e trigo, com o mercado, mesmo sem suporte externo, denotando certa cautela em pressionar as cotações frente ao relatório do USDA de amanhã. Para o relatório, a expectativa do mercado é de um leve aumento na projeção de safra norte-americana (600 milt para 91,6 mi/t), porém, com a demanda firme, os estoques finais projetados tendem a apresentar poucas alterações. Hoje mesmo, os EUA confirmou a venda de 115 mil t para a China, com embarque 2010/11.

XP-Investimento

USDA: Analistas esperam safras maiores de soja, milho e algodão

Para relatório de oferta e demanda que será divulgado nesta quinta-feira (12) pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)os analistas esperam poucas elevações nas estimativas de produção e produtividade da safra de soja 2010/11.

Conforme levantamento da Dow Jones, os analistas esperam, em média, que o órgão estime a safra norte-americana em 91,61 milhões de toneladas, com produtividade de 47,65 sacas por hectare. As previsões variaram de 89,54 milhões a 93,4 milhões de toneladas produzidas e produzidas e de 47,62 a 49,9 sacas por hectare de produtividade. Atualmente, o USDA prevê safra de 91,04 milhões de toneladas e rendimento de 48,65 sacas por hectare.

A média das expectativas para os estoques finais 2009/10 é que cheguem a 4,52 milhões de toneladas, o que representa queda de aproximadamente 240 mil toneladas em relação ao mês passado, de 4,76 milhões de toneladas. Para 2010/11, por sua vez, os analistas esperam, em média, estoques de passagem de 9,09 milhões de toneladas. O intervalo das expectativas foi de 7,48 a 11 milhões de toneladas.

Milho

Os analistas consultados pela Dow Jones esperam que o USDA aumente pouco sua estimativa de safra de milho 2010/11, enquanto reduzirá levemente a de estoques finais, também por causa da demanda mais forte. Em média, preveem que a safra totalize 337,38 milhões de toneladas, ante 336,44 milhões de toneladas previstos pelo USDA em julho e também acima da produção de 2009/10, que somou 333,01 milhões de toneladas.

Para os estoques finais, muitos analistas esperam redução, por causa do aumento da demanda. Em média, eles estimam que os estoques 2009/10 totalizem 37,06 milhões de toneladas, inferiores aos 37,54 milhões de toneladas da leitura feita pelo USDA em julho. Em 2008/09, foram 42,5 milhões de toneladas. As estimativas ficaram no intervalo de 35,31 a 38,69 milhões de toneladas.
Fonte: Redação NA e Dow Jones

Demanda chinesa firme mantém expectativa de preços altos para a soja

A demanda chinesa firme deve manter a expectativa de alta nos preços da soja. Além disso, o embargo às exportações de alimentos da Rússia também pode impactar nas cotações e contribuir para um suporte, segundo analistas.

A China, maior importador mundial de soja, comprou um volume recorde nos primeiros sete meses deste ano, principalmente dos Estados Unidos, Argentina e Brasil. As importações chinesas de soja aumentaram 16,2% em relação ao ano passado, alcançando as 30,76 milhões de toneladas.

“É um momento extremamente delicado com tantos fatores podendo causar impacto nos preços da soja”, disse Zhang Xiaoping, diretor da American Soybean Association International Marketing.

Depois de a Rússia ter proibido suas exportações de grãos por conta da severa estiagem que atinge o país, os preços do trigo explodiram no mercado global. Analistas afirmam que isso irá guiar as cotações da soja e do milho para um expressivo avanço.

Zhang disse ainda que a boa notícia é que este ano é esperada uma safra recorde nas principais áreas produtoras dos Estados Unidos. Cerca de metade das compras da China tem origem nos EUA, e este ano a expectativa é o volume importado de produtores norte-americanos totalize as 23 milhões de toneladas, disse o diretor.

Em 2009, a nação asiática importou 42,55 milhões de toneladas de soja, 13,67% a mais do que em 2008. Este ano, a expectativa é que as importações somem 50 milhões de toneladas, segundo a Associação da Indústria da Soja da China.

“A China compra mais da metade da produção mundial de soja. E a demanda chinesa crescente irá dar sustentação aos preços futuros da oleaginosa”, afirma Zhang.

Fonte: Notícias Agrícolas

Conab faz leilão de PEP nesta quinta e anuncia Pepro para a próxima semana

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza nesta quinta-feira o décimo leilão de Prêmio para o Escoamento de Produto (PEP) de milho. Desta vez, Mato Grosso vai ofertar 800 mil toneladas ao invés de 1,2 milhão de toneladas que vinham sendo colocadas à venda nos três leilões anteriores. Em contrapartida, a companhia também já publicou aviso para a realização do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), o primeiro da modalidade nesta temporada e que ocorrerá na próxima semana (19.08), com o estado ofertando 250 mil toneladas.

A flexibilização nos mecanismos de apoio à comercialização nesta reta final de leilões visa possibilitar a participação dos produtores que ainda não conseguiram comercializar nas ofertas públicas anteriores e, mais uma vez, atende ao pedido da Aprosoja.

?Devemos ressaltar novamente o bom diálogo e o entendimento que tivemos com o Ministério (Agricultura) e com a Conab, o que levou ao atendimento das demandas que a Associação buscou na base, com os associados, com o objetivo de melhorar os preços em relação ao que vem sendo praticado pelo mercado?, pontua o presidente da Aprosoja Glauber Silveira.

Em todos os estados participantes dos leilões de PEP serão ofertados 1,230 milhão de toneladas nesta quinta-feira (MT, GO, MG, MS, PR, RO) e na semana que vem será um total de 300 mil toneladas por meio do Pepro, para Mato Grosso e Goiás.
As operações desses leilões terão que ser comprovadas até o dia 15 de março de 2011.

Da Redação
11/08/2010 20:19

domingo, agosto 08, 2010

Calor na Europa e na Rússia pode beneficiar produtores brasileiros de milho

Calor na Europa e na Rússia pode beneficiar produtores brasileiros de milho

A onda de calor que assola a Europa e a Rússia pode beneficiar os produtores brasileiros de milho. Por conta das altas temperaturas e da ocorrência de incêndios, 15 milhões de toneladas do produto já foram perdidas. O cenário favorece as exportações aqui no Brasil, mas a opção nem sempre é garantia de lucro.

A escassez do milho no mercado internacional deve fazer com que o produto brasileiro tenha maior procura. Os agricultores que têm estoque e interesse em exportar podem sair ganhando, segundo o consultor em agronegócio Clímaco César. Ele estima que o preço da commodity deve crescer até 15%.

– O fim do mês de agosto vai ser um período muito interessante para ele vender e fazer dinheiro, quitar suas dívidas e comprar insumos para o ano que vem.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os impactos no preço só devem ser sentidos no fim deste ano. E, apesar das projeções serem otimistas, priorizar a exportação nem sempre é a opção mais lucrativa.

– O fator limitante da exportação hoje é o cambio. Ele ainda não traz situação favorável ao escoamento do produto para o mercado externo – afirma a superintendente técnica da CNA, Rosemeire dos Santos.

Outra barreira é a deficiência em logística, que eleva os custos de transporte do produto ao Exterior.

– O que nós precisamos, em nível interno, é de políticas públicas que garantam o escoamento das áreas onde há milho, que são áreas com problemas de logística, para os portos. Assim teremos condições de aproveitar este momento de mercado, causado pelas intempéries e exportarmos o nosso milho excedente – explica o consultor da Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho), Odacir Klein.

Em 2007, um fenômeno climático semelhante na Europa causou aumento no valor pago pelo milho. As exportações brasileiras do grão alcançaram 11 milhões de toneladas. A comercialização da safra seguinte decepcionou e, desde então, o produtor vem enfrentando dificuldades. Por isso o momento também é de cautela. Além de ficar atento às manifestações do mercado, especialistas sugerem garantir o preço por meio da venda antecipada.

– Muito pouco dos produtores brasileiros fazem a sua proteção de preço na BM&F e, principalmente, do milho. Então, com isso, trabalham muito no escuro com os custos elevados. Estando na BM&F, o agricultor está seguro com a proteção de preços – diz Clímaco César.

– É um momento de avaliar o câmbio, de avaliar a estratégia de aquisição de insumos porque isso vai ser determinante para a rentabilidade no próximo ano – acrescenta Rosemeire dos Santos.


CANAL RURAL

TRIGO SAFRA 2010. Cenário melhora!!!!!!

TRIGO SAFRA 2010

A alta no mercado externo do trigo deve demorar um pouco para ter reflexos para os produtores brasileiros. Após a redução de praticamente 13% da área cultivada e a forte seca que atinge a região leste da Europa e principalmente na Rússia a possibilidade de ganhos nesta safra é cada vez mais eminente.


A alta do ultimo mês que chegou a 68% nas cotações de Chicago criou uma expectativa positiva para os agricultores, porem a sugestão á eles é que tenham um pouco mais de paciência. A pouca procura interna pela indústria neste momento e a paridade de exportação não deixa o mercado mostrar sinais imediatos de alta de preços.


A indústria de trigo somente deverá ir “as compras” a partir de setembro e ai que poderá surtir efeito direto aos produtores de trigo. Com a colheita praticamente sendo iniciada e se prolongará até final de novembro em algumas regiões a oferta deverá aumentar no passar dos dias e conseqüentemente forçar o mercado interno para baixo. Diante desta possibilidade sugere-se cautela para os produtores diante destas expectativas.


Outro fator esperado com expectativa por todos são os programas do governo, PEP E PEPRO. São programas que quando praticados ajudam a escoar a produção diminuindo a oferta em algumas praças trazendo ganhos aos produtores. Além disso, outro fator que já pode ser considerado como positivo para a atividade trigo é a qualidade que se espera que seja boa em função do clima.

Com esta TENDENCIA de preços altos se confirmando a expectativa de que os agricultores tenham ganhos que os tornem mais capitalizados em um ano de preços médios da commóditye abaixo da média histórica. O agricultor capitalizado poderá investir em suas propriedades e conseqüentemente aumentar a produtividade ao longo dos anos.

Valdecir Jose Pinto
Esp. Agronegócio com Ênfase em Mercados
Bacharel de Administração
Cursando MBA em Gestão