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quarta-feira, janeiro 12, 2011

Preço agrícola acumula alta de 26,66% em 12 meses, diz FGV

Avanço é relativo a primeira prévia do IGP-M.
Maiores altas partiram de café em grão, soja em grão e cana-de-açúcar.

Inflação do aluguel desacelera na primeira prévia do ano, diz FGVOs preços dos produtos agrícolas no atacado acumulam taxa positiva de 26,66% em 12 meses, até a primeira prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) deste mês, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Já os preços dos produtos industriais no atacado mostraram alta de 9,72% em 12 meses, até a primeira prévia de janeiro.

Até a primeira prévia do IGP-M de janeiro, o IPA registra aumento acumulado de 13,77% em 12 meses. A informação foi anunciada pela FGV, que divulgou nesta segunda-feira (10) a primeira prévia do IGP-M no mês - sendo que o IPA representa 60% do total do indicador.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais acumulam aumentos de 6,56% em 12 meses até a primeira prévia de janeiro. Já os preços dos bens intermediários subiram 7,62% em 12 meses. Por fim, os preços das matérias-primas brutas registram aumento de 34,43% 12 meses, até a primeira prévia anunciada hoje.

Segundo a FGV, entre os produtos pesquisados no atacado, as altas mais expressivas no âmbito da primeira prévia do IGP-M de janeiro foram registradas em café em grão (7,44%); soja em grão (1,47%); e cana-de-açúcar (2,42%). Já as mais expressivas quedas de preço no atacado foram apuradas em minério de ferro (-2,29%); feijão em grão (-14,37%); e bovinos (-2,12%).
Da Agência Estado

Receita com exportação de suínos cresce 9,3% em 2010, diz Abipecs

Voluem, no entanto, apresentou queda de 11,04%, para 540,4 mil toneladas.
Forte valorização do real reduziu a competitividade do produto brasileiro.

A receita cambial com exportação de carne suína cresceu 9,32% em 2010 em relação ao ano anterior, evoluindo de US$ 1,23 bilhão para US$ 1,34 bilhão. No período, o volume apresentou queda de 11,04%, passando de 607,5 mil toneladas em 2009, para 540,4 mil toneladas em 2010. Os resultados fazem parte de levantamento da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), divulgado nesta terça-feira (11).

Conforme comunicado da associação, a crise financeira de 2008/2009 continuou a prejudicar os volumes e os preços das exportações de carne suína em 2010. A boa evolução dos preços, 22,9% superiores aos de 2009, ainda ficou aquém das cotações obtidas no período de janeiro a outubro de 2008, que antecedeu a crise.

Segundo a Abipecs, outro fator importante que atrapalhou o resultado de volume exportado foi a forte valorização do real, que reduziu a competitividade do produto brasileiro em relação aos principais concorrentes: Estados Unidos e alguns países da União Europeia.

Os exportadores comentam, ainda, que a oferta ajustada à demanda externa, a forte expansão do consumo interno e a elevação dos preços nos mercados interno e externo também influenciaram os embarques de carne suína brasileira.

Segundo o comunicado, a Rússia, principal mercado, teve sua moeda fortemente desvalorizada, o que contribuiu para a melhora da competitividade dos Estados Unidos e da Europa naquele mercado. Além disso, a desvalorização do dólar fez com que os custos de produção nos Estados Unidos ficassem semelhantes aos do Brasil, avalia a Abipecs.

Como em quase todos os setores da economia brasileira, o mercado interno, em 2010, esteve muito mais atrativo do que o externo. Diante dessa situação, os exportadores puderam exercer opção por não vender aos preços que os importadores ofereciam, preferindo melhor remunerar seus produtos no mercado doméstico.

Da Agência Estado

RS terá leilão para 50 mil toneladas de arroz

Produto terá como destino final, principalmente, o mercado externo.
Preço do grão está há 14 semanas em tendência de queda.

imprimir Esperamos que o mercado se regularize e atinja um preço de equilíbrio"Wagner RossiO ministro da Agricultura, Wagner Rossi, anunciou nesta terça-feira (11) que o governo ofertará 50 mil toneladas de arroz por meio de leilões de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP) para o Rio Grande do Sul. Ele também informou que o Estado de Santa Catarina será contemplado com 7,5 mil toneladas com o mesmo tipo de operação. O prêmio foi estipulado em R$ 4,82 por saca. Segundo o deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS), isso significa R$ 96 por tonelada.

O arroz terá como destino final, principalmente, o mercado externo. Conforme Rossi, a ação foi planejada em conjunto com os ministérios da Fazenda e do Planejamento após a verificação de que o preço do grão está há 14 semanas em tendência de queda e recentemente caiu abaixo do valor mínimo estipulado pelo governo. "Com isso, esperamos que o mercado se regularize e atinja um preço de equilíbrio", disse Rossi.

Segundo ele, o governo continuará estudando medidas para respaldar o produtor, mas tomando cuidado para que não haja impacto relevante sobre a inflação. "Acreditamos que o leilão de PEP será suficiente para conter a queda dos preços do arroz", disse.

De acordo com o ministro, o resultado da operação será monitorado pelo ministério e, se houver necessidade, outras medidas serão tomadas em "ocasião oportuna". Rossi disse ainda que a portaria com as normas do leilão será publicada amanhã para haver tempo suficiente para a operação ser realizada na quarta-feira da semana que vem.

Assim como adiantou ontem, Rossi descartou a possibilidade de realização de Aquisição do Governo Federal (AGV). "Isso não está em pauta". Apesar de ter dito ontem que o governo também prepara operações para o trigo, Rossi não detalhou os leilões para esse grão.

Pelos cálculos de Heinze, o prêmio oferecido pelo governo agora é 26% maior que o verificado no mês passado. "O prêmio anterior não estimulava a participação no leilão, principalmente após as mudanças internacionais e o câmbio", avaliou o deputado. Para ele, é possível que essa sinalização do governo de que pode atuar mais já colabore para que os preços deixem de cair.

Pela manhã, ele havia informado à Agência Estado que solicitaria um leilão de 500 mil toneladas de arroz, 10 vezes mais do que o proposto pelo governo agora. O deputado avaliou há pouco, no entanto, que é melhor para todos a realização de vários leilões de pequeno porte do que um grande e com pouca adesão.

Da Agência Estado

terça-feira, janeiro 11, 2011

Mundo EUA: Wall Street finaliza sem direção comum

.As principais bolsas de valores norteamericanas finalizaram o pregão desta segunda-feira sem direção comum. Wall Street foi influenciado pelo retorno das preocupações com países europeus. Com isso, na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE, na sigla em inglês), o índice Dow Jones Industrial Average recuou 0,32%, aos 11.637 pontos. O S&P 500 perdeu 0,14%, aos 1.269 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq aumentou 0,17%, aos 2.707 pontos.

Para Pedro Galdi, analista de investimentos da SLW Correotora, o movimento vendedor observado na sexta-feira em função de dados ruins nos EUA prosseguiu. Por lá, o número de vagas de trabalho criadas em dezembro somaram 103 mil, contra estimativa de 150 mil.

Além disso, a situação europeia também ajudou para no desempenho. No velho continente, "os países vão passar por testes essa semana, com grandes vendas de títulos da zona do euro na faixa estimada em € 20 bilhões", destaca a equipe econômica da ON Investimentos. São aguardados títulos da Alemanha, Holanda, Itália, Espanha e Portugal.

No lado das empresas, os produtores norteamericanos de eletricidade Duke Energy e Progress Energy anunciaram nesta segunda-feira fusão, que dará origem à maior empresa do setor nos Estados Unidos, com 7,1 milhões de clientes e uma capitalização em bolsa de US$ 27 bilhões.

Já o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) anunciou nesta segunda-feira uma injeção recorde no Tesouro de US$ 78,4 bilhões, proveniente dos lucros que a instituição emissora obteve em 2010.
(Redação - Agência IN)

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Soja a mais de R$ 50 na abertura da colheita


A colheita da safra brasileira 2010/11 começa embalada pela arrancada dos preços internacionais da soja. Na semana em que Mato Grosso largou as primeiras colheitadeiras no campo, as cotações da oleaginosa voltaram a se aproximar dos US$ 14 o bushel (27,2 quilos) na Bolsa de Chicago, o que não ocorria desde setembro de 2008, antes do estouro da crise econômica mundial. Apesar de terem recuado um pouco neste início de 2011, a tendência é que os preços continuem fortalecidos nos próximos meses, favorecendo a comercialização da produção brasileira, preveem analistas.

No último pregão de 2010, o primeiro contrato do grão foi a US$ 13,94 o bushel, o equivalente a US$ 30,74 ou R$ 51,5 a saca de 60 quilos. Ontem, encerrou a sessão a US$ 13,8325 o bushel, ou US$ 30,51 a saca. A queda de 1% neste ano é apenas um movimento de consolidação do mercado nos atuais patamares e não indica uma reversão da tendência altista, considera o analista da Intertrading Carlos Alexandre Gallas. “Tudo vai depender do andamento da safra sul-americana, principalmente da argentina, mas ainda há espaço para novas altas. Não acho que US$ 14 seja o teto”, avalia.

“O mercado começou o ano mais acomodado. Mas nem mesmo a alta do dólar no mercado internacional segura esse trem. As chuvas que caíram na Argentina nos últimos dias não foram suficientes”, diz o analista norte-americano Jack Scoville, vice presidente do grupo Price Futures. Segundo Gallas, os preços da soja podem inclusive ultrapassar o recorde de 2008, quando o bushel da oleaginosa alcançou US$ 16,58 (US$ 36,57 a saca) em Chicago.

“O consumo está crescendo, colocando os estoques mundiais em níveis perigosos. Por isso, o mercado fica muito sensível ao risco de quebra e deve continuar sustentado. Existe um suporte psicológico muito forte em US$ 13,50”, relata o analista da Intertrading. Para ele, enquanto a safra argentina correr risco, o mercado dificilmente cairá abaixo desse patamar.

Acompanhando a forte valorização da soja, as cotações internacionais do milho avançam com força em Chicago. Ontem, o cereal encerrou o pregão valendo US$ 6,15 por bushel ou US$ 14,53 por saca. A demanda aquecida é o principal combustível para a alta.

Mercado interno

O mercado doméstico tem acompanhado a valorização internacional, apesar de as cotações estarem avançando de forma mais modesta nas principais praças de comercialização do país. No Porto de Paranaguá, o mercado exportador trabalha atualmente com cotações entre R$ 52 ou R$ 53 para o produto a ser entregue entre março e maio, mas houve negócios a R$ 55 a saca, conforme a Intertrading. “O produtor brasileiro tem aproveitado as cotações mais altas, vendendo quando pode. Mas o câmbio é o grande limitador dos ganhos no mercado interno”, afirma Gallas.

Levantamento da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab) mostra que a oleaginosa chegou a R$ 50 em Ponta Grossa ontem. Na média estadual, ficou em R$ 45,61/saca. O preço é 4% superior à cotação média do mês passado e 23% superior ao praticado há um ano.
Fonte: Gazeta do Povo