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sábado, dezembro 25, 2010

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domingo, dezembro 19, 2010

Cooperativas deverão agregar valor à soja destinada para biodiesel

Três cooperativas paranaenses que possuem a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP)/Pessoa Jurídica estão fechando contratos com indústrias de biodiesel, que necessitam da aquisição de pelo menos 30% de soja da agricultura familiar para obterem o Selo Combustível Social


São elas a Coasul, de São João, a Coagro, de Capanema, e a Copagril, de Marechal Cândido Rondon. "Com o fornecimento de soja para a produção de biodiesel, as cooperativas deverão agregar entre R$ 1,30 e R$ 1,60 por saca de 60 quilos ao preço de mercado do grão praticado nas diferentes regiões onde elas atuam", informa o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti.

Reunião - Ele participou, nesta terça-feira (14/12), em Francisco Beltrão, Sudoeste do Estado, de uma reunião realizada em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Técnicos do MDA apresentaram o Sistema de Gerenciamento das Ações do Biodiesel (Sabido) que faz parte do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel. "É um novo software que possibilitará às cooperativas fornecer dados dos agricultores familiares cooperados que farão parte do programa. Foi realizado um teste prático do Sabido, que começará a ser utilizado oficialmente em breve, após a edição de uma instrução normativa", informou ainda Mafioletti.

Outros participantes - A reunião teve 29 participantes, entre profissionais da Coasul, Coagro e Copagril; representantes da Coopagrícola, de Ponta Grossa; Cocari, de Mandaguari e Lar, de Medianeira, além de técnicos das cooperativas de Santa Catarina, Cooper Itaipu, Cooper A 1 e Auriverde.

Importação de trigo sobe 24% em plena safr

O dólar favorável à importação estimulou a entrada no país de um volume crescente de trigo do exterior, sobretudo do Paraguai e do Uruguai

Desde setembro, pico da safra no Brasil, foram importadas 1,351 milhão de toneladas do cereal, 24% mais do que em igual intervalo de 2009. Diante disso, produtores brasileiros pediram que o governo crie restrições à importação do cereal durante a safra no Brasil.

O trigo brasileiro, já 100% colhido, está sendo preterido mesmo com preços menores. O que ocorre, segundo Élcio Bento, analista da Safras & Mercado, é que a diferença no valor não consegue compensar algumas vantagens do trigo importado dos vizinhos do Mercosul, como homogeneidade - no Brasil há mistura de trigo em armazéns.

O trigo do Paraguai chega a São Paulo valendo US$ 330 por tonelada - o produto paranaense está em US$ 320. Já o produto argentino, cuja colheita tem pico este mês, chega a São Paulo por entre US$ 340 e US$ 350 a tonelada.

Em setembro, quando o produto importado começou a entrar no país, a colheita do trigo paranaense já estava em seu pico. No entanto, desde então, pouco vem sendo comercializado de cereal nacional, afirma Flávio Turra, gerente técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar).

A produção brasileira está estimada em 6,5 milhões de toneladas. A venda, no entanto, atinge 35% desse total, quando, deveria estar entre 40% e 45%, diz Turra. "Ainda assim, do total de 2 milhões de toneladas vendidas até agora, 1,5 milhão foram via leilões do governo, incluindo as 442 mil toneladas vendidas no leilão de ontem".

Por isso, na quarta-feira o setor triticultor fez uma série de pedidos ao governo para a safra 2011 de trigo. Uma das reivindicações é a restrição à importação do cereal durante a safra no Brasil, que vai de 1 de setembro e 31 de janeiro, afirmou Turra.

Ontem, o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), o embaixador Sérgio Amaral, considerou a restrição prematura. "Neste momento, o trigo tem perspectiva altista", diz Amaral.

Demanda de fim de ano pressiona e dólar sobe.

Sex, 17 de Dezembro de 2010 17:33

.A acentuada demanda por dólares nesta sexta-feira, por conta da aproximação do fim do ano, ajudou a elevar as cotações da moeda. O dólar fechou em alta de 0,82%, vendido a R$ 1,715.

De acordo com Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da NGO Corretora, essa pressão partiu, principalmente, de empresas multinacionais ultimando o que resta de remessas de juros, dividendos, lucros e até transferência de caixa para suas matrizes, além das operações de companhias com compromissos vincendos com o exterior procurando liquidar seus passivos, já que as duas próximas semanas já envolverão o período festivo do Natal e Ano Novo.

Além dos fatores internos pontuais, a ajuda extra de pressão sobre o câmbio veio do exterior, com o euro firmando-se em baixa e o dólar se valorizando frente a uma cesta de moedas. No entanto, a expectativa é de que o real siga em apreciação enquanto os juros brasileiros continuarem elevados.

Lá fora, o dia foi movimentado. A notícia de que a agência de classificação de risco Moody’s cortou o rating da Irlanda em cinco níveis, a “Baa1”, com perspectiva negativa corroborou com o viés negativo. Ainda por lá, a cúpula da União Européia decidiu, em reunião, criar um mecanismo financeiro de segurança permanente até 2013 e capitalizar o Banco Central Europeu (BCE) em cerca de € 5 bilhões. A ação já era esperada e por isso, não teve forças para inverter o rumo dos negócios.

Nos EUA, a Câmara dos representantes aprovou a extensão do polêmico pacote de corte de impostos por dois anos com o objetivo de ampliar a ajuda aos desempregados.
Fonte: (Simone e Silva Bernardino – Agência IN)

Comercialização chega a 98% em Mato Grosso


A comercialização do milho matogrossense da safra 2009/10 atingiu a marca de 98,2% no mês de dezembro. Em comparação com o mesmo mês da safra 2008/09, os produtores estaduais haviam negociado 84,6% do grão, um aumento de 13,6%. Na safra 2009/10 do grão foram produzidas 8,4 toneladas em uma área estimada em 1,9 milhão de hectares.

De acordo com o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea), no levantamento realizado em novembro, os produtores matogrossenses haviam comercializado 97% da produção. As regiões Nordeste é a única com venda de 100% do produto. Norte e Nordeste já comercializaram 99,7% e 99,4%, respectivamente.

Já as regiões Médio-Norte e Oeste venderam 98,8% e 98,2% do milho produzido respectivamente. As regiões com os menores índices de venda do produto são o Centro-Sul e o Sudeste com 97,8% e 96%.

Fonte: Só Notícias/Alex Fama

Estado comercializa mais de 11 milhões de toneladas

O Instituto mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou ontem o levantamento mensal sobre a comercialização da soja, safra 10/11 no Estado. Como já era esperado, em função da forte valorização da oleaginosa no mercado internacional, a nova safra, recentemente plantada no Estado, já está com mais de 62% de sua produção comercializada de forma antecipada. O volume mensurado supera em 17,18 pontos percentuais (p.p.) os 45% que haviam sido contabilizados em dezembro de 2009.

Considerando as estimativas de que Mato Grosso – o maior produtor nacional de soja do país – terá em 2011 uma safra recorde, tanto em área plantada como em produção, os 62,6% do volume comercializado tomam ainda proporções maiores. Pelas sondagens do Imea, a safra 10/11 deverá atingir a marca de 18,66 milhões de toneladas, das quais, 11,68 milhões toneladas estão vendidas para serem entregues a partir de janeiro, com o início da colheita.

“Tal evolução no volume de vendas antecipadas ocorreu devido ao preço elevado do grão no mercado internacional, fazendo com que os negócios ficassem mais atrativos. No último mês houve uma diferença de 5% em relação ao mês anterior, no qual os produtores seguraram as vendas. As regiões mais adiantadas são a oeste com 69,2% e o centro-sul com 65,5% da produção já negociada”. Ainda conforme levantamento do Imea, no decorrer de 2010 a soja acumula valorização de 53%, com praticamente 100% deste valor, registrado ao longo deste segundo semestre.
Fonte: Diário de Cuiabá

domingo, dezembro 05, 2010

Sáb, 04 de Dezembro de 2010 00:10 .Confira os principais fatos relevantes da semana de 29 de novembro a 03 de dezembro de 2010

FOCUS: Analistas reduzem para 7,55% expectativa de alta do PIB em 2010



A projeção dos analistas do mercado financeiro para o desempenho da economia brasileira sofreu retração nesta última semana. De acordo com o boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC), a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 passou de 7,60% para 7,55%. Para o próximo ano, a previsão de expansão foi mantida em 4,50%, pela 51ª semana.



AVIAÇÃO: Desembarques domésticos batem recorde em outubro



Os desembarques domésticos bateram recorde em outubro deste ano. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), durante o mês, 6.118.590 passageiros desembarcaram em voos nacionais. O resultado é 12,19% superior ao mesmo período do ano passado, quando se registrou o desembarque de 5.454.012 passageiros em voos domésticos.



INFLAÇÃO: IGP-M varia 1,45% em novembro



O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) variou 1,45% em novembro deste ano, contra taxa de 1,01% no mês anterior, segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Dentre os componentes do indicador, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 1,84%. No mês anterior, a taxa foi de 1,30%.



ZONA DO EURO: Zona do euro crescerá 1,5% em 2011 e 1,8% em 2012



A Comissão Europeia manteve nesta segunda-feira sua previsão de que o crescimento econômico desacelerará em 2011 na zona do euro, a 1,5% do PIB, antes de registrar aceleração em 2012, a 1,8%. Os 16 países que compartilham da moeda única crescerão, além disso, 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, confirmou o executivo comunitário em suas previsões de outono.



ESPANHA: Taxas de juros a 10 anos da Espanha têm recorde desde 2002



As taxas de juros das emissões de títulos do Estado espanhol a 10 anos chegaram às 11H10 GMT (9H10 de Brasília) a 5,330%, um novo recorde desde 2002, um dia depois do anúncio do plano de ajuda à Irlanda. Isso supõe uma diferença de 258 pontos de base em relação às emissões alemãs, cujo tipo de juros serve de referência.



ZONA DO EURO: Sentimento econômico melhora na zona do euro e UE



O Indicador de Sentimento Econômico (ESI, na sigla em inglês) melhorou em novembro deste ano tanto nos 16 países que compõem a zona do euro como nos 27 países que compõem a União Europeia, segundo dados divulgados pela Comissão Europeia. De acordo com a pesquisa, na zona do euro o dado registrou acréscimo de 1,5 ponto, para 105,3 pontos. Na União Europeia, a alta foi de 1,3 ponto, para 105,2 pontos.



TESOURO: Economia para o pagamento dos juros da dívida cai em outubro



Sem os efeitos da capitalização da Petrobras e com o crescimento dos investimentos federais, o esforço fiscal encolheu em outubro. Segundo números divulgados pelo Tesouro Nacional, o superávit primário - economia de recursos para pagar os juros da dívida pública - do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) somou R$ 7,716 bilhões no mês passado, contra R$ 26,018 bilhões em setembro.



CONSTRUÇÃO: Governo renova isenção do IPI para produtos de construção



O ministro da Fazendo, Guido Mantega, anunciou a renovação da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos de construção. O anúncio foi feito durante o ConstruBusiness 2010 - 9º Congresso Brasileiro da Construção, realizado na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A medida entra em vigor a partir de 1 de janeiro de 2011 e terá validade até 31 de dezembro do mesmo ano.



EUA: Obama anuncia congelamento de salários públicos por dois anos



O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, propôs congelar os salários dos funcionários públicos, em mais uma tentativa de frear o enorme déficit público. A Casa Branca informou em comunicado que o congelamento, previsto por cerca de dois anos, permitiria economizar US$ 2 bilhões no ano fiscal de 2011.



AVIAÇÃO: Anac suspende venda de bilhetes da TAM



A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu a venda de bilhetes da companhia aérea TAM para todas as rotas domésticas com decolagem prevista até a próxima sexta-feira (3). A intenção é evitar a ampliação dos problemas para os passageiros. A agência identificou que a TAM está apresentando atrasos e cancelamentos acima da média do setor. A expectativa é que a situação esteja normalizada até quarta-feira (1), do contrário, novas medidas serão adotadas.



PAPEL E CELULOSE: Exportações do setor de celulose e papel avançam



Com um total de US$ 5,5 bilhões, o valor das exportações da indústria brasileira de celulose e papel entre janeiro e outubro de 2010 já supera o valor registrado em todo o ano de 2009 (US$ 5 bilhões) e se aproxima do montante dos 12 meses de 2008 (US$ 5,8 bilhões). No acumulado de 2010, as vendas externas de celulose somaram US$ 3,88 bilhões e as de papel, US$ 1,65 bilhão.



VAREJO: Vendas dos supermercados crescem 3,85% em outubro



As vendas reais do setor supermercadista em outubro de 2010 aumentaram 3,85% em relação a outubro de 2009, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em comparação com setembro deste ano, houve alta real de 7,02%. No acumulado dos dez meses de 2010, as vendas do setor supermercadista alcançaram alta de 4,66%, na comparação com igual período de 2009.



PREVIDÊNCIA: Superávit urbano soma R$ 9 bilhões no acumulado do ano



A Previdência Social registrou, em outubro, superávit de R$ 1,5 bilhão no setor urbano. É a oitava vez consecutiva que o saldo entre arrecadação e pagamento de benefícios fica positivo este ano. O valor exclui o pagamento de sentenças judiciais e a Compensação Previdenciária (Comprev) entre o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e os regimes próprios de Previdência Social (RPPS) de estados e municípios.



BC: Superávit primário do setor público atinge R$ 9,7 bilhões



O superávit primário do setor público brasileiro consolidado, já excluindo as empresas do grupo Eletrobras, alcançou R$9,7 bilhões em outubro deste ano. O Governo Central registrou superávit de R$7,2 bilhões e os governos regionais, de R$2,5 bilhões. As empresas estatais, por outro lado, registraram déficit de R$9 milhões.



ENERGIA: Eletrobras obtém empréstimo sindicalizado de R$ 500 milhões



A Eletrobras (ELET3, ELET5, ELET6) informou hoje ter assinado contrato relativo à operação de empréstimo sindicalizado, do tipo A/B Loan, no valor de US$ 500 milhões junto à Corporación Andina de Fomento (CAF). Os US$ 500 milhões irão compor o Fundo de Financiamento às Controladas (FFC).



EUA: Confiança do consumidor dos EUA melhora em novembro



A confiança do consumidor norteamericano melhorou em novembro deste ano. O indicador, medido pelo Conference Board, passou de 49,9 pontos no mês anterior para 54,1 pontos. O dado superou o estimado por analistas que previam 53 pontos.



EUA: Preços dos imóveis crescem 0,59% em setembro



Os preços dos Imóveis nos Estados Unidos registraram alta de 0,59% em setembro deste ano, contra o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados pelo S&P/Case-Shiller. Um mês antes, o indicador avançou 1,67% (número revisado). O resultado veio abaixo do esperado pelo mercado, que previa acréscimo de 1%.



PAPEL E CELULOSE: Produção da indústria gráfica sobe 6,22% até setembro



A indústria gráfica brasileira teve crescimento de produção de 6,22%, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, aponta a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos 12 meses, o avanço foi de 6,52%.



INDÚSTRIA: Atividade industrial paulista cresce 0,5% em outubro



A atividade industrial paulista voltou a crescer em outubro. Após recuo no mês anterior (-0,4%), o Indicador de Nível de Atividade (INA) registrou aumento de 0,5% com ajuste sazonal, aponta pesquisa divulgada Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) nesta terça

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Grãos voltam a registrar bons ganhos em Chicago

Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago - soja, milho e trigo - se recuperam e voltaram a registrar significativas altas nesta quarta-feira.



O cenário construído com boas informações vindas da China e da Zona do Euro, mais a demanda aquecida e crescente pela oleaginosa e também um impulso dos derivados - principalmente o óleo - e também pelo bom momento do trigo vem oferecendo sustentação aos preços. Nesta terça-feira, a China anunciou a venda de mais 165 mil toneladas de soja a destinos não revelados, o que sinaliza que a procura continua.



A soja para o vencimento janeiro, na CBOT, fechou com quase 15 pontos de alta na sessão noturna.

Fonte: Notícias Agrícolas

segunda-feira, novembro 29, 2010

ALL fecha acordo para construção de terminal de grãos em SC

Volume de movimentação em São Francisco do Sul aumentará em 16%

Agência EstadoA ALL anunciou nesta segunda, dia 29, a ampliação de sua parceria com a Global Logística para a construção de um terminal retro portuário de grãos em São Francisco do Sul, no Estado de Santa Catarina. De acordo com nota à imprensa, estão previstos investimentos de cerca de R$ 7 milhões. O terminal terá capacidade estática para 30 mil toneladas de carga e irá ampliar o volume de movimentação em 16%.

A previsão é de que a obra seja entregue em março de 2011. O terminal contará com três silos verticais e um horizontal, que possibilitarão a operação de milho, soja e farelo, de diversos clientes, dentre eles Bunge, Seara e ADM.

A Global já é parceira da ALL na movimentação de carga industrializada, principalmente contêineres e produtos siderúrgicos no porto de São Francisco do Sul, com um armazém e um terminal voltados para esses produtos.

AGÊNCIA ESTADO

Plantio chega à reta final com aproveitamento da janela

Atrasado, porém intensificado. Este é o resumo deste início de safra em Mato Grosso. Depois de um período de forte estiagem, sojicultores aceleraram suas plantadeiras lavouras adentro e conseguiram reduzir a diferença de ritmo do plantio entre a safra 09/10 para a 10/11. Na última quinta-feira, o Estado atingiu cobertura de 94% da área estimada para a soja e assim, entra na reta final dos trabalhos garantindo janela ideal a praticamente todo o grão cultivado.

Entre os municípios de maior peso na produção de soja do Estado, Sorriso e Sapezal – que ofertam as maiores áreas 600 mil e 350 mil hectares, respectivamente -, a expectativa é de encerramento dos trabalhos neste final de semana, pois ambas as áreas estão com 99% de semeadura.

Por região, a médio norte, que detém 40% da produção estadual, apresenta média de plantio em 98%, com Lucas do Rio Verde, Sorriso, Ipiranga do Norte, Santa Rita do Trivelato, Vera e São José do Rio Claro, com índices de 99%, e assim com o ciclo 10/11 praticamente concluído. Municípios de menor expressão no total mato-grossense, como Santo Antônio de Leverger e Chapada dos Guimarães, encerraram os trabalhos entre os dias 18 e 25 deste mês.

Com os novos números divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), dos 6,14 milhões de hectares estimados à soja, mais de 5,77 milhões estão semeados.

Em relação à temporada passada, há atraso de apenas 2,8 pontos percentuais (p.p.), pois no mesmo período do ano passado 96,9% dos hectares estavam cultivados. A força da estiagem atrapalhou tanto o início da safra no Estado, que a diferença entre as temporadas chegou a ser superior a 20 pp em relação ao ritmo do plantio.

Com a semeadura definida, pode-se se afirmar que a soja foi cultivada dentro da janela ideal – período que garante as melhores produtividades à planta – e que no que depender disso a safra seguirá tranquila. Como explica a analista da Cadeia de Grãos do Imea, Maria Amélia Tirloni, a soja tem uma janela bem ampla, o que a encurta é o desejo de se fazer duas safras no Estado, plantar a soja e liberar espaço ao milho ou ao algodão para safrinha.

“É essa vontade que indica até quando a soja deve ser plantada para ser colhida a tempo de se aproveitar a janela do milho, que se fecha em meados de fevereiro”. Como completa, o que há nesta safra é um plantio intensificado e concentrado, ou seja, muita gente plantando junto e isso faz a planta apresentar um estágio de desenvolvimento muito próximo uma das outras.

Fonte: Diário de Cuiabá

domingo, novembro 21, 2010

Soja: Apesar de ajuste econômico, China continuará com demanda firme

As medidas que a China pode tomar para esfriar o ritmo de sua inflação não devem afetar seriamente as vendas norte-americanas de soja já que a crescente demanda por alimentos por parte do maior consumidor mundial irá sustentar as exportações.

"O movimento para desacelerar a economia terá um impacto sob as vendas da oleaginosa, mas será bem menor do que estamos imaginando", disse Philip Bradshaw, presidente do conselho que representa os produtores de soja dos Estados Unidos e pesquisas de fundos de mercado. A safra de soja apresentará poucas alterações no próximo ano por conta da melhora da produtividade que irá compensar a diminuição da área plantada.

Este ano, a soja em Chicago subiu 19% sustentada pela firme demanda chinesa. As importações da nação asiática deverão alcançar as 57 milhões de toneladas, um aumento de 13% em relação à temporada passada.

"A demanda chinesa por alimentos será tão grande que eles precisarão continuar com suas compras de soja. Eu acredito que eles importarão mais este ano e o sinal que eles mandam é de que isso se confirme", disse Bradshaw, que está na agricultura há 47 anos.

Os planos da China de atacar a inflação com subsídios, venda de alimentos dos estoques e a ameaça ao controle de preços são para provar uma autosuficiência com o Banco Central tendo que elevar os juros.
Fonte: Notícias Agrícolas

quarta-feira, novembro 17, 2010

Soja trabalha com alta volatilidade em Chicago


Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago operam com alta volatilidade na sessão diurna desta quarta-feira.

O mercado da soja está prestes a abandonar sua condição comprada, entretanto, já está precificado diante do temor com o ajuste econômico na China. Sendo assim, com os compradores voltando à ativa, os preços podem novamente encontrar sustentação. Paralelamente, o cenário é de oferta restrita e demanda forte e aquecida. Com isso, as liquidações podem ser tidas como oportunidades de compra.

No caso do milho, o estímulo vem dos consumidores finais que estão comprando grandes volumes do cereal. De acordo com alguns traders, o mercado se recuperou durante o pregão eletrônico e as exportações voltam a acontecer por conta dos preços mais baixos. Porém, um possível recuo da demanda chinesa pode segurar levemente o avanço.

Segundo o analista de mercado Ricardo Lorenzet, da XP Agro, o movimento dos futuros da soja de hoje está atrelado a esta correção de vendas. Além disso, os preços ainda recebem a influência positiva dos mercados vizinhos - o milho e o trigo.

No entanto, diz ainda que o suporte macro vem do cenário fundamental que combina estoques ajustados nos Estados Unidos, a incerteza sobre a oferta sul-americana e mais a demanda aquecida.
Fonte: Notícias Agrícolas

terça-feira, novembro 16, 2010

Soja e milho encerrram próximos ao limite de baixa na CBOT

Os futuros da soja e do milho encerraram a terça-feira registrando significativas quedas - pressionados principalmente pelo fator China - e fecham a sessão próximas ao limite de baixa na Bolsa de Chicago. A movimentação dos fundos, ainda muito comprados, resultaram em um cenário bastante negativo para as commodities agrícolas

"Os fundos estão liquidando, e nada mais do que isso", diz o analista de mercado Ricardo Lorenzet, da XP Agro.

Os preços estão respondendo às preocupações com as medidas de ajuste econômico que a China pode assumir para conter sua inflação, novas perdas no mercado acionário chinês e também a preocupação com a zona do euro, que traz suporte ao dólar e aversão ao risco geral. Paralelamente, um movimento de liquidação de fundos também pressiona os preços.

"Com a baixa da última sexta-feira, o cenário gráfico de vários mercados ficou muito fraco e isto favorece as perdas. Os fundos no atual patamar não estão mais interessados em comprar soja", diz o analista de mercado da XP Agro, Ricardo Lorenzet.

Ainda de acordo com o analista, o momento exige bastante cautela, com a necessidade de bastante atenção para as movimentações no curto prazo. Entretanto, o viés macro de ata não é alterado e continua existindo.

Paralelamente, a alta do dólar também pressiona as cotações já que torna a oleaginosa norte-americana menos atrativa para os importadores e investidores. Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda privada de mais 119 mil toneladas de soja.
Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Fundos liquidam e as cotações da soja trabalham próximas ao um novo limite de baixa

Fundos liquidam e as cotações da soja trabalham próximas ao um novo limite de baixa

Soja: fundos colocam contratos à venda com a decisão da China em combater a inflação com aperto nos juros. Cotações se aproximam de novo limite de baixa em Chicago. Mercado deve entrar em período de baixa, até o aparecimento de fato novo.


Em mais um dia as cotações da soja beiram o limite da sua baixa na Bolsa de Chicago, com fundos liquidando suas posições após a China decidir tomar medida para combater a inflação com aperto nos juros da economia do país. Tendência deve seguir de baixa, até que o mercado absorva alguma notícia nova que impacte nos preços.
Segundo Fernando Muraro, analista da AgRural, a oferta e demanda por soja no mundo é fundamento suficiente para sustentar preços mais altas no mercado internacional, por outro lado, apenas a financeirização dos mercados dita o rumo que eles tomarão. Hoje a China é responsável pela inflação mais alta do globo e sua medida é enérgica para retomar sua economia, mas não deve limitar ou cessar suas compras de alimentos do mundo.
Muraro explica atualmente, os fundos detêm recorde em posições compradas nas Bolsas internacionais. Em junho, havia 96 milhões de toneladas em contratos em aberto, após as consecutivas altas, alcançou 157,4 milhões de tonelada. Ou seja, a expectativa continua para realização dos lucros por parte dos fundos para que em 2011 a China confirme que seu demanda por grãos se faz muito necessária.
“Daqui para o final de novembro, a gente tem uma tendência mais de liquidez, realização mesmo. O mercado precisa agora de mais notícias, que aconteça algum problema na América do Sul para a gente ver os preços reagindo novamente”, diz.  
Fonte: Notícias Agrícolas // João Batista Olivi e Juliana Ibanhes

A ameaça da inflação: Em 8 anos foi a maior variação num mês de outubro.

Mas os preços agrícolas não são o único fator de pressão. Há uma pressão de demanda, alimentada não só pelos salários e pelo crédito, mas também pelo aumento do gasto público. A demanda aquecida já facilita a propagação dos aumentos e esse quadro poderá piorar nos próximos meses.

A presidente eleita, Dilma Rousseff, está arriscada a tomar posse, em 1.º de janeiro, num ambiente de inflação em alta, um dos piores cenários para um novo governo. Os preços agrícolas têm subido tanto no País quanto no exterior e as condições propícias à especulação com produtos básicos têm fortalecido essa tendência.

No Brasil, a contenção do custo de vida facilitou o aumento do salário real nos últimos anos e contribuiu para o bem-estar de milhões de famílias. O governo com certeza não quer perder esse precioso ativo político e já mostra preocupação com o novo cenário. No mês passado, o IPCA, o principal índice de preços ao consumidor, subiu 0,75%. Em oito anos foi a maior variação num mês de outubro.

A mais importante causa da aceleração do IPCA foi a alta de preços dos alimentos - 1,89% -, também um recorde para o mês desde 2002. A primeira reação oficial às novas pressões foi a decisão de vender na próxima semana 317,6 mil toneladas de milho, um dos principais insumos da produção de carnes. Também estão previstos leilões de feijão dos estoques federais.

As últimas vendas de milho haviam ocorrido em abril. Vendas de feijão têm sido frequentes, em 2010, mas insuficientes para conter a disparada de preços. O feijão carioca encareceu 109,78% neste ano, até outubro, segundo os dados do IPCA. No mesmo período as carnes ficaram 14,56% mais caras.

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, admitiu na quinta-feira haver uma pressão inflacionária no setor de alimentos e prometeu \\\"medidas adequadas\\\" para manter a inflação na meta. Exibiu tranquilidade, no entanto. Segundo ele, as projeções da instituição já indicam o cumprimento da meta em 2011, com a taxa de 4,5%, no centro do alvo.

O Copom, responsável pela política de juros, ainda terá uma reunião neste ano. Pelas indicações disponíveis, deverá mais um vez manter os juros básicos. Então, poderá deixar um problema grave para ser resolvido no começo do próximo governo.

Os preços dos alimentos têm sido pressionados pelas condições efetivas da oferta e pela especulação financeira. A produção brasileira de milho na safra 2010/2011, estimada entre 51,84 milhões e 52,71 milhões de toneladas, deverá ser menor que a deste ano, com uma diferença entre 6,5% e 7%. A oferta de trigo será maior. Também se prevê uma safra maior de feijão - com aumento de até 7% -, mas há muita insegurança quanto às condições do tempo, por causa do La Niña.

As condições de mercado nos Estados Unidos confirmam uma oferta mais apertada de produtos básicos, num mercado já pressionado, há meses, pela quebra de produção de trigo na Rússia. Soma-se a essas condições a enorme expansão monetária, principalmente nos Estados Unidos, com juros próximos de zero. Um dos efeitos mais comuns desses fatores é o deslocamento de aplicações para os mercados de matérias-primas, incluídos os produtos agrícolas.

A especulação internacional nos mercados de alimentos é uma das consequências da intensa emissão de dinheiro nos EUA e em outras economias avançadas. Outra consequência é o barateamento de várias moedas, com destaque para o dólar. Esse efeito tem atenuado as pressões inflacionárias no Brasil. Mas a especulação com os preços agrícolas tende neste momento a neutralizar o efeito anti-inflacionário do dólar barato.

Mas os preços agrícolas não são o único fator de pressão. O encarecimento de vários outros itens computados no IPCA superou 5% entre janeiro e outubro deste ano. Serviço doméstico (9,55%), passagem de ônibus urbano (7,18%), dentista (7,14%), colégios (6,64%), móveis (6,44%), calçados (6,23%) e eletrodomésticos (6,07%) são alguns dos vários exemplos. Há uma pressão de demanda, alimentada não só pelos salários e pelo crédito, mas também pelo aumento do gasto público. A demanda aquecida já facilita a propagação dos aumentos e esse quadro poderá piorar nos próximos meses. Não se trata, portanto, só de uma inflação da comida, e as autoridades não deveriam menosprezar esse fato.

Fonte: O Estado de S. Paulo

segunda-feira, novembro 15, 2010

Chicago: Soja e milho trabalham no limite de baixa

Sexta Feira- 12 de novembro

Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago trabalham com forte queda na sessão diurna desta sexta-feira. Às 15h52, os preços da soja e do milho operavam em limite de baixa. A soja tem 8,7 mil contratos vendendo no limite de baixa e o óleo, que trabalha nas mesmas condições, tem 9,5 mil contratos.



O ajuste econômico promovido pela China com o aumento da taxa de juros para conter a inflação está pressionando os preços em todo o mercado de commodities nesta sexta-feira. A soja, dentre as commodities agrícolas negociadas na CBOT, é a que registra as perdas mais expressivas. O vencimento maio perdeu o patamar dos US$13/bushel ainda no pregão noturno.



De acordo com alguns analistas, essa movimentação pode ser rápida e passageira por conta da demanda chinesa - que continua firme e aquecida - e por conta de uma redução na produção de grãos nos Estados Unidos, além da briga por área, que deve atuar como fator de sustentação para os preços.

Os analistas apostavam também na China como expressivo comprador de milho devido à quebra da safra chinesa. Para a soja, a procura continua crescente. A agência AgResource acredita que essa queda nos preços pode ser uma oportunidade de compra na próxima semana.



Fonte: Notícias Agrícolas

quinta-feira, novembro 11, 2010

Produtividade menor deve reduzir safra de grãos em 2011, diz IBGE

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quarta-feira que a safra de 2011 de cereais, leguminosas e oleaginosas deve ficar abaixo da de 2010, apesar da previsão de aumento na área colhida. Uma das explicações, segundo o instituto, é a perda de produtividade esperada em decorrência do fenômeno La Niña, que deixa o tempo mais seco no centro e no sul do país.

De acordo com o IBGE, a produção total de grãos deve somar 144,5 milhões de toneladas em 2011. O número é 2,8% inferior à safra esperada para 2010, que sofreu uma pequena revisão entre setembro e outubro, passando de 148,9 milhões para 148,8 milhões de toneladas --volume que, se confirmado, superará em 1,9% os 146 milhões de toneladas colhidos em 2008, ano de safra recorde no país. Em relação a 2009, a alta chega a 11%.

Já a área colhida deve passar de 46,6 milhões de hectares em 2010 para 47,4 milhões de hectares em 2011, o que representa um acréscimo de 1,7%.

"O rendimento em 2010 foi muito bom por causa das condições climáticas favoráveis", diz o gerente da Coordenaçãode Agropecuária do IBGE, Mauro Andreazzi, destacando que a safra de 148,8 milhões de toneladas apontada pelo último levantamento agrícola supera em 6,8% o primeiro prognóstico para o ano, realizado ainda em 2009, que previa produção de 139,3 milhões de toneladas.

Segundo ele, é possível que o prognótico para 2011 também seja superado, mas isso vai depender da força do La Niña. O fenômeno climático, causado pelo resfriamento das águas do Pacífico, já levou à redução das chuvas em alguns estados do sul e do centro do país.

"O tempo seco na época do plantio prejudica o desenvolvimento da planta e afeta a produção", diz Andreazzi, para quem as culturas de soja e milho devem ser as mais prejudicadas.

"Mas, se a natureza contribuir e o fenômeno não for tão severo, é possível que tenhamos nova safra recorde, já que a área plantada é maior", diz.
Fonte: Folha de S. Paulo

Conab venderá estoque para combater inflação

Alarmado com a escalada inflacionária de alguns alimentos, o governo decidiu fazer amplos leilões de venda direta dos estoques públicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A prioridade é conter os preços do milho, matéria-prima essencial para a produção de carnes, e do feijão, produto cuja disparada nas cotações tem assustado consumidores em plena entressafra.

O governo prepara um leilão de 300 mil toneladas de milho em venda direta para os próximos dias. Em seguida, fará pregões de até 1 milhão de toneladas na modalidade "VEP" - um subsídio ao frete pago ao consumidor do produto (frigoríficos, granjas, esmagadoras). Para o feijão, a Conab fará leilões até dezembro, quando começa a entrar no mercado a "safra das águas" da leguminosa. Hoje, a estatal leiloará 30 toneladas de feijão em vários Estados.

Na terça-feira, uma portaria foi assinada pelos ministros da Fazenda, da Agricultura e do Planejamento para acelerar a venda dos estoques. "A ordem é conter a alta de preços usando os estoques", diz o diretor da Conab, Sílvio Porto. "Há muita demanda e a oferta está apertada".

Somados à redução da oferta e ao aumento da demanda nos Estados Unidos, o atraso no plantio da safra brasileira e a expansão do consumo, sobretudo na China, elevaram em 40% as cotações internacionais do milho neste ano. O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, afirmou ontem que está "preocupado" em manter uma "oferta equilibrada" de milho para "não influenciar uma alta de preços que possam elevar a inflação". Há sinais são evidentes como a "fila" para embarque de milho em alguns portos do país.

Os armazéns do governo têm 5,44 milhões de toneladas de milho e 160,6 mil toneladas de feijão (preto e cor). Nos cálculos da Conab, existiriam outras 4,12 milhões de toneladas de milho vinculadas ao compromisso de compra pelo governo na modalidade "opções de venda", mecanismo usado por produtores como proteção de preços. Mas com os preços em alta, os produtores devem optar por vender boa parte desse milho no mercado, e não ao governo, o que reduzirá a margem de manobra oficial.

A segunda estimativa da nova safra, divulgada ontem pela Conab, mostram um aperto na oferta de milho no ciclo 2010/11. Pelos novos dados, os produtores devem colher entre 6% a 7,5% menos milho no país, um déficit que pode superar 4 milhões de toneladas. O efeito negativo do fenômeno "La Niña" e a redução na área plantada e na produtividade são as causas. Os estoques de milho devem ser os mais baixos desde o ciclo 2006/07.

Para o feijão, a situação da oferta é um pouco melhor, mas a variável climática ainda é preocupante. No total, os produtores devem colher até 7% mais do que no ciclo anterior, chegando a 3,44 milhões de toneladas. Em São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso, porém, a colheita deve pressionar a demanda. Com o mercado em entressafra, a oferta é restrita e os preços seguem acima do mínimo de garantia de R$ 80 por saca - cotada a R$ 110 em SP e R$ 130 na Bahia.

A Conab estimou a nova safra em uma média de 147,54 milhões de toneladas - de 146,26 milhões a 148,82 milhões de toneladas. Essa média, se confirmada, seria 0,82% inferior ao ciclo anterior. A área plantada média deve situar-se em 47,62 milhões de hectares, pouco dos 47,36 milhões registrados em 2009/10.

Para a soja, carro-chefe da produção nacional, a Conab prevê colheita de até 69 milhões de toneladas, ou 0,5% superior ao ciclo anterior. No algodão, é possível uma safra de 2,72 milhões de toneladas de caroço, ou 47,5% acima de 2009/10.

A nova estimativa da Conab trouxe previsões favoráveis à elevação da oferta de arroz e trigo no país. No caso do arroz, a produção poderia chegar a 12,3 milhões de toneladas, ou até 9,3% acima das 11,26 milhões de toneladas do ciclo anterior. Para o trigo, a previsão da Conab estima um forte aumento da produção. A colheita poderia expandir-se até 11,5%, para 5,6 milhões de toneladas.
Fonte: Valor Econômico

USDA ajusta para baixo oferta de grãos

Ansiosamente aguardado pelo mercado e alvo de muitas especulações na última semana, o novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre oferta e demanda de grãos naquele país e no mundo nesta safra 2010/11, divulgado Terça feira, (09/11/2010), reforçou perspectivas "altistas" para as cotações internacionais de soja e milho, mas esvaziou a tendência de ascensão do trigo.

Milho, trigo e soja são as commodities agrícolas mais negociadas no comércio global e estão entre as que mais influenciam os custos dos alimentos ao redor do globo.

A maior surpresa entre as novas estimativas do USDA caiu sobre a soja, que teve produtividade e colheita americanas mais reduzidas do que o esperado pelo órgão. O corte amenizou o efeito de projeções do aumento da produção em outras partes do mundo, inclusive no Brasil, e foi vital para as reduções das previsões para os estoques finais da oleaginosa nos EUA e no mundo.

Na bolsa de Chicago, principal referência de preços para o comércio de grãos, o reflexo foi forte. Os contratos da soja em grão com vencimento em janeiro - que ocupam a segunda posição de entrega, normalmente a de maior liquidez - subiram 4,26% e alcançaram US$ 13,29 por bushel, maior valor desde 27 de agosto de 2008, segundo o Valor Data. Para alegria dos exportadores brasileiros, em 2010 a alta acumulada subiu para 26,75% em 12 meses, chegou a 36,73%.

Também em Chicago, os futuros de segunda posição do trigo recuaram ontem 1,93% e fecharam a US$ 7,6125 por bushel. Como os analistas previam, o USDA diminuiu suas estimativas para a produção e os estoques finais dos EUA, mas menos do que o esperado, e também cortou menos do que o previsto os estoques finais globais do cereal.

Analistas consultados pela Dow Jones Newswires disseram que esses números podem significar que a oferta mundial será suficiente para atender à demanda na temporada. Apesar da baixa, o trigo ainda acumula altas de 37,16% em 2010 e de 40,97% em 12 meses.

Já os preços do milho oscilaram em um dia em um padrão que costuma ser observado em dois pregões seguidos. Como a soja, chegaram a alcançar o maior patamar em 27 meses em Chicago, com queda dos estoques finais nos EUA e no mundo, conforme o USDA, mas um movimento de realização de lucros enxugou os ganhos e a segunda posição ainda teve tempo de fechar em queda de 1,5%, a US$ 5,9025. Em 2010, os ganhos ainda somam 39,13% em 12 meses, 47,47%.

A realização de lucros no mercado de milho teve relação com movimentos financeiros e apostas especulativas que também se refletiram em outras commodities, inclusive não agrícolas. Nos mercados de soja e milho, por exemplo, as posições compradas de grandes fundos estão em patamares recordes.

É certo que as apostas têm relação com os fundamentos de oferta e demanda - esta ainda aquecida e puxada por emergentes como a China - mas que foram catapultadas por turbulências, ou estratégias, que erodiram o dólar.

Tais turbulências levaram ontem o índice Reuters/Jefferies CRB, composto por 19 commodities, ao maior nível em 25 meses, com destaque também para as disparadas de produtos como cobre e ouro, além do algodão, que atingiu nova máxima em 140 anos na bolsa de Nova York. Na sexta-feira, o CRB completou 11 semanas seguidas de valorizações, no rally mais longo desde 1977.

"A paranoia recessiva americana conduziu a uma nova expansão monetária que criou condições para que apostas altistas em commodities se multiplicassem mundo afora", diz Fabio Silveira, economista da RC Consultores.

"Esta desvalorização do dólar não deixa de ser uma política protecionista sem precedentes. Só que é uma política perigosa para o sistema financeiro internacional. Isso ajuda a ampliar a aposta em ouro e outras commodities e vira inflação global".

Para Silveira, a mistura entre movimentos estritamente financeiros e aqueles diretamente ligados aos fundamentos resulta, para a análise de preços de commodities, no mais complexo quadro desde o fim da Segunda Guerra.

Mas os fundamentos estão lá, avisa. E, com os problemas climáticos que reduziram as colheitas no Hemisfério Norte e poderão fazer o mesmo no Hemisfério Sul, a corrida por grãos é acelerada.

Tão acelerada que nem a China, maior país importador de soja do mundo está tendo facilidades. "A indústria de processamento de oleaginosas está encarando um grande problema: a falta de grão", disse um executivo da chinesa CofCo à agência Bloomberg.
Fonte: Valor Econômico

quarta-feira, novembro 10, 2010

Fiscalização identifica agrotóxicos fabricados com ingredientes vencidos desde 2007

Fiscalização identifica agrotóxicos fabricados com ingredientes vencidos desde 2007


Registro no Ministério da Agricultura é requisito obrigatório para produção e comercialização de defensivos agrícolas no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou, nesta terça, dia 9, cerca de 60 mil litros do agrotóxico Clorpirifós Técnico na fábrica da Fersol Indústria e Comércio S.A, em Mairinque (SP). A substância não possuía o registro do produto técnico importado da Índia. Além disso, a empresa não possuía registro junto ao Ministério da Agricultura para produzir o referido produto técnico, utilizado para formular o agrotóxico Clorpirifós Fersol 480 EC, autorizado para uso em 14 culturas.

O registro no Ministério da Agricultura é requisito obrigatório para produção e comercialização de agrotóxicos no Brasil.

– Agrotóxicos sem registro não passaram por avaliação dos órgãos competentes, portanto são produzidos de forma clandestina e sem nenhuma segurança para a saúde dos trabalhadores rurais e dos consumidores – afirma o diretor da Anvisa, Agenor Álvares.

Durante a fiscalização, também foi identificado que mais de dois terços dos estoques de matérias primas e componentes utilizados pela Fersol para produção de agrotóxicos e inseticidas, que correspondem a mais de 200 mil litros de produtos, estavam com os prazos de validade vencidos.

– Em alguns casos, foram encontrados produtos vencidos desde 2007 – complementa Álvares.

Devido às irregularidades encontradas, a Polícia Civil Especializada em Crimes Contra Saúde Pública do Estado de São Paulo prendeu o responsável técnico da fábrica. Do ponto de vista sanitário, as infrações encontradas podem ser penalizadas com a aplicação de multas de até R$1,5 milhão.



Clorpirifós

Clorpirifós integra o grupo químico dos organofosforados, que geram alto risco à saúde e que podem levar a problemas no sistema nervoso e a déficits de função cognitiva. Em 2004, a Anvisa reavaliou o Clorpirifós e concluiu que as intoxicações causadas pelo referido ingrediente ativo podem provocar distúrbios cerebrais e no desenvolvimento de crianças.

No mesmo ano, a Agência proibiu o uso de inseticidas de uso doméstico e coletivos à base de Clorpirifós. Na época, a decisão foi tomada para evitar danos à saúde decorrentes da ação neurotóxica desses inseticidas.
Fonte: ANVISA

segunda-feira, novembro 08, 2010

As exportações brasileiras de carne bovina devem fechar o ano com uma receita perto de US$ 5 bilhões

As exportações brasileiras de carne bovina devem fechar o ano com uma receita perto de US$ 5 bilhões. A previsão foi feita hoje pelo presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antonio Jorge Camardelli, na capital paulista. Se for confirmada a estimativa, o setor registrará crescimento de cerca de 20% em relação ao ano passado - US$ 4,12 bilhões - e se aproximará da receita alcançada em 2008, quando as exportações chegaram a US$ 5,33 bilhões. "Se não alcançarmos a cifra de US$ 5 bilhões, seguramente estaremos perto. Em relação à quantidade, acredito que a gente chegue por volta de 1,8 milhão toneladas equivalente à carcaça", afirmou. Em 2008, em volume, exportou-se 1,924 milhão de toneladas, enquanto que em 2008 o valor chegou a US$ 2,163 milhões.


De acordo com o balanço divulgado pela associação, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram US$ 4,11 bilhões no acumulado do ano (entre janeiro e outubro), resultado 22% maior do que o registrado em igual período no ano passado (US$ 3,37 bilhões). Em volume, o Brasil exportou 1,495 milhão de toneladas em dez meses deste ano ante 1,472 milhão de toneladas comercializadas no mesmo período de 2009.

No mês de outubro, as exportações de carne bovina chegaram a US$ 419 milhões, valor 11% maior do que as do mesmo mês do ano passado, quando as vendas para o exterior renderam US$ 378 milhões. Porem, em volume, houve queda. Ela foi motivada principalmente pelo bloqueio europeu à carne brasileira. Os números da Abiec mostram que, em volume, foram exportadas 134 milhões de toneladas em outubro deste ano contra 155 milhões de toneladas do mesmo período de 2009.

Segundo Camardelli, o aumento na receita e a diminuição em relação ao volume no mês de outubro se deve a uma conjuntura de fatores. "Temos hoje um mercado bastante atribulado, leia-se a Europa com essa blindagem excessiva; temos também harmonização de preços na matéria-prima em todo o mundo, no caso o boi, o que estabelece uma competição igual para todo mundo; e temos uma taxa cambial bastante complicada", disse.

De acordo com ele, essa diversidade de fatores implica numa oferta menor de animais e o alto custo dessa matéria-prima (boi) leva o setor a fazer rearranjos e selecionar países onde possa ter mais rentabilidade. Para obter números mais expressivos no próximo ano, o presidente da associação diz que os criadores pretendem conquistar espaço em mercados como Japão, Coreia, Taiwan, Estados Unidos, Canadá e México, apostando que o Brasil possa confirmar seu status sanitário nesses países. As informações são da Agência Brasil.
(Redação - Agência IN)

Brasil e da China vão firmar parcerias para desenvolver a pesquisa em Organismos Geneticamente Modificados (OGM)

Os governos do Brasil e da China vão firmar parcerias para desenvolver a pesquisa em Organismos Geneticamente Modificados (OGM) e ampliar investimentos no comércio agropecuário. As decisões foram tomadas durante a 2ª reunião do Sub-Comitê de Agricultura da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível (Cosban) e do 3º Comitê Consultivo Agrícola (CCA), nesta segunda-feira, em Brasília, segundo informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). "Brasil e China têm muitos pontos de convergência, por se tratarem de países em desenvolvimento com forte potencial na produção agrícola", declarou o diretor do Departamento de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias do Ministério, Lino Colsera. No encontro entre técnicos dos ministérios de Agricultura dos dois países, a biotecnologia voltada ao setor agrícola foi tema de destaque.


Os chineses demonstraram interesse em fortalecer a pesquisa no setor, a partir da criação de um grupo de trabalho que, anualmente, tratará do intercâmbio de informações para intensificar os estudos nos dois países. O grupo, que contará com a participação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), terá como foco também a biotecnologia e a agroenergia.

Para o diretor-geral de Cooperação Internacional do Ministério da Agricultura da China, Wang Ying, países que desenvolvem produtos geneticamente modificados têm mais poder no comércio internacional do agronegócio. "Acredito que Brasil e China são predominantemente líderes, inclusive, na área de pesquisa", disse.

A opinião foi compartilhada pelo coordenador de Biossegurança do Ministério da Agricultura do Brasil, Marcus Vinícius Coelho.

"As duas nações têm grande potencial em OGM, com leis bastante seguras, por isso, seria saudável esse intercâmbio na pesquisa, o que facilitará o desenvolvimento conjunto de novos OGM e o comércio agrícola desses produtos", afirmou. Wang acredita que há grande possibilidade de os dois países firmarem acordos para o desenvolvimento de patentes.

Ações estratégicas para ampliar e diversificar o intercâmbio comercial também serão colocadas em prática. Um grupo de técnicos dos dois ministérios promoverá atividades com empresários brasileiros e chineses interessados em investir no agronegócio. Já em 2011, o governo chinês se comprometeu em organizar um evento para aproximar empresários dos dois países. "Será benéfico para os governos, que estreitarão as relações comerciais, e para as companhias", concluiu Wang.
(Redação - Agência IN)

sábado, novembro 06, 2010

Produtores paulistas intensificam plantio da soja

O feriado do Dia de Finados não teve descanso para os produtores de soja do oeste de São Paulo. Eles aproveitam a umidade das últimas chuvas e colocaram as máquinas no campo para intensificar plantio.

No campo, a pressa agora é amiga da produção. O agricultor Carlos Custódio apalpa a terra e sabe que este é o momento para o plantio da soja. É preciso correr para aproveitar a umidade do solo. “Você tem de trabalhar de sol a sol. Inclusive, entrar um pouco a noite. Quando não, fazer dois turnos para poder plantar no momento certo. Adiantar o plantio e aproveitar a umidade do solo, que é importante”, explicou.

Para escapar esta safra o produtor decidiu ampliar a área de plantio, de 200 para 220 hectares, e está otimista. “O agricultor está sempre esperançoso que chova e não falte umidade porque é disso que a gente precisa”, completou Custódio.

O agricultor Júlio César Antonucci decidiu manter a mesma área de plantio do ano passado, de 450 hectares. Mas para diminuir os custos ele investiu na agricultura de precisão. “Para não desperdiçar e não jogar adubo onde não precisa e calcário onde não precisa. Estamos trabalhando para aumentar a produtividade com menor custo”, justificou.

No oeste paulista, a saca da soja está em torno de R$ 47. Mas para os produtores o preço só vai ter importância daqui a quatro meses, quando começar a colheita.
Fonte: Globo Rural

Soja avança e se aproxima dos US$13 em Chicago

Soja avança e se aproxima dos US$13 em Chicago

A soja trabalha em alta na sessão desta sexta-feira na Bolsa de Chicago alcançando o maior preços em dois anos. Este é o terceiro dia consecutivo de avanços e durante o pregão noturno, o vencimento maio chegou a bater a máxima de US$13 por bushel.

As altas são resultado da desvalorização do dólar, que tem se mostrado mais expressiva depois do anúncio do Federal Reserve sobre a compra de 600 bilhões de dólares em títulos do tesouro norte-americano. O recuo da moeda impulsiona a demanda e faz com que as commodities tornem-se investimentimentos alternativos. A demanda chinesa aquecida também promove um importante suporte aos preços.



"A fraqueza do dólar elevou ainda mais as commodities", disse Hiroyuki Kikukawa, gerente da IDO Securities Co, em Tóquio.

Nesta quinta-feira, cerca de 24 commodities subiram aos seus maiores patamares desde outubro de 2008. Desde o início de junho, a soja já acumula um ganho de 43%. Para o milho, alta de 58% no mesmo período, estimulado pela especulação de uma possível redução na produção mundial.

Por volta das 14h (horário de Brasília), a soja, para o vencimento novembro operava a US$12,70, com alta de 5,25 pontos. O maio, referência para a safra brasileira, valia US$12,91, com alta de 6,25 pontos.

Fonte: Notícias Agrícolas

quinta-feira, novembro 04, 2010

Preocupação no MT continua sendo a ausência de chuvas firmes

Pela primeira vez em muitas safras, o produtor mato-grossense dá o pontapé da nova temporada sem ter preocupações relativas aos preços futuros da saca. No momento, o que tira o sono é a falta de chuvas firmes que possam dar a certeza de que a semeadura pode avançar sem medo do clima. A certeza sobre o bom valor da saca no mercado internacional tem tudo para se manter firme nos próximos meses, já que a tendência de plantio nos Estados Unidos, a partir de maio do ano que vem, aponta para expansão do milho sobre área de soja, ou seja, o mercado já preocupado com a menor produção de safra nos Estados Unidos e com as preocupações climáticas que atingem o Brasil, poderá colher menos grão em 2011 e assim, valorizar a soja.

Como destaca o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea)- órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato), com a safra quase terminada nos Estados Unidos, o assunto entre os produtores norte-americanos passa a ser o atraso de plantio em Mato Grosso e a definição de área a ser cultivada no ano-safra 2011. "Com o mercado a patamares elevados, a relação de preço soja/milho para novembro do ano que vem está em torno de 2,2, o que puxa uma considerável vantagem para o milho. Muitos analistas de mercado já dão como certo uma elevação de área para o cereal e, potencialmente, uma redução na área de soja ano que vem. Se isso realmente acontecer, as chances de o mercado de soja atrapalhar em alta volatilidade são muito grandes".

Isso são perspectivas que deverão ser consolidadas ao longo de 2011. No entanto, o mercado atualmente está em alta, sustentado por um tripé de fatores: clima, oferta e demanda. "Do início do mês de julho para cá o mercado tem sido sustentado basicamente por um tripé no mínimo curioso", destaca o Imea.

As incertezas climáticas trazidas pelo La Niña prometem render bons ganhos sobre as lavouras mato-grossenses e argentinas. Com as incertezas climáticas vieram também os fortes rumores sob a real oferta da oleaginosa no ciclo 10/11, seja das lavouras norte-americanas, brasileiras e/ou argentinas. Já no campo da demanda, a China continua no posto de melhor e maior consumidor mundial da oleaginosa, devendo encerrar o ciclo com importação de 55 milhões de toneladas, o que corresponde a 22% da produção mundial. Como o plantio, em Mato Grosso, ainda segue bastante atrasado devido às chuvas irregulares, a China continua em ritmo acelerado nas compras e o relatório de Oferta e Demanda que será divulgado no dia 9 deste mês poderá rever os números de produção, o mercado ainda segue sem fundamentos baixistas. "Entretanto, como há tempos o mercado oscila não somente por problemas que atingem diretamente o produto físico as tendências nunca devem ser vistas como certeza", adverte o Imea.



Cotações - A semana findou com o mercado estável. O contrato maio iniciou a semana cotado a US$ 12,39/bushel e encerrou a sexta-feira (29) nos mesmos patamares. O contrato novembro fechou a semana valendo US$ 12,26/bushel. O forte ritmo de compras da China e o atraso no plantio das lavouras mato-grossenses, entre outros, seguraram as cotações que seguem firmes e já completam duas semanas acima de US$ 12,00/bushel. O dólar volta aos patamares praticados em setembro de R$ 1,70. Bushel é um padrão de medida norte-americano, utilizado no Bolsa de Chicago (referência às commodities agrícolas no mundo) que equivale a 27,22 quilos.

Exportações - De acordo com Secex, Mato Grosso já exportou 8,4 milhões de toneladas de soja em grão, volume 21% menor que o mesmo período do ano passado. A maior participação continua sendo da China, que importou 5,4 milhões de toneladas, volume que representa 65% de todo o volume exportado pelo Estado. O segundo maior comprador do grão mato-grossense é a Espanha, que reduziu suas compras em 295 mil toneladas em relação a 2009, participando este ano com 7% das exportações do Estado. Para a Holanda foram embarcadas 525 mil toneladas, país que está na terceira colocação, seguido pela Itália, com 315 mil toneladas. Os demais países participaram com 18%. A participação das exportações de soja mato-grossenses do volume nacional representou 31% no acumulado do ano.

Fonte: Diário de Cuiabá

segunda-feira, outubro 18, 2010

CARNES: SUINO TEM O MAIOR PREÇO DESDE FINAL DE MAIO NA BOLSA DE SP

Por Vanda Araújo/vanda@safras.com.br SAFRAS (18) - A Bolsa de Comercialização de Suínos do Estado de São Paulo Mezo Wolters, realizada hoje (18), comercializou 13.910 suínos com preços variando entre R$ 62 a 64,00 arroba, o equivalente a R$ 3,36/3,41 quilo vivo, informou a Associação Paulista de Criadores de Suínos-APCS.

O preço praticado hoje é o maior das últimas 21 reuniões realizadas na Bolsa paulista (desde 31 de maio último), reportadas pela APCS. No total, 18 compradores participaram da sessão dessa segunda-feira. De acordo com a APCS, do volume negociado, 56,22%, o equivalente a 7.820 suínos, saiu à base de R$ 62,00 arroba, enquanto 23,58% (3.280 suínos) à R$ 63 arroba e 16,61% (2.310 suínos) à R$ 64,00 arroba. (VA)

Data: 18/10

ECONOMIA: GOVERNO ANUNCIA NOVAS MEDIDAS PARA CONTER VALORIZAÇÃO DO REAL

SAFRAS (18) O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou duas novas medidas para conter a valorização do real. A primeira será ampliar de 4% para 6% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para aplicações em renda fixa por estrangeiros. Já a segunda será o aumento do IOF que incide sobre a margem de garantia para operações de derivativos (mercado futuro) de 0,38% para 6%.

"Nós queremos diminuir o apetite de investidores estrangeiros no mercado de curto prazo. Estamos dimuindo a lucratividade desse investidor", afirmou o ministro. A margem de garantia é um depósito (em dinheiro ou em ativos aceitos pela Bolsa) exigido do investidor para cobrir o risco de suas posições. Hoje, o investidor deve fazer o depósito de 10% do valor de seu investimento. Mantega destacou que o aumento do IOF será restrito para o capital estrangeiro. O ministro salientou ainda que o investimento direto no País não será taxado. O ministro disse, ainda, em coletiva de imprensa em São Paulo, que mesmo com as medidas, o Brasil continuará atraente para o investimento externo. "O País está sólido e além disso oferece taxas de juros elevadas. É difícil agora segurar a moeda, nós estamos atenuando a valorização", disse. No início do mês, o IOF para aplicações em renda fixa por estrangeiros já havia sido ampliado de 2% para 4%. O ministro negou que as medidas não tenham sido eficientes e afirmou que o "real estaria ainda mais valorizado sem elas". "As medidas são eficazes e devem diminuir a volatilidade que prejudica os negócios no País", disse o ministro. Mantega afirmou ainda que há outras medidas que podem ser tomadas pelo governo, mas ocorrerão de "forma cautelosa". "Nós não queremos atrapalhar os investimentos diretos", destacou.

Mantega salientou que as compras de dólares que vem sendo realizadas pelo Banco Central (BC) estão sendo fundamentais para conter a desvalorização da moeda norte-americana. As informações partem da

quinta-feira, outubro 14, 2010

Mercado de câmbio renova taxa mínima do ano e fecha a R$ 1,65; Bovespa sobe 1,17%

Desde 1º de setembro de 2008 o mercado de câmbio brasileiro não via um preço para a moeda americana tão baixo como o desta quarta-feira, que "cumpriu" os prognósticos feitos na semana passada.

Analistas avaliam, no entanto, que o piso "psicológico" de R$ 1,65 deve enfrentar resistências daqui para frente. Anteriormente, os agentes financeiros já haviam mostrado reticências em romper o patamar de R$ 1,70, um preço mínimo que se manteve por cerca de dois anos.

Hoje, as cotações oscilaram entre o nível máximo de R$ 1,664 e o mínimo de R$ 1,653. No encerramento das operações, a moeda foi negociada por R$ 1,655, o que representa uma queda de 0,66% sobre a taxa final de segunda-feira.

Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,730 para venda e por R$ 1,600 para compra.

Ainda operando, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) valoriza 1,17%, aos 71.775 pontos. O giro financeiro é de R$ 8 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York avança 1,01%.

Entre as principais notícias do dia, o Banco Central informou que o fluxo de dólares para o país continuou forte, mesmo com a incidência de uma alíquota dobrada sobre aplicações em renda fixa por estrangeiros. O saldo cambial bateu a casa dos US$ 2,2 bilhões neste mês (até o dia 8).

No ano passado, considerando o mesmo período (os primeiros seis dias úteis do mês), o fluxo cambial estava positivo em US$ 2,611 bilhões.

Para conter essa enxurrada de dólares, as compras do BC também foram expressivas: a autoridade monetária adquiriu US$ 2,764 bilhões no mercado de dólar à vista somente neste mês (até o dia 8), quase o mesmo que as intervenções em todo o mês de agosto (US$ 3 bilhões). O mês de setembro foi atípico, devido à capitalização da Petrobras -- o que atraiu um montante elevado de capital estrangeiro e obrigou o BC a intensificar suas ações no câmbio.

JUROS FUTUROS

No mercado futuro de juros, que serve de referência para o custo dos empréstimos nos bancos, as taxas projetadas recuaram nos contratos de prazo mais longo.

No contrato para janeiro de 2011, a taxa projetada foi mantida em 10,65% ao ano; no contrato para janeiro de 2012, a taxa prevista cedeu de 11,40% para 11,34%. E no contrato para janeiro de 2013, a taxa projetada caiu de 11,83% para 11,77%.

Os números são preliminares e estão sujeitos a ajustes.

Fonte: Folha Online

Soja: Preço mais alto compensa custo maior A A A

Apesar do custo de produção da soja convencional ser mais elevado que o da transgênica, alguns agricultores de Campo Mourão, na Região Centro-Oeste do estado, ainda optam pelo grão sem modificação genética. A bonificação das cooperativas a produtores que cultivam a convencional e a produtividade maior são os principais atrativos das sementes sem transgenia.

“A soja convencional produz mais, rende uma bonificação de R$ 2 por saca e ainda, é mais fácil de comercializar”, enumera o agricultor Alois Zmuda. Ele pretende plantar, nos próximos dias, 65 hectares com soja convencional. Na safra passada, ele colheu uma média de 3,6 mil quilos por hectare. “E toda a produção foi vendida com facilidade, por ser convencional”, lembra.

Zmuda conta que cultiva soja não-transgênica há mais de 25 anos e que por isso já conhece bem as variedades que produzem melhor. “A transgênica tem custo maior, mas mesmo assim compensa plantar convencional”, diz. O desembolso por hectare, relata, é de, respectivamente, 15,28 sacas e 16,5 sacas por hectare.
Fonte: Gazeta do Povo

quinta-feira, outubro 07, 2010

“Chuvinhas” ainda não permitem plantio em MT

As chuvas irregulares e de pequena intensidade que caíram sobre Mato Grosso nos últimos dias ainda não permitem o plantio em larga escala de soja em Mato Grosso. Poucos produtores se arriscaram até agora a plantar soja no Estado e correm o risco de perder as sementes.


“As condições climáticas ainda não permitem o plantio. Tivemos chuvinhas intercaladas que, somadas, não chegam a 60 mm. É muito pouco e quem iniciar o plantio pode ter prejuízos”, diz o presidente do Sindicato Rural de Tapurah (433 Km ao Médio Norte de Cuiabá), Marusan Ferreira.

Ele lembrou que em 2009, nesta mesma época do ano, os produtores já tinham semeado 15% da área do município. Marusan diz ter informações de que apenas um produtor da região começou a plantar soja. O município deverá repetir a área plantada do ano passado, 125 mil hectares.

O engenheiro agrônomo da Embrapa Cerrados, Sebastião Pedro, explica que a hora certa de semear é aquela indicada pelo zoneamento agroclimático da região. "Cada espécie tem sua melhor época de plantio já definida pela pesquisa agropecuária e é indicada pelo serviço de zoneamento agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)".

Os pesquisadores acreditam que a maioria das regiões continuará com o plantio atrasado em função das chuvas tardias durante a primavera. “O produtor deve fazer um bom planejamento da safra de soja, com um eficiente manejo do solo, escolha correta das cultivares, tratamento de sementes e uso correto de insumos. Todo cuidado é pouco neste momento em que se fazem previsões sombrias ante o La Niña”, afirmam.

ORIENTAÇÕES - A preocupação com o fenômeno La Niña é tão grande que o Mapa constituiu uma comissão de cientistas para orientar os produtores sobre mudança de época para plantio das safras futuras, principalmente de alimentos como soja, milho, arroz e feijão. A intenção é evitar perdas causadas pelas condições climáticas, em especial a falta de chuvas para as culturas mais dependentes de umidade.

Em texto publicado no Sistema de Alerta, pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) orientam produtores a reduzir perdas em soja, em decorrência desse fenômeno climático. O texto reúne algumas orientações técnicas como definição de época de semeadura de soja, escolha de cultivares, manejo de pragas e doenças, além dos benefícios do tratamento de sementes com fungicidas.

Segundo a pesquisadora da Embrapa Soja, Divânia de Lima, para minimizar os riscos de perda de produtividade os produtores podem adotar práticas como o escalonamento de épocas de semeadura, aliada a utilização de cultivares de diferentes ciclos de maturação.

“Não se pode plantar toda a área num determinado período de um, dois ou três dias. É procurar fazer este plantio num intervalo entre oito e dez dias e utilizar, sempre que possível, cultivares de ciclos diferentes. São materiais de ciclo precoce, semiprecoce e até de ciclo médio”, explica.

De acordo com o agrônomo Gustavo Schnaider, escalonar a plantação ajuda o produtor a fugir da estiagem. "O produtor que adotou o escalonamento tende a sofrer menos problemas do que aquele que plantou tudo de uma vez". Escalonar é plantar uma determinada cultura em diversas épocas. “Caso haja algum problema, o próximo plantio vai reduzir os prejuízos anteriores”, diz.

Na opinião da pesquisadora Divânia de Lima, utilizando essas práticas o produtor terá num mesmo período lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento, evitando assim que o déficit hídrico atinja toda a lavoura em fases críticas de desenvolvimento, como por exemplo, no enchimento de grãos.

Fonte: Diário de Cuiabá

Nova safra sofre redução de plantio e de produção

A safra de grãos 2010/2011 deve ficar entre 145,72 e 147,93 milhões de toneladas, de acordo com o primeiro levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A previsão é que haja uma redução de 887,60 mil (-0,6%) a 3,10 milhões de toneladas (-2,1%0) em relação à safra passada, que chegou ao recorde de 148,82 milhões de toneladas. Já a área destinada ao plantio deve variar entre 47,32 (-0,1%) e 47,99 milhões de hectares (+1,3%), em relação à anterior (47,37 milhões de ha).


Os números divulgados nesta quinta-feira (7) se baseiam na média de produtividade obtida nas últimas cinco safras. Foram descartados os anos atípicos e agregado o ganho tecnológico.

O algodão em caroço é o grande destaque, em decorrência dos preços favoráveis praticados no mercado. Com isso, a produção do grão aumenta de 2,43 (+32,5%) a 2,57 (+39,3%) milhões de toneladas, em comparação à safra passada, que foi de 1,84 milhão de toneladas. Já a área plantada pode crescer de 1,01 (+21,9%) a 1,07 milhão de ha (29,1%).

A produção do feijão total cresce, variando entre 3,39 (+4%) e 3,42 milhões de toneladas (+5%), contra as 3,26 milhões de toneladas da safra passada. A produção de arroz também aumenta de 12,05 (+7,1%) a 12,26 milhões de toneladas (+8,9%).

Os principais responsáveis pela variação negativa na produção e na área plantada desta safra são a soja e o milho total (1ª e 2ª safras). A previsão é que os sojicultores colham de 67,60 (-1,5%) a 68,90 milhões de toneladas (+0,3%) sobre a safra anterior (68,68 milhões de toneladas). A área destinada à leguminosa varia positivamente de 23,76 (+1,3%) a 24,20 milhões de ha (+3,1%), sendo que a da safra anterior foi de 23,46 milhões de ha.

O milho total reduz-se de 51,83 (-7,5%) a 52,41 (-6,5%) milhões de toneladas, em comparação às 56 milhões de toneladas do último ciclo. A área também diminui de 12,71 (-2,1%) a 12,81 milhões de ha (-1,3%).

A pesquisa foi realizada por 50 técnicos, entre os dias 19 e 25 de setembro, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Para o Norte e Nordeste, onde o plantio começa em dezembro, foram considerados os dados de área da safra anterior e a produtividade média dos cinco últimos anos.

Fonte: CONAB

quarta-feira, outubro 06, 2010

Modelo de armazenagem australiano será apresentado em Conferência

Créditos: DivulgaçãoPara debater os desafios e as potencialidades enfrentados pelo Brasil na armazenagem de produtos agrícolas, a Associação Brasileira de Pós-Colheita (Abrapos) e o grupo Cotriguaçu promovem, de 19 a 21 de outubro de 2010, a 5ª Conferência Brasileira de Pós-Colheita e Fórum Latino Americano de Pós-Colheita, em Foz do Iguaçu (PR). Um dos temas em debate será a apresentação do inovador modelo australiano de armazenagem de grãos e de sementes.

Na década de 1990, a Austrália, sob pressão do mercado internacional de grãos, teve que adaptar seus silos para oferecer produtos dentro dos padrões de qualidade, exigidos pelos países compradores. "As indústrias australianas criaram silos herméticos, facilitando a eliminação de pragas com a difusão de produtos químicos gasosos (fosfina) pelo interior do silo", explica o presidente da Abrapos, Irineu Lorini, pesquisador da Embrapa Soja.

Para apresentar as técnicas adaptáveis ao sistema brasileiro de armazenagem, a 5ª Conferência Brasileira de Pós-Colheita convidou dois palestrantes do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento do Estado de Queensland, Austrália, Manoj Nayak e Philip Burril, que abordarão o problema das pragas nos grãos armazenados e a técnica de hermeticidade de silos.

Segundo Lorini, dado o volume de grãos produzidos atualmente no Brasil - 143 milhões de toneladas(CONAB) - é urgente a busca por novos métodos de eliminação e controle de pragas, assim como uma maior proteção dos produtos armazenados. "Nossos armazéns são preparados apenas para guardar grãos. Não são adaptados ao sistema de expurgo de pragas por intermédio de gases, um dos métodos mais modernos e menos impactantes na eliminação das pragas na armazenagem", afirma Lorini.

Os armazéns herméticos favorecem o expurgo de pragas pela utilização de gás - como a fosfina. "É essencial que o local a ser expurgado permita a vedação completa, a fim de evitar desperdício do produto e potencializar sua eficácia", explica Lorini.

Outra opção é a aplicação de fosfina líquida ou pura, que pode ser introduzida no Brasil como nova forma de aplicação nos armazéns e silos. Para apresentar o sistema de aplicação e o futuro uso no Brasil, a programação contará com a palestra do pesquisador da indústria química Fosfoquim de Santiago, no Chile.
A 5ª Conferência Brasileira de Pós Colheita e Fórum Latino Americano de Pós Colheita são uma realização da Abrapos e do grupo Cotriguaçu, formado pelas cooperativas Coopavel, C. Vale, Lar e Copacol.

A programação completa do evento pode ser acessada no site da Abrapós.

FONTE
Embrapa Soja

Dólar cai e alavanca soja em Chicago

De São Paulo

A desvalorização do dólar em relação a outras moedas no mercado internacional foi a principal responsável pelos movimentos financeiros que resultaram na alta das cotações da soja ontem na bolsa de Chicago. Outras commodities, inclusive não agrícolas como petróleo e ouro, também encontraram sustentação na erosão da moeda americana, que no caso do grão interrompeu uma pequena sequência de dois dias de queda.

Os contratos com vencimento em janeiro encerraram a sessão em Chicago negociados a US$ 10,8150 por bushel, ganho de 17,50 centavos de dólar (1,64%) em relação à véspera. Mas, depois do tombo de sexta-feira e da baixa moderada de segunda, a variação acumulada em outubro ainda é negativa em 3,07%. Ainda assim, cálculos do Valor Data apontam que a valorização acumulada dos futuros de segunda posição de entrega em 2010 é de 3,15%, e que nos últimos 12 meses a alta desses papéis chega a 21,41%.

Mesmo que o dólar tenha sido a principal influência para o salto de ontem, os reflexos do fenômeno climático La Niña sobre as safras que já começaram a ser plantadas no sul da América do Sul voltaram a preocupar os traders. Do fim da semana passada até segunda-feira, o mercado foi mais imediatista e as chuvas que caíram sobre regiões produtoras do Centro-Oeste brasileiro e da Argentina, ainda que irregulares, ajudaram a pressionar as cotações. Mas o risco de que as estiagens normalmente geradas pela La Niña prejudique as lavouras até o início de 2011 voltou a ganhar espaço. (FL, com Dow Jones Newswires e Reuters)

terça-feira, outubro 05, 2010

Área e produtividade menores afetam safra de milho de verão, que cairá 8% - Vaivém

Área e produtividade menores afetam safra de milho de verão, que cairá 8% - Vaivém

O Brasil deverá terminar a safra 2010/11 de milho com estoques previstos em 5,9 milhões de toneladas, volume inferior aos 7,1 milhões da de 2009/10. Os dados são da consultoria Céleres, que divulgou ontem novas estimativas de produção para esta safra de verão.

Apesar da recente elevação dos preços do milho, os produtores estão semeando apenas 7,6 milhões de hectares nesta safra, área 5,9% inferior à de 2009/10.



Outro dado preocupante para o setor é que a produtividade não repete o desempenho da safra anterior e recua 2,1%. O resultado final será uma safra de milho 7,9% inferior à de 2009/10.





PRESSÃO SOBRE CUSTOS



Com números menos folgados na oferta de milho, principalmente devido às exportações e à safra menor, a indústria de carnes terá um peso forte na composição de custos de produção.



A safra de verão recua para 29,9 milhões de toneladas, o menor volume desde 2004/5. O peso do abastecimento interno vai recair sobre a safrinha, cuja produção, conforme dados ainda provisórios da Céleres, sobe para 21,9 milhões de toneladas.



As recentes chuvas estão sendo favoráveis ao plantio na região Sul, onde 23% da área de verão já foi semeada, ante 31% da safra anterior.



O plantio avança no Rio Grande do Sul, onde os produtores já semearam 40% da área. No Paraná, líder de produção na avaliação da Céleres, o plantio atinge 15%.


Plantio lento A falta de chuva atrasou o plantio de soja em Mato Grosso. Acompanhamento do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária) indica que apenas 0,4% da área já foi semeada. Em igual período de 2009, o plantio atingia 5%.


Perda de ritmo O feijão, em alta constante nas últimas semanas, começa a perder fôlego. A saca do tipo carioquinha recuou para R$ 190 ontem nas lavouras, queda de 7%. A retração se deve à alta de preços, o que provocou recuo nas vendas.


Dia de queda O café teve forte recuo ontem nas Bolsas de negociação. Caiu 4,8% em Nova York, para US$ 1,73 por libra-peso no primeiro contrato. Aposta na safra brasileira derrubou os preços.

Cana A chuva, que favorece o plantio de grãos, atrapalha a colheita de cana. A moagem da primeira quinzena de setembro somou 37 milhões de toneladas, 12% menos do que na quinzena anterior.
País gasta US$ 3,2 bi no ano com importações de adubo

As importações de adubos e fertilizantes voltaram a subir forte no mês passado.
Os dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior) registraram compras brasileiras no mercado externo no valor de US$ 508 milhões, o segundo maior patamar de gastos no ano.

Os dados da Secex indicam que de janeiro a setembro as importações nacionais somaram US$ 3,2 bilhões. Aumento nas compras e preços externos mais elevados puxaram os gastos das indústrias neste ano.

A demanda por fertilizantes, que estava centrada no primeiro semestre nos últimos anos -devido à antecipação de compras-, voltou a ter peso maior no segundo.

Cenário atual do algodão é de preços em alta com oscilações (Artigo)


COMO OS ESTOQUES NÃO CONSEGUEM REGUAR AS OSCILAÇÕES, TEMOS A CONFIGURAÇÃO DO CENÁRIO DE VOLATILIDADE COM ALTA DE PREÇOS


PAULO PICCHETTI
ESPECIAL PARA A FOLHA

Os preços do algodão no mercado internacional seguiram o padrão de forte queda das demais commodities no cenário marcado pelo início da crise em 2008.

Depois, a partir do final de 2009, o cenário é de recuperação dos preços.

Essa recuperação foi marcada por fortes elevações nas últimas semanas, restabelecendo o patamar de preços do período pré-crise.

Se, de um lado, parte da explicação para isso está na recuperação da demanda mundial, por outro está na redução da oferta, causada principalmente pelas enchentes no Paquistão.

O país é um dos quatro maiores produtores e exportadores mundiais de algodão (ao lado de EUA, China e Índia, com 75% da produção).

Com a revisão para baixo na produção mundial esperada para 2010/11, a previsão para a relação entre o volume de estoques e o consumo nesse período é de 37,7%, valor historicamente baixo -o menor desde 1993/94, tendo atingido 55% em 2008/09.

Esse cenário impõe uma pressão não só sobre os preços praticados no mercado mundial, mas também sobre a volatilidade desses preços.

Essa volatilidade decorre da combinação de incertezas sobre as condições climáticas, bem como sobre a política de restrição de exportações por parte de alguns grandes países produtores e exportadores, justamente durante o período de colheita nesses países.

Somando-se a incapacidade de os estoques regularem essas oscilações no curto prazo, temos a configuração do cenário de volatilidade com a elevação dos preços.

Na medida em que a possibilidade de ganhos especulativos aumenta nessas condições, um componente adicional às incertezas citadas acima passa pelo aumento das transações dessa natureza nos mercados futuros, e seus impactos sobre os preços à vista.

O Brasil é o quinto maior produtor e exportador mundial de algodão, respondendo por cerca de 6% do total de 25,4 milhões de toneladas estimadas para 2010/11.
Como o cenário de preços externos favoráveis aumentou a expectativa de exportação pelo Brasil (em 60 mil toneladas), o país terá de importar uma parte daquilo que necessita para seu consumo.

O resultado é a elevação de preços e da volatilidade também no mercado interno.
O algodão em caroço comercializado no atacado subiu 30,9% em setembro (de acordo com os dados do índice de Preços no Atacado da FGV), após ter ficado praticamente estável em agosto.
Para o período 2011/12, espera-se aumento na oferta dos grandes países produtores, principalmente dos EUA, em resposta aos preços verificados atualmente.
Até lá, porém, a integração do nosso mercado interno ao mundial resultará em um cenário de preços elevados e volatilidade.
PAULO PICCHETTI, 48, doutor em economia pela Universidade de Illinois, é professor da EESP/FGV (Fundação Getulio Vargas) e coordenador do IPC-S/Ibre/FGV).

segunda-feira, outubro 04, 2010

Mercado continua trabalhando pressionado em Chicago


Os futuros dos grãos – soja, milho e trigo – negociados na Bolsa de Chicago continuaram o movimento de perda registrado na última sexta-feira e encerraram o pregão noturno em baixa. A oleaginosa encerrou o pregão com queda de dois dígitos.

Segundo analistas, o recuo dos preços é resultado das vendas técnicas e da liquidação dos fundos especulativos de longo prazo – vistos dirigindo o mercado nas últimas duas sessões. Além disso, os estoques de milho nos EUA muito acima do esperado pelo mercado divulgados no relatório de estoques trimestrais do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) na última quinta-feira (30) e os dados de boa produtividade para a soja, também nos Estados Unidos, serviram como catalisadores para o recuo.

A tendência é de que o mercado continue operando no vermelho na sessão diurna desta

segunda-feira na CBOT. Para o milho, o clima seco nos EUA contribui para a colheita e isso pressiona os preços.

Na soja, o fator que impulsiona o declínio também são as condições climáticas, mas na América do Sul – Brasil e Argentina. As chuvas dos últimos dias melhoraram a umidade do solo e aumentaram as possibilidades do início do plantio em importantes regiões produtoras.

No caso do trigo, o clima também impacta negativamente. As chuvas na Rússia e em demais países do Leste Europeu aumentam as estimativas para a safra, já o clima seco no Canadá contribui para a colheita e trabalha como fator de baixa para o grão.

Às 11h47 (horário de Brasília), a soja para novembro valia US$10,51/bushel com baixa de 5,25 cents e o maio operava a US$10,72/bushel recuando de 5,75 cents. Para o milho, vencimento dezembro a US$4,56/bushel predendo de 9,50 cents e o março a US$4,69/bushel com queda de 9 cents. No trigo, vencimento dezembro a US$6,46/bushel caindo 9 cents, para março declínio de 10,25 valendo US$6,78/bushel.

Fonte: Notícias Agrícolas

Notícias Mercado Financeiro Cautela afeta bolsas de valores mundiais Pesquisa:


Seg, 04 de Outubro de 2010 19:00 .A pressão vendedora tomou conta das principais bolsas de valores mundiais nesta segunda-feira. Notícias negativas impulsionaram a realização de lucros dos investidores. Nos Estados Unidos, a notícia de que o Goldman Sachs reduziu a recomendação das ações da Microsoft para neutra afetou o andamento dos negócios.

Nem mesmo um indicador melhor do que os analistas previam fez com que os agentes deixassem a cautela de lado. Diante disso, os índices acionários norte-americanos encerraram em baixa. Ao final do pregão, em Nova York, o índice Dow Jones Industrial Average recuou 0,72%, aos 10.751 pontos. O S&P 500 caiu 0,80%, aos 1.137 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq desceu 1,11%, aos 2.344 pontos.

Na Europa, o dia também foi de baixa nas bolsas de valores. Segundo analistas, o movimento foi reflexo de temores quanto a saúde financeira dos países da região. Ao final dos negócios, o índice FTSE-100, de Londres, caiu 0,66%, aos 5.555 pontos, o CAC-40, de Paris, recuou 1,15%, aos 3.649 pontos. O DAX, de Frankfurt, teve desvalorização de 1,24% aos 6.134 pontos.

Na Argentina, o Índice Merval, da bolsa de valores de Buenos Aires, registrou recuo de 1,04%, aos 2.624 pontos.

E no Brasil, o Ibovespa terminou em leve alta, de 0,22%, aos 70.384 pontos. O comportamento do índice ficou limitado pela realização de lucros nos Estados Unidos. Na outra ponta, as ações do setor de energia ajudaram a garantir o dia de ganhos. Segundo Silvio Campos Neto, economista do banco Schahin, o movimento reflete a reação eleitoral. O giro financeiro da bolsa ficou em R$ 5,860 bilhões.

Na renda fixa, a curva de juros futuros se ajustou para baixo. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2012 projetou taxa anual de 11,42%. No câmbio, o dólar comercial avançou e acabou vendido a R$ 1,69.

Nas commodities, os preços do petróleo recuaram no mercado internacional, acompanhando a cautela nas bolsas de valores. O barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em novembro, caiu 0,08% para US$ 81,51 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês). E o barril do tipo Brent, com vencimento também em novembro, recuou 0,5% cotado a US$ 83,31 no ICE Exchange de Londres.

(Redação - Agência IN)

Produtores se preocupam com a sustentabilidade da carne Pesquisa:

Produtores se preocupam com a sustentabilidade da carne .

Seg, 04 de Outubro de 2010 19:31 .A produção sustentável de carne, que gere menos danos ao meio ambiente, terá uma cobrança cada vez maior dos consumidores, tanto no mercado externo quanto no ambiente doméstico dos principais países produtores. Este foi o tema central das discussões que marcaram o XVIII Congresso Mundial da Carne, realizado na semana passada em Buenos Aires, na Argentina, segundo informou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Neste cenário, o presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira, avalia que o Brasil, segundo produtor e principal exportador mundial, terá plenas condições de assumir papel protagonista para suprir a demanda nos próximos anos. Segundo ele, o País já vem atendendo a esta exigência sem desmatar novas áreas e adotando práticas como a integração lavoura-pecuária e o manejo de pastagens, que contribuíram para redução da emissão de gases poluentes pelo rebanho bovino, nos últimos anos.

"Enquanto há países que reduziram sua produção ou que não dispõem de mais áreas, nós temos capacidade de aumentar nossa produção sem derrubar uma árvore sequer. Prova disso é que o desmatamento e a emissão de gases nocivos ao meio ambiente vêm caindo, enquanto a produção de carne cresceu nos últimos anos. Tudo está baseado em argumentos científicos e não em informações de ONGs ambientalistas", justifica Nogueira, que esteve no evento. Desta forma, reforça, o País consegue responder a demanda internacional, pois é o principal exportador mundial, e suprir o mercado interno, que consome mais de 80% da produção de carne. Antenor Nogueira ressalta, no entanto, que além de continuar produzindo de forma sustentável, o país precisa resolver questões sanitárias, como a erradicação da febre aftosa. "Há estados importante do Norte e do Nordeste que precisam ser incluídos neste cenário de exportação para responder ao aquecimento da demanda", enfatiza.

(Redação - Agência IN)

sexta-feira, outubro 01, 2010

Mercados da Ásia sobem no fim da semana .

Sex, 01 de Outubro de 2010 05:31 .Os índices acionários asiáticos encerraram em alta nesta sexta-feira, impulsionadas por dados econômicos positivos vindos da China e dos Estados Unidos.

Na China, a divulgação dos resultados do setor manufatureiro animou os investidores, com o setor apresentando crescimento acima do esperado.

Da mesma forma, nos Estados Unidos, os dados referentes ao desemprego no País registraram uma queda no indicador, o que gerou no mercado um sentimento de maior confiança em relação a recuperação da economia norte-americana.

No Ásia, as bolsas de Hong Kong e Xangai permaneceram fechadas no último dia de negociações da semana, em função de um feriado nacional.

Entretanto, no Japão, o iene seguiu em forte alta em relação ao dólar, prejudicando o movimento das exportações de commodities na região.

Desta forma, em Tóquio, o índice Nikkei 225 subiu 0,37%, para 9.404,23 pontos, e em Seul, o índice Kospi subiu 0,21% para 1.876,73 pontos.



(Gabriel Nunes - Agência IN)

quinta-feira, setembro 30, 2010

Cotações em queda em Chicago pressionadas por relatório altista do USDA

Soja cai em Chicago, puxada pelo milho e trigo. Estoques divulgados pelo USDA vieram 20% acima do esperado pelo mercado. No Brasil, a CNA alerta para a venda antecipada pois poderá haver complicações mais à frente por causa do La Niña.


As cotações da soja caem na Bolsa de Chicago hoje, puxadas pelo milho e trigo após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) divulgar que os estoques do país estão 20% superior ao que o mercado esperava. No Brasil, a preocupação com a influência do La Niña sobre as safras, alerta produtores a se preocuparam com a antecipação das vendas.

Uma vez que a estiagem no centro-oeste brasileiro pode comprometer o plantio da segunda safra de milho na região (safrinha), mudança no planejamento das safras pode acontecer. João Birkhan, diretor da Centro Grãos, afirma que, apesar de o atraso das chuvas não comprometer o plantio da safra de soja, existe possibilidade de uma janela aberta para a safrinha de milho, por outro lado, os bons preços no mercado internacional para o algodão pode levá-los a plantar a fibra como safra agora no verão.

Para a soja, a colheita avançada nos Estados Unidos pressiona as cotações com a entrada da oleaginosa no mercado pelos meses de setembro e outubro. Entretanto, para o longo prazo, a demanda internacional, principalmente da China, dá força para a sustentação dos preços.
Fonte: Redação NA

terça-feira, setembro 28, 2010

AGENDA: Confira os indicadores de amanhã

São Paulo, 28 de setembro de 2010 -
Confira o calendário dos indicadores econômicos e eventos previstos para amanhã nos Estados Unidos.
Os horários são de Brasília.
<>  A Associação dos Bancos Hipotecários (MBA) anuncia, às 8h, o índice semanal de pedidos de hipotecas.
 
 <> O Departamento de Energia (DoE) divulga, às 11h30, o seu relatório semanal sobre os estoques de petróleo. JSa / Agência Leia

AGENDA: Confira os eventos e indicadores de amanhã na Europa e Ásia


São Paulo, 28 de setembro de 2010 - Confira o calendário dos indicadores e eventos previstos para amanhã na Europa. Não há indicadores previstos para a Ásia. Os horários são de Brasília.
 
<> Reino Unido: o escritório nacional de estatísticas National Statistics informa, às 5h30, o índice do setor de serviços em julho. Em junho, foi registrada queda de 0,5% ante o mês de maio.
 
<> Reino Unido: o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) divulga, às 5h30, a base monetária nos 12 meses até agosto. Na leitura preliminar, foi apontada alta de 1,8%.
 
<> Reino Unido: o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) informa, às 5h30, o crédito à pessoa física em agosto. Em julho, o crédito subiu em 300 milhões de libras.
 
<> Reino Unido: o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) divulga, às 5h30, o número de hipotecas aprovadas em agosto. Em julho, o número de aprovações subiu para 48.722.
 
<> Eurozona: A Comissão Europeia informa, às 6h, o índice de sentimento econômico em setembro. Em agosto, o índice subiu para 101,8 pontos. GMo / Agência Leia