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sábado, setembro 04, 2010

Boi: mercado físico continua firme


Em São Paulo, as escalas atendem 3 dias em média e hoje o volume de negócios esteve reduzido. Além desse movimento, típico das sextas-feiras, o feriado reduz a movimentação do mercado de maneira considerável, comprometendo as compras por parte da indústria.

Apesar dos preços estáveis, as escalas no Mato Grosso do Sul encurtaram. Hoje, atendem entre 2 e 3 dias, também mostrando que não tem sido fácil encontrar animais terminados.

No Pará, grande parte dos frigorífi cos não abaterá na segunda-feira, véspera de feriado.

Trabalhando com alta ociosidade, a margem é prejudicada e alguns se posicionaram fora do mercado para reduzir custos operacionais enquanto a oferta permanece restrita.

Por enquanto, o cenário ainda permanece indicando firmeza de preços, sem espaço para quedas.

Fonte: XP INVESTIMENTO

Crescimento do Brasil desacelera, mas ainda supera países ricos


O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no segundo trimestre, de 1,2% na comparação com os três meses imediatamente anteriores, ficou acima do registrado na maioria dos países desenvolvidos.

Contra o primeiro trimestre de 2009, o PIB brasileiro registrou alta de 8,8% e, no primeiro semestre, de 8,9% --a maior alta para o período em 14 anos. O ano de 2009 registrou queda de 0,2% no PIB.

PIB brasileiro cresce 1,2% no segundo trimestre e 8,9% no semestre, aponta IBGE

Fim de incentivos fiscais afeta consumo das famílias

Investimento no segundo trimestre se recupera e supera período do início da crise

Depois de um início de ano muito aquecido, com a economia se expandindo a uma taxa de 2,7% no primeiro trimestre, ante o quarto trimestre de 2009, o ritmo de crescimento no Brasil arrefeceu um pouco, mas ainda ficou acima do esperado pelo governo. Na segunda-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia previsto que o PIB cresceria entre 0,5% e 1% entre abril e junho.

Nos Estados Unidos --onde os problemas com as hipotecas "subprime" (de alto risco) se tornaram o cerne da crise financeira--, a economia registrou alta de 0,4% no segundo trimestre (o último dado divulgado aponta para expansão anualizada de 1,6%). No primeiro trimestre, o crescimento havia sido de 0,9%.

A desaceleração no ritmo de expansão dos Estados Unidos levantou os temores de que a tendência de retomada da economia no país pode ser revertida. Dados mostram que o setor privado está receoso em contratar novos funcionários, por conta das incertezas sobre a força dos negócios nos próximos meses. Isso tem feito com que as pessoas se preocupem com a manutenção de seus empregos e gastem menos. Mas até que o consumo das famílias se eleve, o desemprego pode continuar alto.

Em 2009, o PIB do país registrou retração de 2,4%.

No Japão, que perdeu neste trimestre o posto de segunda maior economia do mundo para a China, a expansão também arrefeceu, e a expansão foi de apenas 0,1% no segundo trimestre, na comparação com o primeiro. No trimestre anterior, a economia havia crescido 1,2%.

Preocupado com a fraca recuperação do país, o Banco Central japonês expandiu seu programa de empréstimos baratos, atendendo os pedidos do governo para agir contra a alta do iene e deixando a porta aberta para mais afrouxamento monetário.

O iene saltou mais de 1% ante o dólar após o anúncio do banco, que investidores classificaram como um gesto simbólico que pouco fará para conter a valorização da moeda.

O mercado ficou desapontado com o fato de o BC não ter adotados medidas mais agressivas, como aumentar a compra de bônus do governo japonês ou reduzir a taxa de juro de 0,1% para zero.
No caso da União Europeia, que dá sinais de recuperação após os novos problemas enfrentados graças ao alto endividamento público de alguns de seus países-membros, a expansão foi melhor que a registrada no primeiro trimestre. O grupo de 27 países registrou elevação de 1% no PIB entre abril e junho, mesma variação registrada na zona do euro (grupo de 16 países do bloco que usam o euro como moeda única). Nos três primeiros meses do ano, a variação (nas duas regiões) havia sido de 0,3%.

Entre os países do bloco, a Alemanha registrou a maior variação positiva no período, de 2,2% ante o primeiro trimestre --a maior taxa de crescimento desde a reunificação do país. Reino Unido (1,2%), França (0,6%) e Itália (0,4%) vêm em seguida.
A exceção ficou por conta da Grécia, que passa por uma crise fiscal e recebeu ajuda financeira da UE e do FMI (Fundo Monetário Internacional) para conter seus deficit, cujo PIB registrou queda de 1,5% no trimestre.
A China, que não divulga o crescimento frente ao trimestre imediatamente anterior, registrou expansão vigorosa, de 10,3%, ante o mesmo período do ano passado. O número, porém, representou desaceleração contra a variação do primeiro trimestre (11,9%). Completando os Brics (grupo dos principais emergentes), a Rússia teve crescimento de 5,2% na comparação anual, enquanto o PIB da Índia subiu 8,8% na mesma base.

Fonte: Valor Econômico

Agricultores americanos usam a irrigação com planejamento. Resultado: a quantidade de água aumentou

Na segunda reportagem especial sobre a irrigação nos Estados Unidos, você vai conhecer um projeto que possibilitou o crescimento da irrigação e ao mesmo tempo o aumento na quantidade de água do lençol freático

Nos Estados Unidos a irrigação ocupa cerca de 26 milhões de hectares. Durante nossa viagem visitamos o estado do Nebraska, que, segundo dados de 2007 do Departamento de Agricultura norte americano é o estado que mais utiliza a irrigação nas suas lavouras, com cerca de 8,5 milhões de hectares. De acordo com Derrel Martin, professor Phd do Departamento de Irrigação e Recursos Naturais de água na Universidade do Nebraska, “a água que está na superfície, como rios e lagos, é controlada pelo estado, já a água que está no subsolo é controlada por uma câmara local eleita pelos moradores”.

A irrigação está presente na região desde a década de 50, mas por volta de 1970 a utilização da água dos rios e abertura de novos pontos para retirada da água do subsolo atingiu o seu pico. A situação começou a ficar insustentável, com os níveis dos aqüíferos apresentando grande diminuição. Levantamento feito em 2007 mostra que os pontos para retirada de água do subsolo estava em 90.000. Foi a partir dessa época que os produtores, governantes locais e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos começaram a dar uma atenção maior para a importância da sustentabilidade na produção.

Um projeto chamado de Central Nebraska Public Power and Irrigation District passou a ter uma atuação estratégica. Criado em 1933 o projeto engloba a bacia dos rios South Platte e North Platte. O projeto tem como objetivo utilizar a água para irrigação, para geração de energia elétrica, para recreação, para recuperar os aqüíferos, para controlar inundações e para resfriar usinas termelétricas. Em 1941 foi finalizada a construção da barragem Kingsley e dos canais de irrigação, que cortam as áreas de produção.
A água disponível na barragem é utilizada para a irrigação de mais de 215 mil hectares. No mapa abaixo você pode ver em azul o rio, em rosa e vermelho os canais de irrigação e em verde a área de produção agrícola que é beneficiada com os canais de irrigação.

Além de todos os benefícios já citados acima, Jeff J. Buettner afirma que o mais importante é que “desde que o projeto de irrigação foi criado em meados da década de 30, a divisão dos rios em canais de irrigação colaborou para o aumento da quantidade de água no subsolo. Em outras palavras, o lençol freático está maior”. Dados do órgão responsável pelas pesquisas geológicas (U.S. Geological Survey) e da Divisão de Conservação e Pesquisa da Universidade de Nebraska, mostram que o lençol freático sob a área do projeto aumentou desde de pouco mais de 3 metros em 1941, quando o sistema entrou em operação, para mais de 15 metros. A mesma pesquisa foi realizada na região oposta, onde não é realizado o projeto. O que se percebeu foi justamente o contrário. Ao longo dos últimos 60 anos o nível do lençol freático apresentou uma redução de mais de 30 metros. No mapa abaixo você acompanha o levantamento.

Fonte: Redação NA

quarta-feira, setembro 01, 2010

MERCADO DA SOJA

Mais um pregão de forte volatilidade para a soja, mas novamente com fechamento em baixa. Embora a recuperação dos preços ensaiada no decorrer da sessão associado a movimentação do milho e a incerteza com relação ao potencial produtivo das lavouras norte-americanas, o mercado sucumbiu a realização por parte de fundos no fechamento. A fraqueza dos mercados externos e vendas técnicas aceleraram o movimento. Com o fechamento de mês os grandes gestores realizam suas posições para embelezar os relatórios mensais, sendo este o movimento registrado na sessão de hoje, com vendas de fundos estimadas em 4.000 ctrs.

Tecnicamente, o cenário não é dos melhores no curto prazo. Chicago setembro encontra suporte intermediário em 1004,25 em topo de final de abril e, mais forte abaixo em fundo na casa de 994,25. Mercado entra em liquidação mais forte apenas perdendo este patamar de fundo da semana anterior. Na BM&F, o suporte nos 23,50 permanece. Caso este patamar seja perdido, o cenário complica-se projetando 23,25 ou abaixo os 23,00.
Fonte: XP

Mercado do Milho: Forte queda para o milho após realização de lucros

Mercado de milho em forte queda na BM&F na sessão de hoje com liquidação deposições compradas após fortes ganhos recentes. Mercado sem novidades fundamentalistas, assimilando essencialmente vendas especulativas associado a fatores técnicos. Cenário fundamentalista permanece inalterado com preços firmes no físico associado ao baixo interesse de venda do produtor e mercado exportador aquecido (referências em Paranaguá na casa de R$ 21,00-21,50 no transferido).

Preocupações com área menor e risco climático também atua como suporte no âmbito fundamentalista macro. Assim sendo, embora realizações recentes, mercado ainda tende a manter-se sustentado no curto prazo. Tecnicamente, oportunidades de compra surgindo. No setembro, mercado permaneceu acima de LTA na convergência com suporte de Fibonacci em 23,00.
Fonte: XP

Mercado do Boi: Preços fecham com pequena alta

Agosto se mostrou bastante intenso em termos de preços. Somente no último mês, a arroba subiu R$6,21 sendo que, antes disso, havia demorado quatro meses para conseguir o mesmo feito, o que reforça os efeitos da entressafra sobre a arroba. Consumo aquecido e exportações em recuperação também ajudam a dar o tom ao mercado. Hoje, apesar de um ritmo menos acelerado em relação à semana passada, ainda foi possível verificar preços em alta e boa procura por animais terminados, principalmente nas praças vizinhas a São Paulo.

No mercado de carnes, os preços permanecem estáveis, entretanto ainda há relatos de estoques enxutos. Na sessão de hoje, após ter ensaiado um rompimento de tendência e trabalhado em baixa por um bom tempo, ao final do pregão o out/10 retomou o caminho da LTA de longo prazo que insiste em seguir, tendo fechado em alta de 0,19%.
Fonte: XP

Leilão de biodiesel comercializa primeiro lote com deságio de mais de 24%

Leilão de biodiesel comercializa primeiro lote com deságio de mais de 24%

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que foi concluída hoje a comercialização do primeiro lote do 19º leilão de biodiesel, iniciado ontem. Foram vendidos 492 milhões de litros, ao preço médio de R$ 1,7450 por litro, o que corresponde a um deságio de 24,78% frentre ao preço-teto estipulado para o leilão, de R$ 2,32 por litro.

O primeiro lote foi destinado a produtores de biodiesel autorizados pela ANP e que tenham o selo "Combustível Social". O segundo lote a ser comercializado, de 123 milhões de litros de biodiesel, destina-se a produtores que não tenham o selo. O leilão termina na sexta-feira. O biodiesel será adquirido pela Petrobras e Refinaria Alberto Pasqualini (Refap). O combustível será destinado a atender a Resolução nº 6 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que exige a mistura de 5% de biodiesel ao óleo diesel vendido no país.

O Selo "Combustível Social" é um conjunto de medidas específicas que visa estimular a inclusão social da agricultura. De acordo com as normas do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o selo é concedido aos produtores de biodiesel que compram matéria-prima da agricultura familiar em percentual pré-determinado, que façam contratos negociados com os agricultores familiares e assegurem assistência e capacitação técnica aos agricultores familiares.

Fonte: Redação NA

segunda-feira, agosto 30, 2010

Boi Gordo: Mercado com poucos negócios em algumas praças.

Boi Gordo: Mercado com poucos negócios em algumas praças.

Mercado com poucos negócios em algumas praças. É o caso de São Paulo, onde muitos frigoríficos ainda estão fora das compras nesta manhã.

Com isso, os preços do boi e da vaca gorda no estado se mantêm estáveis: R$89,50/@, à vista, livre do imposto para os machos e R$83,50/@, nas mesmas condições, para as fêmeas.

Mas, um pouco diferente do que houve com o mercado na praça paulista, foi registrada boa movimentação de negócios no Triângulo Mineiro, Belo Horizonte – MG e Sul de Minas Gerais, onde os preços do boi gordo subiram para R$85,00/@, a prazo, livre do funrural.

Os preços também subiram no Mato Grosso. No Norte do estado a cotação do gado para o abate aumentou para R$78,00/@, a prazo, livre do imposto, e no Sudeste alcançou R$82,00/@, nas mesmas condições.

Marabá e Paragominas, ambas regiões do Pará, também registraram alta para o boi gordo, cotado hoje em R$77,00/@, a prazo, livre do imposto, nas duas regiões.

Em Rondônia, os negócios com o boi gordo chegam a R$80,00/@, à vista, livre do funrural, em algumas ocasiões.

No mercado atacadista de carne bovina os preços estão estáveis, exceto pela ponta de agulha para charque, que caiu R$0,20/kg.

Maria Gabriela O Tonini
Médica veterinária
Scot Consultoria

Milho- XP: mercado fecha o dia com forte valorização na BM&F

Milho- XP: mercado fecha o dia com forte valorização na BM&F


Milho firme e forte na BM&F. Em Chicago preços firmes refletindo demanda firme (inspeções semanais acima do esperado nos EUA), reportes de baixa produtividade nas primeiras

lavouras colhidas no sul do cinturão e alta do trigo. Após o fechamento, o USDA sinalizou manutenção nas condições das lavouras no país em 70% boa/excelente, 1% acima do reportado em 2009. 17% em maturação.

Tecnicamente, BM&F continua sinalizando firmeza com nova máxima do contrato setembro sendo registrada hoje. Resistência imediata em 23,60 no contínuo. No intraday, embora realização, mercado permanece acima de primeiro suporte de Fibonacci em 23,30, ponto de compra no momento.

Soja- XP: Preços fecham o dia com desvalorização

Soja- XP: Preços fecham o dia com desvalorização

Grande volatilidade para os preços da soja em Chicago neste início de semana. Após um noturno e início de cessão de preços firmes acompanhando a movimentação do trigo e demanda firme, o mercado voltou a sofrer com realizações técnicas. Após o fechamento, o USDA sinalizou manutenção nas condições das lavouras norte-americanas na última semana, com 64% destas consideradas em boas/excelentes, embora ainda abaixo dos 69% no mesmo período de 2009.

Mercado esperava queda de 1-2%. 8% das áreas encontram-se em fase de senescência. Cenário técnico não tão construtivo para a soja em Chicago com fechamento de hoje, configurando padrão de candle baixista (nuvem negra) em caso de abertura em queda amanhã tanto no U quanto no X. Na BM&F, mercado falhou a novo teste dos 23,90 e também sinalizou fraqueza.