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sábado, dezembro 25, 2010

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domingo, dezembro 19, 2010

Cooperativas deverão agregar valor à soja destinada para biodiesel

Três cooperativas paranaenses que possuem a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP)/Pessoa Jurídica estão fechando contratos com indústrias de biodiesel, que necessitam da aquisição de pelo menos 30% de soja da agricultura familiar para obterem o Selo Combustível Social


São elas a Coasul, de São João, a Coagro, de Capanema, e a Copagril, de Marechal Cândido Rondon. "Com o fornecimento de soja para a produção de biodiesel, as cooperativas deverão agregar entre R$ 1,30 e R$ 1,60 por saca de 60 quilos ao preço de mercado do grão praticado nas diferentes regiões onde elas atuam", informa o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti.

Reunião - Ele participou, nesta terça-feira (14/12), em Francisco Beltrão, Sudoeste do Estado, de uma reunião realizada em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Técnicos do MDA apresentaram o Sistema de Gerenciamento das Ações do Biodiesel (Sabido) que faz parte do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. "É um novo software que possibilitará às cooperativas fornecer dados dos agricultores familiares cooperados que farão parte do programa. Foi realizado um teste prático do Sabido, que começará a ser utilizado oficialmente em breve, após a edição de uma instrução normativa", informou ainda Mafioletti.

Outros participantes - A reunião teve 29 participantes, entre profissionais da Coasul, Coagro e Copagril; representantes da Coopagrícola, de Ponta Grossa; Cocari, de Mandaguari e Lar, de Medianeira, além de técnicos das cooperativas de Santa Catarina, Cooper Itaipu, Cooper A 1 e Auriverde.

Importação de trigo sobe 24% em plena safr

O dólar favorável à importação estimulou a entrada no país de um volume crescente de trigo do exterior, sobretudo do Paraguai e do Uruguai

Desde setembro, pico da safra no Brasil, foram importadas 1,351 milhão de toneladas do cereal, 24% mais do que em igual intervalo de 2009. Diante disso, produtores brasileiros pediram que o governo crie restrições à importação do cereal durante a safra no Brasil.

O trigo brasileiro, já 100% colhido, está sendo preterido mesmo com preços menores. O que ocorre, segundo Élcio Bento, analista da Safras & Mercado, é que a diferença no valor não consegue compensar algumas vantagens do trigo importado dos vizinhos do Mercosul, como homogeneidade - no Brasil há mistura de trigo em armazéns.

O trigo do Paraguai chega a São Paulo valendo US$ 330 por tonelada - o produto paranaense está em US$ 320. Já o produto argentino, cuja colheita tem pico este mês, chega a São Paulo por entre US$ 340 e US$ 350 a tonelada.

Em setembro, quando o produto importado começou a entrar no país, a colheita do trigo paranaense já estava em seu pico. No entanto, desde então, pouco vem sendo comercializado de cereal nacional, afirma Flávio Turra, gerente técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar).

A produção brasileira está estimada em 6,5 milhões de toneladas. A venda, no entanto, atinge 35% desse total, quando, deveria estar entre 40% e 45%, diz Turra. "Ainda assim, do total de 2 milhões de toneladas vendidas até agora, 1,5 milhão foram via leilões do governo, incluindo as 442 mil toneladas vendidas no leilão de ontem".

Por isso, na quarta-feira o setor triticultor fez uma série de pedidos ao governo para a safra 2011 de trigo. Uma das reivindicações é a restrição à importação do cereal durante a safra no Brasil, que vai de 1 de setembro e 31 de janeiro, afirmou Turra.

Ontem, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), o embaixador Sérgio Amaral, considerou a restrição prematura. "Neste momento, o trigo tem perspectiva altista", diz Amaral.

Demanda de fim de ano pressiona e dólar sobe.

Sex, 17 de Dezembro de 2010 17:33

.A acentuada demanda por dólares nesta sexta-feira, por conta da aproximação do fim do ano, ajudou a elevar as cotações da moeda. O dólar fechou em alta de 0,82%, vendido a R$ 1,715.

De acordo com Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da NGO Corretora, essa pressão partiu, principalmente, de empresas multinacionais ultimando o que resta de remessas de juros, dividendos, lucros e até transferência de caixa para suas matrizes, além das operações de companhias com compromissos vincendos com o exterior procurando liquidar seus passivos, já que as duas próximas semanas já envolverão o período festivo do Natal e Ano Novo.

Além dos fatores internos pontuais, a ajuda extra de pressão sobre o câmbio veio do exterior, com o euro firmando-se em baixa e o dólar se valorizando frente a uma cesta de moedas. No entanto, a expectativa é de que o real siga em apreciação enquanto os juros brasileiros continuarem elevados.

Lá fora, o dia foi movimentado. A notícia de que a agência de classificação de risco Moody’s cortou o rating da Irlanda em cinco níveis, a “Baa1”, com perspectiva negativa corroborou com o viés negativo. Ainda por lá, a cúpula da União Européia decidiu, em reunião, criar um mecanismo financeiro de segurança permanente até 2013 e capitalizar o Banco Central Europeu (BCE) em cerca de € 5 bilhões. A ação já era esperada e por isso, não teve forças para inverter o rumo dos negócios.

Nos EUA, a Câmara dos representantes aprovou a extensão do polêmico pacote de corte de impostos por dois anos com o objetivo de ampliar a ajuda aos desempregados.
Fonte: (Simone e Silva Bernardino – Agência IN)

Comercialização chega a 98% em Mato Grosso


A comercialização do milho matogrossense da safra 2009/10 atingiu a marca de 98,2% no mês de dezembro. Em comparação com o mesmo mês da safra 2008/09, os produtores estaduais haviam negociado 84,6% do grão, um aumento de 13,6%. Na safra 2009/10 do grão foram produzidas 8,4 toneladas em uma área estimada em 1,9 milhão de hectares.

De acordo com o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea), no levantamento realizado em novembro, os produtores matogrossenses haviam comercializado 97% da produção. As regiões Nordeste é a única com venda de 100% do produto. Norte e Nordeste já comercializaram 99,7% e 99,4%, respectivamente.

Já as regiões Médio-Norte e Oeste venderam 98,8% e 98,2% do milho produzido respectivamente. As regiões com os menores índices de venda do produto são o Centro-Sul e o Sudeste com 97,8% e 96%.

Fonte: Só Notícias/Alex Fama

Estado comercializa mais de 11 milhões de toneladas

O Instituto mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou ontem o levantamento mensal sobre a comercialização da soja, safra 10/11 no Estado. Como já era esperado, em função da forte valorização da oleaginosa no mercado internacional, a nova safra, recentemente plantada no Estado, já está com mais de 62% de sua produção comercializada de forma antecipada. O volume mensurado supera em 17,18 pontos percentuais (p.p.) os 45% que haviam sido contabilizados em dezembro de 2009.

Considerando as estimativas de que Mato Grosso – o maior produtor nacional de soja do país – terá em 2011 uma safra recorde, tanto em área plantada como em produção, os 62,6% do volume comercializado tomam ainda proporções maiores. Pelas sondagens do Imea, a safra 10/11 deverá atingir a marca de 18,66 milhões de toneladas, das quais, 11,68 milhões toneladas estão vendidas para serem entregues a partir de janeiro, com o início da colheita.

“Tal evolução no volume de vendas antecipadas ocorreu devido ao preço elevado do grão no mercado internacional, fazendo com que os negócios ficassem mais atrativos. No último mês houve uma diferença de 5% em relação ao mês anterior, no qual os produtores seguraram as vendas. As regiões mais adiantadas são a oeste com 69,2% e o centro-sul com 65,5% da produção já negociada”. Ainda conforme levantamento do Imea, no decorrer de 2010 a soja acumula valorização de 53%, com praticamente 100% deste valor, registrado ao longo deste segundo semestre.
Fonte: Diário de Cuiabá