Nos últimos 15 dias a alta no estado foi de 20%.
Animados, os criadores fazem planos para o fim do ano.
Do Globo Rural
Os criadores de suínos em Minas Gerais têm dois bons motivos para comemorar. É que nos últimos 15 dias, o preço recebido pelo quilo do animal vivo aumentou mais de 20% e a expectativa é de que esse mercado deve se manter em alta até o fim do ano.
Os criadores estão recebendo R$ 2,80 pelo quilo do suíno vivo. Considerando que o custo final de cada porco de 110 quilos é de R$ 260, o lucro é de R$ 50 reais por animal.
O suinocultor Thiago Miranda, de Patrocínio, região do Alto Paranaíba, coloca no mercado 1,1 mil animais por mês. Ele também está confiante na manutenção dos preços em alta. "De certa forma, a gente está analisando o mercado com otimismo porque agora no fim do ano, tradicionalmente o consumo é mais elevado. Por outro lado, o mercado externo, o embargo da Rússia está sendo revisto e outros países do leste europeu, como a Ucrânia, estão comprando a nossa carne. Temos também novas fronteiras se abrindo com a China, o Japão e a África do Sul", conta.
BOAS VINDAS
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OBRIGADO PELA VISITA.
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quarta-feira, setembro 21, 2011
Ministério da Agricultura suspende entrada de animais do Paraguai
Medida foi adotada depois de confirmado foco de febre aftosa no país.
Os estados do RS, SC, PR e MS estão em alerta.
Do Globo Rural
No Rio Grande do Sul, a preocupação é que a doença chegue pela fronteira com a Argentina, por isso, as ações se concentram nos municípios de Ijuí, Santa Rosa e São Luiz Gonzaga no noroeste do estado. Barreiras serão montadas nas estradas e as propriedades serão vistoriadas.
No Paraná, estado que tem fronteira com o Paraguai, o exército está ajudando a vistoriar veículos que passam por Foz do Iguaçu trazendo cargas de animais e produtos. A Secretaria de Agricultura do estado intensificou as inspeções em propriedades onde se encontram animais vindos de outros estados.
Em Mato Grosso do Sul, estado mais próximo do foco de aftosa identificado no Paraguai, as medidas para evitar a entrada da doença no Brasil já estão sendo adotadas. Uma delas é o reforço da fiscalização em 11 municípios que ficam na fronteira.
Em Florianópolis, houve reuniões durante todo o dia desta terça-feira (20). Santa Catarina é o único estado brasileiro livre de aftosa sem vacinação. O governo local chegou a anunciar emergência sanitária, mas o secretário de Agricultura de Santa Catarina, João Rodrigues, informou que foi decretado estado de alerta sanitário, considerado menos grave. A intenção é evitar preocupação nos mercados internacionais.
O governo catarinense decidiu proibir a entrada de caminhões com produtos vegetais, principalmente grãos. Somente a produção paraguaia destinada à exportação pelo porto de São Francisco será autorizada, desde que transite por um corredor sanitário estabelecido pelo governo.
Em Brasília, o Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, se reuniu com representantes dos quatro estados e disse que vai adotar medidas necessárias para evitar que a aftosa entre no Brasil.
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Valdecir José Pinto
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9/21/2011 08:11:00 AM
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Guerra fiscal e importações do Mercosul prejudicam setor leiteiro do Rio Grande do Sul
O fechamento de duas unidades de lácteos nos últimos dias, com a alegação da necessidade de redução de custos pelas empresas, revela as dificuldades de competição do setor no Rio Grande do Sul. O problema tem origem em diferenças tributárias e é agravado pelo avanço das importações de produtos do setor.
Apesar de o consumo interno estar em alta, o leite longa vida gaúcho, por exemplo, perde mercado devido a incentivos tributários à industrialização em outros Estados, o que faz o produto envasado no Rio Grande do Sul chegar 20% mais caro em São Paulo e 8% no Rio de Janeiro.
Nos últimos anos, a saída encontrada pelas empresas instaladas no Estado foi apostar na produção de leite em pó e queijos, com custos menores de transporte para o centro do país, observa o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini. A alternativa, porém, começa a esbarrar na importação cada vez maior de lácteos, capitaneada justamente por leite em pó e queijos do Mercosul, que têm a entrada facilitada pelos custos de produção menores e câmbio favorável. Conforme o Sindilat, até agosto, o país importou 56 mil toneladas de leite em pó, mais do que todo o volume de 2010.
- Não conseguimos concorrer com o preço do produto que está entrando - diz Palharini, sustentando que, enquanto o quilo do leite em pó do Mercosul chega a R$ 7, o custo de produção no Estado fica em R$ 8,50, em média.
Com as margens de manobras escassas e as exportações travadas pelo dólar baixo, a saída encontrada para reduzir custos, diz Palharini, é fechar unidades menos competitivas e transferir a produção, apesar de o Estado ser a segunda bacia leiteira do país.
Uma das frentes para suavizar a guerra fiscal é negociar equalização tributária com o governo gaúcho. Nesta segunda, dia 19, representantes do Conselho Estadual do Leite, que reúne indústria, produtores e cooperativas, vão à Secretaria Estadual da Fazenda expor a situação.
No caso que envolve o Mercosul, o Brasil negocia a renovação do acordo de autolimitação das exportações da Argentina. O teto era de 3,3 mil toneladas/mês, mas, como venceu em abril, os volumes aumentaram. Ao mesmo tempo em que os argentinos pedem a elevação do limite, pregam que o Brasil feche acordo semelhante com o Uruguai. Um novo encontro ocorrerá dia 28, em Buenos Aires. Para o presidente da Comissão de Leite da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Jorge Rodrigues, os três países deveriam construir em bloco uma política de exportações para fora do Mercosul.
O presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), José Ernesto Ferreira, reclama que o "descontrole" no ingresso de leite do Mercosul tem segurado os preços pagos ao produtor e atrapalhado o planejamento de investimentos de toda a cadeia. O analista Rafael Ribeiro de Lima Filho, da Scot Consultoria, avalia, no entanto, que, apesar do forte ingresso de importados, o preço ao produtor não recuou e o país registra elevação no consumo. Em 2000, o consumo per capita de lácteos era de 120 litros/ano. Em 2010 chegou a 161 - destaca.
A matéria é do Zero Hora (RS), adaptada pela Equipe MilkPoint
Apesar de o consumo interno estar em alta, o leite longa vida gaúcho, por exemplo, perde mercado devido a incentivos tributários à industrialização em outros Estados, o que faz o produto envasado no Rio Grande do Sul chegar 20% mais caro em São Paulo e 8% no Rio de Janeiro.
Nos últimos anos, a saída encontrada pelas empresas instaladas no Estado foi apostar na produção de leite em pó e queijos, com custos menores de transporte para o centro do país, observa o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini. A alternativa, porém, começa a esbarrar na importação cada vez maior de lácteos, capitaneada justamente por leite em pó e queijos do Mercosul, que têm a entrada facilitada pelos custos de produção menores e câmbio favorável. Conforme o Sindilat, até agosto, o país importou 56 mil toneladas de leite em pó, mais do que todo o volume de 2010.
- Não conseguimos concorrer com o preço do produto que está entrando - diz Palharini, sustentando que, enquanto o quilo do leite em pó do Mercosul chega a R$ 7, o custo de produção no Estado fica em R$ 8,50, em média.
Com as margens de manobras escassas e as exportações travadas pelo dólar baixo, a saída encontrada para reduzir custos, diz Palharini, é fechar unidades menos competitivas e transferir a produção, apesar de o Estado ser a segunda bacia leiteira do país.
Uma das frentes para suavizar a guerra fiscal é negociar equalização tributária com o governo gaúcho. Nesta segunda, dia 19, representantes do Conselho Estadual do Leite, que reúne indústria, produtores e cooperativas, vão à Secretaria Estadual da Fazenda expor a situação.
No caso que envolve o Mercosul, o Brasil negocia a renovação do acordo de autolimitação das exportações da Argentina. O teto era de 3,3 mil toneladas/mês, mas, como venceu em abril, os volumes aumentaram. Ao mesmo tempo em que os argentinos pedem a elevação do limite, pregam que o Brasil feche acordo semelhante com o Uruguai. Um novo encontro ocorrerá dia 28, em Buenos Aires. Para o presidente da Comissão de Leite da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Jorge Rodrigues, os três países deveriam construir em bloco uma política de exportações para fora do Mercosul.
O presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), José Ernesto Ferreira, reclama que o "descontrole" no ingresso de leite do Mercosul tem segurado os preços pagos ao produtor e atrapalhado o planejamento de investimentos de toda a cadeia. O analista Rafael Ribeiro de Lima Filho, da Scot Consultoria, avalia, no entanto, que, apesar do forte ingresso de importados, o preço ao produtor não recuou e o país registra elevação no consumo. Em 2000, o consumo per capita de lácteos era de 120 litros/ano. Em 2010 chegou a 161 - destaca.
A matéria é do Zero Hora (RS), adaptada pela Equipe MilkPoint
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9/21/2011 08:06:00 AM
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Argentinos recusam proposta para o trigo
Os produtores de trigo da Argentina rejeitaram uma proposta da Agricultores Federados Argentinos (AFA) que, supostamente, pretende acabar com as distorções na comercialização dos cereais no mercado local.
A AFA, cooperativa apoiada pelo governo, sugere que, uma vez realizada a projeção da produção anual pelo Ministério de Agricultura, os produtores recebam dois certificados emitidos pela Administração Federal de Renda Pública (Afip), equivalente à Receita Federal. Um deles compromete o produtor a vender 40% de sua safra ao mercado doméstico. O outro garante a exportação do trigo disponível.
Para o secretário da Confederações Rurais Argentinas (CRA), Javier Jayo Ordoqui, a medida "não resolve o problema porque a interferência do governo no mercado continua". Para ele, a proposta "é uma artimanha para disfarçar a transferência de valor do produto para os compradores, moinhos e exportadores". Segundo ele, quando o mercado sabe que a demanda está garantida por valor máximo controlado pelo governo, deprime os preços.
Fonte: DCI
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9/21/2011 07:55:00 AM
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segunda-feira, setembro 19, 2011
USDA indica piora nas condições das lavouras de soja e milho dos EUA
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou no final da tarde desta segunda-feira, 19, mais um relatório semanal de acompanhamento de safra.
De acordo com o boletim, as lavouras de soja em condições boas ou excelentes nos EUA somavam 53 % da área em 18 de setembro, abaixo dos 56% registrados na semana passada. Uma redução, portanto, de 3 pontos percentuais.
Com a nova queda, o índice se aumentou a distância da média de 5 anos, que é de 6 1% para o período. O somatório também está abaixo do exibido na mesma época, há um ano ( 63 %).
Com relação aos estados, Illinois apresentou o maior avanço no índice bom/excelente, com avanço de 3 pontos percentuais. Porém, as intensas quedas nas condições das lavouras de Dakota do Sul e Minnesota predominaram. O somatório caiu para 9 e 10 pontos percentuais, respectivamente.
De acordo com relatório, 33% das plantações dos EUA estavam em maturação no domingo. O índice continua bem abaixo da mesma época do ano anterior (56%) e da média de cinco anos, que é de 47%.
No caso do milho, as plantações em boas ou excelentes condições ficaram em 51% da área, abaixo dos 53% da área com bom desempenho na última semana. O recuo foi, portanto, de 2 pontos percentuais. No ano passado, o somatório bom/excelente era de 68 %. A média de cinco anos é de 64 %.
De acordo com o relatório, 46% das plantações do cereal do país estavam em fase de maturação, abaixo dos 48% da média de cinco anos e dos 67% de 2010, confirmando, portanto, atraso no processo.
Fonte: Notícias Agrícolas // Marília Pozzer
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9/19/2011 10:43:00 PM
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Soja encerra pregão regular na CBOT com mais de 20 pontos de baixa
Os futuros da soja encerraram o primeiro pregão regular da semana com fortíssimas quedas. A oleaginosa despencou logo no início da sessão caindo mais de 27 pontos nos principais vencimentos, recuperou um pouco as perdas e fechou com 21 pontos de baixa no vencimento maio/12.
O milho, que durante boa parte do pregão também operou com grandes baixas conseguiu retomar o fôlego e fechou no misto, com leves perdas. Já o trigo, que também é pressionado pelos fundamentos climáticos nos EUA, fechou com 16 pontos de queda.
As dúvidas quanto ao futuro da economia mundial, mais uma vez, levaram os investidores a liquidar posições não só no complexo de grãos, mas também no mercado financeiro. Hoje, as principais Bolsas do mundo fecharam em queda. O dólar registrando forte valorização, também ajudou a puxar para baixo os futuros das commodities em Chicago.
De acordo com analistas, a preocupação quanto a um desaquecimento da demanda mundial frente à crise na Europa e nos EUA também pressionou os fundos especulativos, que diminuíram sua exposição ao risco durante a sessão e pressionou os preços dos grãos.
Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira
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9/19/2011 10:31:00 PM
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domingo, setembro 18, 2011
Copérdia e Coperio fecham acordo
Agora, a decisão é com os associados. Acordo foi fechado nesta sexta-feira, dia 16.09 e divulgado no início da tarde.
Está selado o acordo que une a Copérdia e a Coperio. Representantes das duas cooperativas estiveram reunidos em Concórdia nesta sexta-feira, dia 16.09. O acordo foi assinado nesta tarde. Depois de meses de negociação, foi finalizado o processo de união , apontado como uma alternativa viável por um estudo desenvolvido pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC). Agora, caberá aos quadros de associados das duas organizações aprovarem o encaminhamento.
Além de atuar no Alto Uruguai, agora a Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia terá abrangência no Baixo Vale do Rio do Peixe. A reportagem da Rádio Rural acompanhou o final da reunião realizada nesta manhã. Dirigentes da Copérdia e da Coperio não se manifestaram sobre as discussões.
Estrutura da Copérdia
A Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia (Copérdia) atua em 20 municípios. Possui 8.847 associados e 564 colaboradores.
Estrutura da Coperio
A Coperio possuiu sete mil associados atendendo 55 municípios da região de Joaçaba. São 41 lojas agropecuárias, três postos de recebimento de leite e duas fábricas de ração. Além disso, seis unidades de produção de leitões.
Fonte: Rádio Rural
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9/18/2011 10:55:00 PM
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Produtores do PR aumentam a área de milho de olho no preço da saca
Atualizado em 18/09/2011 08h30
O plantio começou no Paraná, que é dos principais produtores nacionais. Preço médio na região é de R$ 22, 40% a mais do que o obtido em 2010.
Do Globo Rural
imprimir Na fazenda que fica em Cascavel, no oeste do Paraná, o agricultor Vinícius Lararin está com as máquinas no campo. Ele já semeou metade dos 150 hectares que reservou para o plantio do milho. Que neste ano, ocupa 40% da área da fazenda, o dobro do ano passado. Área que antes seria ocupada com soja.
No Paraná os produtores aumentaram a área de milho de olho no preço da saca, bem mais atrativo do que no ano passado. E a expectativa é concluir os trabalhos até o fim desse mês.
“No ano passado, na safra de verão, o pessoal plantou um pouco menos de milho porque a soja estava em um preço melhor, e o milho estava um pouco mais baixo do que está hoje. Com esse preço que o milho se encontra hoje, é mais lucrativo plantar um pouco mais de milho”, declara Vinícius Lazarini, agricultor.
O preço médio hoje na região é de 22 reais, 40% a mais do que o obtido no ano passado. O aumento tem a ver com a quebra da safra americana. A produção será de 317,4 milhões toneladas, 26 milhões a menos que o previsto no início do plantio.
O analista de mercado, Antônio Sartori, explicou os motivos. “Problemas de clima. Iniciou mal já no plantio em maio. Julho foi uma seca terrível, e continua sendo uma seca muito forte no Sul e no Centro-Oeste também, e ainda eles não colheram. Tem ainda mais 15, 20 dias desse clima pela frente”.
Com os preços em alta e o mercado precisando de milho, muitos agricultores estão fechando vendas antecipadas do produto. “A verdade é que o milho está em um preço bom, o mercado internacional tem escassez do milho, e esses preços são muito atrativos para o produtor porque os custos de produção no ano 2012 serão praticamente iguais daqueles custos que foram para o ano 2011”, declara Dilvo Grolli, presidente da Copavel.
Se no Paraná as vendas da safra de verão de milho já estão sendo fechadas, em Mato Grosso os agricultores estão indo além.
Além do milho verão, que está sendo vendido agora, em Mato Grosso, os agricultores estão negociando a safrinha, que será plantada só no ano que vem. Os contratos giram em torno de dez dólares a saca.
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9/18/2011 10:18:00 PM
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Marfrig vende ativos de logística por US$400 milhões
SÃO PAULO (Reuters) - Depois de realizar cerca de duas dezenas de aquisições nos últimos anos e se tornar uma das mais diversificadas empresas de alimentos do mundo, chegou a vez de o brasileiro Marfrig vender.
A companhia terminou o segundo trimestre com uma dívida bruta de 10,3 bilhão de reais, com um indicador de alavancagem de 3,9 vezes, alta contra os 3,59 vezes do primeiro trimestre, após a aquisição da Keystone.
Questionado se os recursos da venda poderiam ser utilizados para novas aquisições, Molina soltou uma gargalhada.
"Não tem nada a ver uma coisa com a outra, primeiro foi estratégico a gente fazer isso, queira ou não queira, melhora o caixa e a relação dívida/Ebitda. Outras aquisições no setor são outra coisa, é outra coisa que a gente tem que estudar, analisar e ver se é viável, não tem nada ver um caso com o outro", declarou.
Ele refutou ideias de que o negócio tenha relação com um suposto interesse do Marfrig nos ativos que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) mandou a Brasil Foods vender. Os ativos à venda da BRF são vistos como complementares aos do Marfrig, segunda maior processadora de carnes do país.
"Não é pra dar a interpretação de que o Marfrig vendeu a empresa para comprar ativos da Brasil Foods, como está todo mundo falando. Não tem nada a ver uma coisa com a outra."
DISTRIBUIÇÃO
O Marfrig continua tendo o sistema de distribuição de carnes próprio, deixando de realizar o transporte de produtos não relacionados ao principal de seu negócio.
O braço de logística da Keystone vendido distribui uma série de outros produtos, como por exemplo guardanapos personalizados, copinhos, canudinhos, a caixa do sanduíche, tendo também o McDonald's como um importante cliente.
"Era uma logística que não fazia serviços para os nossos negócios. Quando compramos a Keystone, compramos o pacote inteiro, mas analisamos nesse período e, como o foco nosso é buscar sinergias, focar no negócio, decidimos pela venda."
A operação foi anunciada menos de uma semana após a criação da Keystone Foods América Latina, planejada para atuar na produção, comercialização e distribuição de alimentos, também com foco em melhora a eficiência.
"Esse é mais um passo de gestão para melhorar a eficiência, para reduzir custos, para a gente estar cada dia mais competitivo... como fizemos muitas aquisições no passado, este ano e no próximo é ano de sinergia e eficiência."
Edição de Marcelo Teixeira)
A companhia terminou o segundo trimestre com uma dívida bruta de 10,3 bilhão de reais, com um indicador de alavancagem de 3,9 vezes, alta contra os 3,59 vezes do primeiro trimestre, após a aquisição da Keystone.
Questionado se os recursos da venda poderiam ser utilizados para novas aquisições, Molina soltou uma gargalhada.
"Não tem nada a ver uma coisa com a outra, primeiro foi estratégico a gente fazer isso, queira ou não queira, melhora o caixa e a relação dívida/Ebitda. Outras aquisições no setor são outra coisa, é outra coisa que a gente tem que estudar, analisar e ver se é viável, não tem nada ver um caso com o outro", declarou.
Ele refutou ideias de que o negócio tenha relação com um suposto interesse do Marfrig nos ativos que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) mandou a Brasil Foods vender. Os ativos à venda da BRF são vistos como complementares aos do Marfrig, segunda maior processadora de carnes do país.
"Não é pra dar a interpretação de que o Marfrig vendeu a empresa para comprar ativos da Brasil Foods, como está todo mundo falando. Não tem nada a ver uma coisa com a outra."
DISTRIBUIÇÃO
O Marfrig continua tendo o sistema de distribuição de carnes próprio, deixando de realizar o transporte de produtos não relacionados ao principal de seu negócio.
O braço de logística da Keystone vendido distribui uma série de outros produtos, como por exemplo guardanapos personalizados, copinhos, canudinhos, a caixa do sanduíche, tendo também o McDonald's como um importante cliente.
"Era uma logística que não fazia serviços para os nossos negócios. Quando compramos a Keystone, compramos o pacote inteiro, mas analisamos nesse período e, como o foco nosso é buscar sinergias, focar no negócio, decidimos pela venda."
A operação foi anunciada menos de uma semana após a criação da Keystone Foods América Latina, planejada para atuar na produção, comercialização e distribuição de alimentos, também com foco em melhora a eficiência.
"Esse é mais um passo de gestão para melhorar a eficiência, para reduzir custos, para a gente estar cada dia mais competitivo... como fizemos muitas aquisições no passado, este ano e no próximo é ano de sinergia e eficiência."
Edição de Marcelo Teixeira)
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