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sexta-feira, julho 23, 2010

Soja/Milho-XP: Soja fecha o dia sustentada pela forte demanda e o milho perde nos EUA

SOJA

E a volatilidade segue presente no mercado de soja. Em mais uma sessão alternando altas e baixas o mercado fechou com leves ganhos refletindo a demanda insaciável da Ásia e o temor recorrente de problemas climáticos no mês de agosto sobre as lavouras norte-americanas.

Na manhã de hoje, o USDA anunciou a venda de 350,5 mil t de soja para embarque safra nova nos EUA. 175,5 mil t com destino para a China e 175,0 mil t para destinos não revelados (provavelmente China). Este ritmo frenético de vendas para a safra nova traz sustentação ao mercado em Chicago neste momento de definição das produtividades nas lavouras norte-americanas. Ou seja, com demanda firme, o mercado demonstra cautela em pressionar as cotações, mesmo que as condições sejam favoráveis neste momento.
Sob o ponto de vista técnico, o cenário em Chicago não é tão animador. O vencimento novembro configura topo duplo na casa de 992-993 no diário e, embora a recuperação na segunda metade da semana, a divergência de baixa com o IFR e estocástico denotam cautela neste momento. Mercado renova forças na alta rompendo o topo acima, mas caso mantenha-se abaixo tem espaço para buscar suportes em 978 e 967. Na BM&F mercado permanece consolidando em torno dos U$ 22,00/sc, com suporte em 21,65 e resistência em 22,16 na primeira expansão de Fibonacci.


Tendência: mais uma sessão técnica na soja com o mercado sem novidades , ou seja, clima favorável no momento, mas incerto a frente gerando instabilidade em meio a demanda firme. No curto prazo a volatilidade tende a permanecer com atenções re-dobradas ao clima nos EUA. Tecnicamente cenário sugere cautela.


MILHO

Mais uma sessão de poucas novidades no mercado de milho. A BM&F permanece sustentada com a escassez de ofertas no mercado paulista forçando os compradores menores a uma elevação dos preços pagos de forma a garantir o suprimento para as necessidades imediatas de consumo.


Na prática este cenário reflete o impacto dos leilões de PEP, que acabam direcionando boa parte da oferta das regiões consumidoras para o mercado exportador. Com isso, o mercado passa a assimilar uma oferta mais ajustada a frente.


Colheita da safrinha em ritmo acima do normal no centro-oeste e no PR, mesmo assim, a retenção das vendas pelo produtor (que concentra os negócios através dos PEPs) mantém o fluxo lento do cereal ao mercado consumidor.


Consultorias privadas indicam área menor de milho na safra de verão. Hoje a Safras estimou queda de 7,8% na área a ser cultivada na safra de verão 2010/11.


Chicago em mais uma sessão de perdas com vendas técnicas e condições favoráveis as lavouras norte-americanas. A falta de suporte de fundos no mercado de trigo refletiu-se também sobre o milho na sessão de hoje. No âmbito técnico, o vencimento setembro BM&F (CCMU10) trabalha com resistência piscicológica na casa de 20,00 e, mais acima, na máxima de ontem em 20,20. Suporte mais forte em 19,75.

Tendência: mercado permanece sustentado com a oferta escassa em SP. Na
prática este movimento reflete os leilões de PEP, cenário que tende a continuar no
curto prazo. Leilão de PEP para a próxima semana confirmado com 2,03 mi/t.

Arrozeiro deve ter cautela ao vender


Os produtores deverão administrar a venda de arroz para quitar os custeios de 2009/2010. O pagamento da segunda e da terceira parcelas do débito, que venceriam em junho e julho, foi prorrogado para setembro e outubro. A medida, adotada pelo Banco do Brasil, já havia sido tomada em relação à primeira prestação. Para o assessor do Irga Marco Tavares, o produtor deve evitar o acúmulo dos débitos. "Se tiver como liquidar gradualmente, melhor."

Fonte: Correio do Povo

Preocupações com o clima sustentam preços do trigo


Os contratos futuros de trigo encerraram a sexta-feira sem direção comum no mercado americano. Na Bolsa de Chicago (CBOT), os lotes para entrega em setembro fecharam com queda de 0,25 Cent ou 0,04%, cotado a US$ 5,9625/bushel. Na Bolsa de Kansas City (KCBT), o mesmo vencimento subiu 3,25 cents ou 0,53% e fechou a US$ 6,15/bushel.

Analistas continuam acompanhando as previsões do tempo em regiões produtoras de diversos países, em meio a preocupações com a estiagem na área do Mar Negro. Problemas nas lavouras têm sido fator positivo para os preços do trigo, pois os Estados Unidos competem no mercado de exportação com os produtores do Mar Negro. Um corretor afirmou que os preços dos Estados Unidos podem subir ainda mais se o clima continuar quente e seco nos arredores do Mar Negro.

O cenário para as próximas duas semanas indica, de modo geral, permanência do clima quente e seco, segundo a Cropcast. A Europa também passa por situação semelhante em algumas áreas de produção.

Fonte: Redação NA

Mercado de olho na safra de soja dos EUA


A partir de agosto, quando a safra de soja norte-americana inicia a fase mais ‘sensível’ (risco) do seu ciclo – floração e de preenchimento de vagens – o mercado estará atento aos próximos 90 dias, que serão definitivos para um diagnóstico real das lavouras do Hemisfério Norte.

Durante este período, justamente quando no Brasil – mais precisamente em Mato Grosso – se começa a pensar na nova safra, o mercado enfrentará um longo período de volatilidade, o chamado ‘mercado de clima’.

Como destaca o analista da AgRural, Fernando Muraro, os sojicultores devem ficar atentos às notícias que chegam dos Estados Unidos, “pois é deste período de cerca de 90 dias é que serão definidas as tendências de preços para este segundo semestre e também para 2011”.

Como ele descreve, até agora, as notícias dão conta de que as plantações atingem os melhores índices de toda a série história, com 75% (média dos EUA) de avaliação ‘boas a excelentes’. Os estados com as maiores produções (Iowa e Illinois) registram índices positivos para boas/excelentes, “o que, por enquanto, deixa o atual nível das lavouras em condições excepcionais”.

Porém, Muraro destaca “que nem tudo que começa bem termina bem”, citando como exemplo o ocorrido na safra 03/04 nos Estados Unidos, quando neste mesmo período do ano – meados de julho – as lavouras registram condições de 70% de boas/excelentes e no final de agosto com a chegada do La Niña, o percentual despencou para 43%.

“O início das lavouras anima, mas isso não é garantia de uma boa safra. Como disse, o período de maior risco está por vir e fica muito suscetível aos efeitos do La Niña, que pode promover uma quebra de safra”.

A presença do La Niña é dada como certa. Nos últimos dois anos, a safra norte-americana foi ciceroneada por um persistente clima chuvoso e frio.

Na primeira quinzena deste mês o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou a previsão para a safra 10/11 em 1,1%, para 91 milhões de toneladas.

Fonte: Diário de Cuiabá


quarta-feira, julho 21, 2010

Momento de retenção de soja

Diante da recente valorização dos preços da soja no mercado internacional, os produtores do Brasil seguem cautelosos para vender o que ainda resta da safra 2009/10.

Levantamento da Céleres mostra que ainda existe 25% da produção da última safra para ser negociada. No mesmo período do ano passado o volume disponível para venda era de 20%.

"Observa-se no mercado que os produtores aguardam por melhores momentos de preços para realizar as vendas ou trocar o produto por insumos que serão utilizados no plantio da safra 2010/11", diz o relatório da consultoria.

Com a melhora dos preços, a consultoria lembra que a estratégia de reter o produto passa a ser viável.

Fonte: Valor Econômico


AgRural divulga a primeira estimativa e prevê recorde

Com excesso de oferta pressionando os preços do milho, a área plantada com soja deverá subir novamente na temporada 2010/11. De acordo com a 1ª estimativa de intenção de plantio realizado pela AgRural, a área a ser semeada com soja no país alcançará 24,05 milhões de hectares, um incremento de 2,6% ou 690 mil hectares sobre a área até então recorde semeada em 2009.

Confirmados os números preliminares da AgRural, teremos recorde de área nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Maranhão, Tocantins, Bahia e Piauí. Com todos esses recordes, a produção nacional tem potencial para se aproximar dos 70 milhões de toneladas na próxima temporada.

Descrentes com o mercado de milho, os produtores da região Sul são responsáveis por mais da metade deste crescimento. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná somados vão incrementar a área de soja em 350 mil hectares. O crescimento só não é maior devido à rotação de culturas, técnica muito utilizada na região.

As regiões Norte e Nordeste são as que apresentam o maior crescimento porcentual. Na temporada passada, as sementes de soja abrangeram 2,43 milhões de hectares e neste ano serão semeados 2,55 milhões, alta de 4,7% nas duas regiões. A presença de grandes grupos com projetos sólidos de ampliação puxa o crescimento de área. O destaque da região fica para a Bahia, que tem crescimento projetado de 6,2%.

A região Centro-Oeste incrementará o plantio em 220 mil hectares, com crescimento de 2,1%. A área plantada sobe 3% em Goiás e 2% no Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso. Este último, se confirmada a previsão de 6,3 milhões de hectares, realizará o maior plantio de sua história, superando o recorde de 6,2 milhões de hectares da temporada 05/06.

Na região Sudeste do país, a área plantada deve se manter estável com área de 580 mil hectares em São Paulo e 1,02 milhão em Minas Gerais. O forte consumo interno de milho nesta região justifica a manutenção.

Fonte: Diário de Cuiabá

Conab dobra quantidade de milho em leilão PEP

O Ministério da Agricultura, por meio da Conab, vai dobrar a quantidade de milho semanal negociada em leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), passando de um para dois milhões de toneladas. A partir de agora, também não haverá limite no volume do produto a ser adquirido de cada participante, antes estipulado em mil toneladas. Os avisos com as novas regras serão publicados no site da companhia até quinta-feira (22) e a primeira negociação ocorrerá na próxima semana.

A mudança atende reivindicações das associações e do setor produtivo. De acordo com a Diretoria de Operações e Abastecimento (Dirab), a ampliação deve-se ao resultado positivo obtido em rodadas anteriores. O governo já apoiou 5,4 milhões de toneladas do produto. A meta é alcançar 12 milhões de toneladas.

Desde o último mês de maio, a Conab vem realizando leilões para apoiar a comercialização do milho da safra 2009/2010. Além dos estados que já vinham sendo contemplados (GO, MG, MT, MS, PR, BA e o DF), poderão participar agora produtores de Rondônia. As operações são realizadas por meio do Sistema Eletrônico de Comercialização (SEC) da companhia.

PEP - O PEP é um prêmio concedido ao arrematante que adquire e transporta o produto especificado nos leilões, onde são definidos a origem e o destino da mercadoria, conforme o preço fixado pelo governo. O produto deve ser comprado diretamente do produtor rural ou cooperativa. O interessado precisa estar cadastrado em uma bolsa de mercadorias e garantir o preço mínimo ao produtor.

Fonte: MAPA

Três maiores frigoríficos do Brasil suspendem compras de 221 fazendas

O Greenpeace informou hoje que os três maiores frigoríficos do Brasil, JBS/Bertin, Marfrig e Minerva, suspenderam a compra de gado de 221 fazendas localizadas dentro de terras indígenas, unidades de conservação ou próximos a áreas recém-desmatadas da Amazônia. Outras 1.787 propriedades, num raio de até 10 quilômetros de novos desmatamentos, unidades de conservação e terras indígenas, passam por averiguação. As empresas declararam também ter o ponto georreferenciado de mais de 12.500 fazendas, número que, segundo elas, representa 100% da cadeia de fornecedores diretos da região.


"A apresentação desses números é uma clara e bem-vinda sinalização de que o setor está de olho nas novas exigências do consumidor preocupado com o meio ambiente em todo o mundo. As empresas precisam agora ampliar e consolidar esse trabalho, realizando auditorias nos processos, garantindo transparência e confiabilidade aos dados e convencendo seus fornecedores a disponibilizarem mapas com os limites georreferenciados das propriedades", afirma Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace.
Nos relatórios entregues pelas empresas ao Greenpeace consta a averiguação de outras 1.787 propriedades localizadas num raio de até 10 quilômetros de novos desmatamentos, unidades de conservação e terras indígenas. Além disso, os frigoríficos declararam ter a localização geográfica das 12,5 mil fazendas, representativas de 100% da cadeia de fornecedores diretos da região.

Somente da lista de fornecedores da JBS, segundo a própria companhia, foram excluídos 31 fornecedores por estarem em unidades de conservação e/ou terras indígenas, ao passo que outras 1.491 estão sendo verificadas por se encontrarem a menos de 10 quilômetros de novas áreas de desmatamentos, unidades de conservação e terras indígenas. "Estas unidades em alerta em verificação estão suspensas temporariamente do cadastro da JBS", informou a empresa, em nota. No Bioma Amazônico dados de 9.813 propriedades de fornecedores foram coletados até o momento.

Já a Marfrig Alimentos, segundo o Greenpeace, mapeou 2 mil propriedades e suspendeu a compra de gado de 170 fazendas da região, enquanto o Minerva excluiu de sua lista 20 fornecedores, sem informar, no entanto, quantas unidades foram pesquisadas. "Cada empresa tem um procedimento, estamos tentando padronizar. O Minerva, por exemplo, nem faz a verificação de campo. Mas o que importa é que já há medidas efetivas para combater o desmatamento", declarou o coordenador do Greenpeace.

Fonte: Redação NA

domingo, julho 18, 2010

Mercado da soja

A semana da commoditys soja teve ganhos surpreendentes para o Atual cenário. Na semana o ganho chegou a 3,13 % no período de 12 a 16 de julho de 2010.
Fatores que influenciaram estas altas foram principalmente o clima no EUA e a ata da reunião de política monetária realizada pelo Federal Reserve que trouxe a possibilidade de que os EUA possam precisar de mais estímulos monetários.
Outro fator vem do outro lado do oceano. É desconfiança de alguns sobre a os rumos da economia chinesa, se irá continuar crescendo ou ira buscar um ponto de estabilidade.
Dia de poucos negócios e realização de lucros pelos investidores no mercado. Isto fez com que a sexta feira (16) tivesse momentos distintos durante todo o dia mas no final registrou pequena queda o que é considerada normal perante o cenário apresentado na semana.
Para aproxima semana a expectativa é em torno do clima que deverá manter o mercado sobre alerta. Após um período de noticias ruim sobre o clima a tendência para a próxima semana é de clima mais quente e seco nos EUA. Fora ao clima a volatilidade fica por conta dos fundos que podem manter o mercado bastante volátil.

Valdecir Jose Pinto
Bacharel em Administração
Especialista em Agronegócio com Enfase em Mercados
Cursando MBA em Gestão

AGENDA INTERNACIONAL CENTRA ATENÇAO DO INVESTIDOR

Em uma semana com poucas divulgações no âmbito doméstico, os agentes financeiros se debruçaram sobre os números fornecidos pela agenda internacional. Os dados, como temido pelo mercado, reforçaram o quadro de enfraquecimento da recuperação econômica mundial.

Dos Estados Unidos veio a maior grande parte das novas informações, tais como a ata da reunião de política monetária realizada pelo Federal Reserve que trouxe a possibilidade de que os EUA possam precisar de mais estímulos monetários, além de indicadores de atividade produtiva, consumo e inflação.

No outro lado do globo, a economia chinesa emitiu sinais de moderação no crescimento em meio à redução dos estímulos do governo, que está preocupado com possíveis pressões inflacionárias e aumento da explosiva bolha no mercado imobiliário, ambos resultantes de um superaquecimento econômico.

De acordo com os analistas da SulAmerica Investimentos, apesar dos sinais de arrefecimento do crescimento, a inflação chinesa pode subir e alcançar os 5% nos próximos meses, impulsionada pelos reajustes salariais e pressão dos alimentos. "Não está descartada a possibilidade de o banco central elevar a taxa de juros referencial, em 5,31% ao ano. E a perspectiva de juros reais negativos crescentes nos próximos meses deverá forçar o governo chinês a subir o juro básico ao longo do segundo semestre", destacam os especialistas da SulAmerica.

Neste cenário de dúvidas, a aversão a risco e a volatilidade, além da fraca liquidez marcaram a semana de negócios no câmbio. No Brasil, o dólar oscilou entre as pontas de R$ 1,76 e R$ 1,78, acumulando nestes últimos cinco dias valorização de 1,18% face ao real.

Simone e Silva Bernardino - Agência IN)

SUÍNO: Demanda de SP aumenta preços no PR e em SC


A maior demanda pelo suíno vivo, principalmente de São Paulo, aumentou os preços do animal do Paraná e de Santa Catarina, conforme dados do Cepea.

Alguns frigoríficos paulistas estão buscando animais nos estados vizinhos, especialmente no Paraná, mas também em Santa Catarina, em menor quantidade. Isso ocorre porque o suíno desses estados sulistas é negociado a valores menores que os de São Paulo. Além disso, as compras paulistas em outros estados evitam valorização do animal vivo em São Paulo.

Já no Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais, os preços do suíno vivo seguiram relativamente estáveis nos últimos sete dias. Agentes colaboradores do Cepea afirmam que, nestes estados, frigoríficos alegam não conseguir repassar as leves altas do preço do vivo para a carcaça e, por esse motivo, não se arriscam a pagar mais pelo animal. Ainda assim, suinocultores comentam que não têm encontrado dificuldades para vender os animais prontos para abate e que o mercado de vivos está bem movimentado. (Fonte: Cepea –

www.cepea.esalq.usp.br )

CAFÉ: Cafés finos já chegam vendidos às cooperativas

A limitada oferta de arábica de qualidade tem movimentado as negociações no mercado brasileiro. Segundo colaboradores do Cepea, os melhores lotes já são vendidos assim que chegam às cooperativas, sem muito esforço de negociação. Tal cenário deve-se à lentidão na disponibilidade de grãos da nova safra (2010/11) – agentes acreditavam que a oferta iria aumentar neste mês.

Com as chuvas ocorridas em boa parte das regiões produtoras, ainda não se sabe quando prosseguirão os trabalhos de colheita. Quanto aos preços, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 307,63/saca de 60 kg na quinta, aumento de 2,61% em relação à quinta anterior. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br