Vendas especulativas.
Sem a possibilidade de os pomares da Flórida serem ameaçados pelo clima, os preços do suco de laranja terminaram em queda na quinta-feira na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em setembro terminaram o dia valendo US$ 1,376 por libra-peso, queda de 790 pontos. Segundo a Dow Jones Newswires, fundos aproveitaram a falta de notícias para liquidar posições, atentos ao posicionamento dos gráficos, que estavam favoráveis às vendas, depois de os preços terem alcançado no fim de junho o maior patamar em 15 semanas. Além disso, analistas lembram que a demanda por suco nos Estados Unidos tem se reduzido, o que contribui para elevar a pressão no mercado. No Brasil, a caixa de laranja para indústria foi cotada a R$ 14,82, segundo o Cepea.
Clima preocupa.
As incertezas sobre as condições climáticas para o desenvolvimento da soja nos Estados Unidos fizeram as cotações do grão fechar em alta na quinta-feira na bolsa de Chicago. Os contratos para agosto terminaram o dia cotados a US$ 9,83 por bushel, alta de 15,25 centavos de dólar. Segundo a Dow Jones Newswires, os analistas estão preocupados com o abastecimento de grão no curto prazo, diante do aumento da demanda pelas exportações americanas. Hoje, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulga seu relatório de oferta e demanda e dará uma ideia melhor de como ficarão os estoques de passagem para a nova safra. Em Rondonópolis, a saca de soja foi negociada a R$ 34,00, alta de 2,4%, de acordo com o Imea.
Dúvida com produção.
A expectativa de uma colheita menor do que o esperado fez com que os preços do milho na bolsa de Chicago mantivessem a tendência de alta na quinta-feira. Os contratos com vencimento em setembro terminaram o dia a US$ 3,855 por bushel, valorização de 7,25 centavos de dólar. Segundo a Dow Jones Newswires, o mercado ainda reage às informações da última terça-feira de que o desenvolvimento da cultura não reagiu em comparação à semana passada. Além disso, a possibilidade de uma oferta mais apertada, que pode ser indicada hoje no relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), deu suporte aos preços. No mercado interno, a saca foi negociada no Paraná a R$ 13,48, queda de 2,11%, segundo informações do Deral.
Efeito da seca.
Os futuros de trigo subiram na bolsa de Chicago na quinta-feira para o mais alto preço em seis meses com a seca nos países da região do Mar Negro e em regiões da Europa. O contrato com vencimento em setembro encerrou o pregão a US$ 5,4850 o bushel, alta de 18 centavos de dólar. O mesmo contrato na bolsa de Kansas teve valorização de 16,50 centavos e o bushel fechou a US$ 5,62. A seca está se intensificando em regiões da Rússia e do Cazaquistão, segundo a Bloomberg. A falta de chuvas na França, o maior produtor de trigo da União Europeia, também pode reduzir a produção. Os futuros de trigo subiram mais de 20% desde 29 de junho. No mercado do Paraná, a saca de 60 quilos do cereal ficou em R$ 22,64, retração de 0,75%, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral).
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sexta-feira, julho 09, 2010
Seca derruba safra de grãos pelo mundo
A transição brusca do fenômeno climático El Niño para o La Niña está provocando uma forte seca em partes da Ásia, Oceania e Europa. A falta de chuvas afetou o desenvolvimento de lavouras importantes como trigo e arroz e tem impactado os preços no mercado internacional de grãos.
Três grandes produtores de trigo - Rússia, Austrália e França - reduziram esta semana suas previsões para a safra de 2010/11. A situação é preocupante também na Tailândia, o maior exportador mundial de arroz, onde 60% do país está há meses sem chuvas.
"Temperaturas altas dominaram nesta primavera [no Hemisfério Norte], tornando o estresse hídrico ainda pior", afirmou ao Valor Gail Martell, meteorologista agrícola daMartell Crop Projections, dos EUA. Segundo ela, a transição "forte e abrupta" de um cenário de El Niño (aquecimento do oceano) para o de La Ninã (esfriamento do oceano) provocou um descompasso no clima.
Na Rússia, onde a seca já é considerada a pior em dez anos, o governo estendeu ontem o estado de emergência para 14 localidades. Agricultores da região do Rio Volga, a mais afetada no país, deram início à colheita de trigo com uma semana de antecedência para escapar do clima ruim.
Diante desse cenário, o Ministério da Agricultura russo reduziu em 5,6% sua previsão de safra de grãos no ciclo 2010/11, de 87,5 milhões de toneladas para 85 milhões de toneladas na safra anterior, a produção alcançou 97 milhões de toneladas. O trigo será especialmente afetado. A seca e o calor reduziram em 3,5% a estimativa de colheita, que passa a ser de 55 milhões de toneladas.
A safra de trigo da Austrália - o quarto maior produtor mundial - também sofre com a seca. Junho foi um dos meses mais secos da história do país, que deve produzir 22,5 milhões de toneladas, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).
O serviço de meteorologia do Reino Unido apontou para a mesma direção: informou que o primeiro semestre do ano foi o mais seco no país desde 1929. A temperatura na França e na Alemanha, os dois maiores produtores de trigo da União Europeia, passou dos 30° C esta semana. A precipitação em regiões produtoras francesas ficou entre 60% e 80% do normal para esta época.
"As condições meteorológicas atuais irão reduzir a produção de trigo da França, que, sem dúvida, ficará menor que a estimativa do governo", disse Michel Portier, diretor da consultoria agrícola Agritel, à Bloomberg. "A previsão oficial ainda é um tanto otimista".
No mesmo dia veio a resposta: Paris reduziu sua projeção para a safra de trigo atual em 2,5%, para 35,3 milhões de toneladas.
Para especialistas em clima e agricultura, a seca que assola a Ásia e a Europa preocupa. Um estudo realizado recentemente pelas Universidades Estaduais de Iowa e Kansas, nos EUA, mostra que o desenvolvimento do trigo de inverno sob temperatura de 35° C é quase 80% inferior ao de grãos sob temperaturas de 20° C.
O arroz é outra commodity sob risco. Na Tailândia, o maior exportador mundial do cereal, a produção poderá recuar para o menor nível em oito anos devido à seca e aos estragos provocados por ataques de gafanhotos. A estimativa do governo de produção para arroz branco 100% B, uma referência na Ásia, foi rebaixada para 23 milhões de toneladas, queda de 0,9% em relação à estimativa anterior.
Em entrevista à Dow Jones, Concepción Calpe, economista da Agência para Agricultura e Alimentação da ONU (FAO), foi mais pessimista: disse que a produção tailandesa de arroz poderá ficar em 22 milhões de toneladas no ano fiscal que se iniciará em outubro. Se confirmada, será a pior safra desde 2002. "Mantemos a previsão de queda", disse Calpe.
A estiagem já atinge 44 províncias da Tailândia, quase 60% do território do país, e provocou prejuízos de US$ 432 milhões, segundo o governo local. Para a Associação de Processadoras de Arroz da Tailândia, a oferta menor no mercado internacional pode levar os preços do arroz 100% B para US$ 500,00 a tonelada até o fim deste ano. Essa variedade representa 75% do total de arroz produzido no país.
Na China, a falta de chuvas tem afetado a qualidade do trigo, por isso o país deve dobrar as importações do cereal do Canadá.
Os problemas climáticos no Hemisfério Norte têm mexido com os preços nas bolsas de commodities. Ontem, por exemplo, o trigo teve alta de 23 centavos de dólar em Chicago, a maior desde janeiro, e atingiu US$ 5,3050 por bushel.
É o mercado climático, observa Paulo Molinari, analista da Safras&Mercado. Assim, no primeiro sinal de quebra de safra de trigo em países produtores há reflexo nos preços globais.
Ele pondera, porém, que mesmo com eventuais perdas os estoques mundiais de trigo estão em níveis elevados - a projeção é de 194 milhões de toneladas na safra 2010/11. "A quebra contribui para que os preços não caiam, já que deve ocorrer diminuição dos estoques".
O quadro acaba influenciando ainda as cotações de milho, pois são produtos substitutos. No caso da soja, o reflexo vem do fato que a oleaginosa concorre com milho por área.
O professor Fernando Homem de Mello, especialista em economia agrícola da Universidade de São Paulo, também não acredita em impacto expressivo nos preços internacionais em decorrência dos problemas climáticos atuais. Mas observa que é necessário ficar atento à safra americana de grãos, que será colhida no segundo semestre.
Agora, diz Molinari, excesso de chuvas no Meio-Oeste dos EUA preocupa, mas ele observa que a expectativa é de safras recordes, para o milho e para soja. A projeção é de uma produção de 339 milhões de toneladas de milho e de 90 milhões de soja.(Colaborou Alda do Amaral Rocha, de São Paulo)
Fonte: Valor Econômico
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7/09/2010 07:14:00 AM
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Soja atinge maior preço em 2 semanas
Os preços da soja fecharam ontem no maior nível em duas semanas na Bolsa de Chicago, influenciados pela piora da qualidade das lavouras nos Estados Unidos e pela firme demanda externa pela oleaginosa, em especial na China. O contrato novembro, o mais negociado da bolsa americana, subiu 3,61% para US$ 9,3250 por bushel.
A melhora de humor nos mercados financeiros, diante da expectativa de bons balanços corporativos no segundo trimestre, também ajudou a atrair mais compradores para os grãos. Especuladores voltaram às bolsas de commodities dispostos a adotar posições mais arriscadas.
Os mesmos fatores influenciaram as cotações do milho e do trigo. As lavouras desses cereais nos EUA também perderam qualidade por causa de condições climáticas ruins, segundo o Departamento de Agricultura do país, o que poderá implicar em redução de produtividade. No caso do trigo, o tempo seco e quente no Hemisfério Norte pode prejudicar a safra na Rússia e na Europa, grandes produtores do cereal, o que beneficiaria as vendas americanas.
Mas uma eventual redução na oferta teria que ser significativa para elevar mais o preço do trigo, já que a oferta mundial é ampla neste momento. Em Chicago, o contrato setembro do trigo subiu 4,53%, para US$ 5,3050 por bushel. O contrato dezembro do milho ganhou 2,64%, para US$ 3,8925.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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7/09/2010 07:10:00 AM
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quarta-feira, julho 07, 2010
Bovespa fecha em alta de 1,9%; dólar é cotado a R$1,76
Da Redação economia@eband.com.br
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) encerrou o pregão desta quarta-feira com oscilação positiva de 1,9% 63.283 aos pontos. O volume total negociado foi de R$ 5. 840 bilhões de reais.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) encerrou o pregão desta quarta-feira com oscilação positiva de 1,9% 63.283 aos pontos. O volume total negociado foi de R$ 5. 840 bilhões de reais.
Nos Estados Unidos, a Dow Jones sobe 2,8% e o Índice de Tecnologia NASDAQ fechou o dia em valorização de 3,1%. O dólar comercial fechou o dia com o pregão em baixa de 0,8%. E a moeda está cotada a R$ 1,76.
As ações da TAM S/A PN N2 lideraram entre os papéis com as maiores valorizações do dia, fechando com alta de 6,67%. Em segundo vem ITAU UNIBANCP PN ED N1 com 5,89%. ITAUSA PN N1 subiu 5,10%, enquanto a LLX LOG ON NM e a BRADESCO PN EDJ N1 fecharam com elevação de 4,94% e 4,72%,respectivamente.
Entre as maiores quedas DURATEX ON NM fechou com recuo de 1,97%. COPEL PNB N1 perdeu 1,42% e CEMIG ON N1 caiu 1,42%. A BRF FOODS ON NJ NM e MRV ON NM tiveram desvalorizações de 1,27% e 1,22%.
Europa
As principais Bolsas europeias fecharam nesta quarta-feira com os pregões em alta.
A bolsa de Frankfurt na Alemanha fechou o dia em alta de 0,8%.
Já a Bolsa de Londres e a de Paris fecharam o dia em também valorizações de 1% e 1,7%, respectivamente. A bolsa de Milão também fechou o dia em alta de 1,7%.
O euro encerrou o dia em queda de 0,6% e está sendo vendido a R$ 2,23.
Petróleo
O barril de Petróleo terminou o dia negociado em Londres a US$ 73,87. Já em Nova York, ele é vendido a US$ 74,42.
Redação: Ana Elisa Erdmann
As ações da TAM S/A PN N2 lideraram entre os papéis com as maiores valorizações do dia, fechando com alta de 6,67%. Em segundo vem ITAU UNIBANCP PN ED N1 com 5,89%. ITAUSA PN N1 subiu 5,10%, enquanto a LLX LOG ON NM e a BRADESCO PN EDJ N1 fecharam com elevação de 4,94% e 4,72%,respectivamente.
Entre as maiores quedas DURATEX ON NM fechou com recuo de 1,97%. COPEL PNB N1 perdeu 1,42% e CEMIG ON N1 caiu 1,42%. A BRF FOODS ON NJ NM e MRV ON NM tiveram desvalorizações de 1,27% e 1,22%.
Europa
As principais Bolsas europeias fecharam nesta quarta-feira com os pregões em alta.
A bolsa de Frankfurt na Alemanha fechou o dia em alta de 0,8%.
Já a Bolsa de Londres e a de Paris fecharam o dia em também valorizações de 1% e 1,7%, respectivamente. A bolsa de Milão também fechou o dia em alta de 1,7%.
O euro encerrou o dia em queda de 0,6% e está sendo vendido a R$ 2,23.
Petróleo
O barril de Petróleo terminou o dia negociado em Londres a US$ 73,87. Já em Nova York, ele é vendido a US$ 74,42.
Redação: Ana Elisa Erdmann
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7/07/2010 10:43:00 PM
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MILHO: Indicador segue em queda
Publicado em: 06/07/2010 12h00
As cotações do milho no mercado brasileiro caíram nos últimos sete dias, pressionadas pelo avanço da colheita, estoques elevados e demanda retraída, segundo pesquisas do Cepea. Entre 28 de junho e 5 de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas-SP) caiu 1,85%, fechando a R$ 18,55/sc de 60 kg na segunda-feira. A queda acumulada em junho é de 3,3%. Nesse cenário, produtores consultados pelo Cepea esperam que a seqüência de leilões possa dar novo ritmo ao mercado. Quanto à colheita de milho safrinha, o clima tem sido favorável às atividades de campo em quase todas as regiões produtoras. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
As cotações do milho no mercado brasileiro caíram nos últimos sete dias, pressionadas pelo avanço da colheita, estoques elevados e demanda retraída, segundo pesquisas do Cepea. Entre 28 de junho e 5 de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas-SP) caiu 1,85%, fechando a R$ 18,55/sc de 60 kg na segunda-feira. A queda acumulada em junho é de 3,3%. Nesse cenário, produtores consultados pelo Cepea esperam que a seqüência de leilões possa dar novo ritmo ao mercado. Quanto à colheita de milho safrinha, o clima tem sido favorável às atividades de campo em quase todas as regiões produtoras. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
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7/07/2010 10:41:00 PM
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Dois cenários diferentes para o mercado do milho
Mais uma sessão de lateralidade no mercado de milho na BM&F. O mercado físico permanece pressionado com preços em queda na maior parte das regiões produtoras do país. Em SP, com a evolução da colheita, os consumidores recebem diretamente do produtor e, mantém-se a margem do mercado.
Na bolsa, o movimento de cobertura de vendas registrado nas últimas sessões permanece atuando de forma a impedir o reflexo deste cenário físico sobre os futuros, pelo menos no curto prazo. As condições em geral tendem a permanecer favoráveis a evolução da colheita nos próximos dias, com chuvas de forma muito esparsas sobre o sudeste. Para o leilão de PEP/Pepro do próximo dia 08, a expectativa é de uma demanda firme assim como o registrado nos leilões anteriores, reflexo da ampla oferta interna e o fluxo de vendas de produtores (mesmo abaixo do preço mínimo) por ser esta a única oportunidade de comercialização que ofereça liquidez no momento.
Em Chicago, sessão de fortes altas. Além da movimentação externa positiva (alta das commodities energéticas, metálicas e demais agrícolas), a piora de 2% nas condições das lavouras norte-americanas ontem renovam o temor de que o excesso de umidade no norte do cinturão possa reduzir a produtividade da safra atual. Ao mesmo tempo, reportes de players comercias indicando um maior potencial de importação de milho pela China nos próximos meses contribuem aos granhos. O posicionamento do mercado frente ao relatório de oferta e demanda mensal do USDA que tende a indicar estoques mais baixos nos EUA também favoreceu os ganhos de hoje. De qualquer forma, o destaque da sessão ficou por conta da forte presença de fundos na ponta compradora: embora o discurso fundamental o re-posicionamento de carteiras no início do semestre foi fator de suporte generalizado as commodities hoje.
Tendência- o call permanece neutro. O físico permanece pressionado, enquanto o futuro sustenta-se em cobertura de vendas e limitado interesse de venda nos patamares atuais.
Fonte: XP Investimentos
Na bolsa, o movimento de cobertura de vendas registrado nas últimas sessões permanece atuando de forma a impedir o reflexo deste cenário físico sobre os futuros, pelo menos no curto prazo. As condições em geral tendem a permanecer favoráveis a evolução da colheita nos próximos dias, com chuvas de forma muito esparsas sobre o sudeste. Para o leilão de PEP/Pepro do próximo dia 08, a expectativa é de uma demanda firme assim como o registrado nos leilões anteriores, reflexo da ampla oferta interna e o fluxo de vendas de produtores (mesmo abaixo do preço mínimo) por ser esta a única oportunidade de comercialização que ofereça liquidez no momento.
Em Chicago, sessão de fortes altas. Além da movimentação externa positiva (alta das commodities energéticas, metálicas e demais agrícolas), a piora de 2% nas condições das lavouras norte-americanas ontem renovam o temor de que o excesso de umidade no norte do cinturão possa reduzir a produtividade da safra atual. Ao mesmo tempo, reportes de players comercias indicando um maior potencial de importação de milho pela China nos próximos meses contribuem aos granhos. O posicionamento do mercado frente ao relatório de oferta e demanda mensal do USDA que tende a indicar estoques mais baixos nos EUA também favoreceu os ganhos de hoje. De qualquer forma, o destaque da sessão ficou por conta da forte presença de fundos na ponta compradora: embora o discurso fundamental o re-posicionamento de carteiras no início do semestre foi fator de suporte generalizado as commodities hoje.
Tendência- o call permanece neutro. O físico permanece pressionado, enquanto o futuro sustenta-se em cobertura de vendas e limitado interesse de venda nos patamares atuais.
Fonte: XP Investimentos
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7/07/2010 10:35:00 PM
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INTERNACIONAL: Chuvas fortes nos EUA sustentam preços da soja e milho em Chicago
A soja e o milho trabalham em alta ante especulações de que chuvas fortes fora do comum nos Estados Unidos, o maior produtor e exportador dos dois produtos, irão reduzir os rendimentos nos campos.
No meio oeste do país, algumas lavouras já recebem chuvas em um volume 3 vezes acima do previsto. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) afirmou que as taxas de rendimento no milho e da soja caíram por duas semanas seguidas.
De acordo com o USDA, até o último dia 4, 71% da safra de milho estavam em boas ou excelentes condições, 2% a menos do que em relação à última semana. A produção de soja também está deteriorada, com somente 66% das lavouras em boas ou excelentes condições. Há três semanas, esse índice representava 75%.
“As safras agora estão ficando menores. Tem tido muita chuva”, disse Don Roose, presidente da Commodities Inc dos Estados Unidos, em West Des Moines, estado de Iowa.
Menores rendimentos no milho?
A média de rendimento do milho, segundo informações do USDA, pode cair para 161,6/bushels por acre, afirma o economista agrícola Seth Meywer, da Universidade de Missouri, em Columbia. Este número é menor em relação ao projetado na última semana – 162,3 bushels/ acre – e do que o recorde do ano passado, que foi de 164,7 bushels por acre.
A produtividade da soja também deve cair para 42,4 bushels por acre este ano em relação à semana passada, quando a produtividade representava 42,7 bushels por acre. Em junho, a previsão do USDA falava em 42,9 bushels. A média do último ano foi de 44 bushels.
Com informações da Bloomberg
Tradução: Carla Mendes
Fonte: Redação NA
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7/07/2010 10:32:00 PM
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Safra 2010/11 terá leve redução na área plantada e produção
Depois da registrar a maior safra de soja da história, o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea) estima que a safra 2010/11 terá uma leve redução. Segundo dados do Instituto, a área plantada ficará em torno de 6,09 milhões de hectares e a produção em 18,2 milhões de toneladas do grão. Na safra histórica deste ano, o Estado plantou uma área de 6,2 milhões de hectares e colheu 18,8 milhões de toneladas.
O Imea também divulgou que 10% da produção futura do grão já foi comercializada pelos produtores matogrossenses. Ainda segundo o instituto, a comercialização que, apesar de refletir um mercado externo mais retraído que no ano anterior, está com a comercialização 5% mais adiantada que na safra que encerrou. Os preços reportados nas praças são apenas referência de US$ 13,70/sc em Sorriso, US$ 14,80/sc em Primavera do Leste e US$ 16,15/sc em Sapezal, todos para entrega em fevereiro do próximo ano.
Fonte: Só Notícias
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7/07/2010 10:29:00 PM
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segunda-feira, julho 05, 2010
Soja: Agentes atentos ao mercado externo
A movimentação de soja segue lenta no mercado brasileiro, conforme pesquisas do Cepea. Apesar disso, os preços do grão continuam firmes. Entre 25 de junho e 2 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ (média de cinco regiões do Paraná) da soja em grão subiu 1,54%, fechando a R$ 36,93/saca de 60 kg na sexta-feira, 2. Nesse cenário, agentes brasileiros têm voltado suas atenções ao mercado internacional. Tradings estão negociando de forma intensa, aproveitando a boa demanda externa, principalmente da China.
De acordo com dados da Secex, 4,04 milhões de toneladas de soja foram embarcadas em junho, 29,1% menor que o exportado em maio e 34,6% menos que em junho de 2009. Mesmo assim, foi o segundo maior volume embarcado em um mês de junho (abaixo apenas de 2009). O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (produto posto porto de Paranaguá) aumentou 1,18% em sete dias, passando para R$ 39,53/sc na sexta.
Fonte: Cepea/Esalq
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7/05/2010 10:45:00 PM
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Safra 2010/11: mais crédito para pouco tomador
O crédito que começa a ser liberado para o plantio da safra de grãos 2010/11, de R$100 bilhões para a agricultura comercial, dificilmente terá todo o seu volume tomado pelos produtores rurais. São vários os fatores que impedem um maior acesso dos agricultores aos financiamentos que vem sendo disponibilizados desde o dia 1° de julho. São restrições de cunho ambiental ou fundiário e sobretudo as decorrentes das dívidas remanescentes de safras anteriores. Além disso, em alguns estados, como o Mato Grosso, existe ainda uma tendência de redução das áreas de plantio, particularmente da soja, diante da baixa rentabilidade na comercialização da safra deste ano. De acordo com estimativas da Federação da Agricultura do Mato Grosso, menos de 10% dos produtores de soja matogrossenses contratarão o crédito oficial na próxima safra. Quem puder, deve recorrer a financiamentos privados, junto às indústrias e tradings. Mesmo os recursos especiais destinados a estimular os médios produtores terão pouco efeito nesse estado, na medida em que os produtores que, no âmbito nacional, são considerados de médio porte, no caso do Mato Grosso são caracterizados como pequenos. Uma solução aventada para facilitar um maior acesso ao crédito é a prorrogação do prazo de pagamento dos débitos antigos e que estão vencendo este ano. Até o momento, porém, o governo não se decidiu a respeito dessa reivindicação das lideranças do setor produtivo. Mas é importante que o faça, até para evitar uma redução acentuada e indesejável nas áreas de plantio
Fonte:
www.noticiasagricolas.com.br
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7/05/2010 06:41:00 AM
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Perspectivas Agrícolas
Silmar Cesar Müller
O relatório de perspectivas agrícolas, que está sendo divulgado esta semana pela FAO em conjunto com a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, OCDE, reforça a tendência de uma mudança estrutural no eixo de domínio da produção, consumo e comércio mundial de produtos agrícolas nos próximos anos. Os países emergentes, como Brasil, China, Índia, Rússia e outros, tendem a tomar a dianteira na formação de preços no mercado internacional, até agora dominado pelos países ricos como os Estados Unidos, Canadá ou União Européia. O relatório aponta o Brasil como o país que reúne as melhores condições para se firmar como grande celeiro do mundo, com produção agrícola devendo aumentar em mais de 40% nos próximos 10 anos, o dobro da média mundial. É cerca de quatro vezes mais do que os 10 a 15% previstos para os Estados Unidos e o Canadá. Já a União Européia deve crescer em menos de 4%, segundo o relatório. Um dos elementos que favorecem essa tendência é o próprio crescimento das economias dos países emergentes, muito mais vigoroso do que o dos países ricos. Além de suas grandes e crescentes populações, são países que se urbanizam rapidamente, desenvolvem novos hábitos alimentares e tem aumentado o seu poder aquisitivo, o que eleva mais rapidamente o nível de consumo, particularmente o de proteínas. Na prática, o próprio comportamento recente do mercado já vem demonstrando essa tendência. A China, tradicional grande produtora e exportadora de milho, está ingressando no mercado mundial como importadora este ano, e de grandes volumes, o que já determinou acentuadas altas nos preços do cereal na bolsa de Chicago na semana passada e também no início desta. A principal razão: seu consumo interno de rações não para de crescer, ao mesmo tempo em que sua produção já não consegue acompanhar a demanda.
Fonte: www.noticiasagricolas.com.br
O relatório de perspectivas agrícolas, que está sendo divulgado esta semana pela FAO em conjunto com a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, OCDE, reforça a tendência de uma mudança estrutural no eixo de domínio da produção, consumo e comércio mundial de produtos agrícolas nos próximos anos. Os países emergentes, como Brasil, China, Índia, Rússia e outros, tendem a tomar a dianteira na formação de preços no mercado internacional, até agora dominado pelos países ricos como os Estados Unidos, Canadá ou União Européia. O relatório aponta o Brasil como o país que reúne as melhores condições para se firmar como grande celeiro do mundo, com produção agrícola devendo aumentar em mais de 40% nos próximos 10 anos, o dobro da média mundial. É cerca de quatro vezes mais do que os 10 a 15% previstos para os Estados Unidos e o Canadá. Já a União Européia deve crescer em menos de 4%, segundo o relatório. Um dos elementos que favorecem essa tendência é o próprio crescimento das economias dos países emergentes, muito mais vigoroso do que o dos países ricos. Além de suas grandes e crescentes populações, são países que se urbanizam rapidamente, desenvolvem novos hábitos alimentares e tem aumentado o seu poder aquisitivo, o que eleva mais rapidamente o nível de consumo, particularmente o de proteínas. Na prática, o próprio comportamento recente do mercado já vem demonstrando essa tendência. A China, tradicional grande produtora e exportadora de milho, está ingressando no mercado mundial como importadora este ano, e de grandes volumes, o que já determinou acentuadas altas nos preços do cereal na bolsa de Chicago na semana passada e também no início desta. A principal razão: seu consumo interno de rações não para de crescer, ao mesmo tempo em que sua produção já não consegue acompanhar a demanda.
Fonte: www.noticiasagricolas.com.br
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domingo, julho 04, 2010
SUÍNOS: Expectativa de vendas interrompe quedas
A movimentação nos mercados de suíno vivo e de carne no atacado tem melhorado nos últimos dias. É grande a expectativa de agentes em relação ao consumo de carne suína neste início de julho. A queda observada nos preços até a semana passada foi interrompida em várias regiões acompanhadas pelo Cepea. De 24 de junho a 1° de julho, o valor do suíno vivo subiu 0,8% na região de SP-5 (Campinas, Sorocaba, Bragança Paulista, Piracicaba e São Paulo), comercializado a R$ 2,60/kg na quinta-feira, 1°. No acumulado de junho, no entanto, a queda foi de 2,9% na mesma região. Para a carne negociada no atacado de São Paulo (capital), houve ligeira queda de 0,4% para a carcaça comum e de 2% para a especial no acumulado de junho. (Fonte: Cepea –
www.cepea.esalq.usp.br )
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7/04/2010 07:08:00 PM
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CAFÉ: Nova safra alcança pelo menos R$ 300/sc em todas as praças
O patamar elevado das cotações internacionais de café arábica tem impulsionado os preços também no mercado brasileiro. O grão de melhor qualidade da nova safra (2010/11) tem sido negociado acima dos R$ 300,00/saca de 60 kg em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Dependendo da catação e do local de origem, os fechamentos alcançam R$ 320,00 ou R$ 330,00/sc. Mesmo os lotes com mais de 25% de catação têm conseguido preços mais firmes.
Em regiões tradicionais na oferta de café de maior qualidade, como o Cerrado e Sul de Minas Gerais, bem como a Mogiana Paulista, os pedidos atuais de produtores estão em torno de R$ 320,00/saca para os melhores grãos – boa bebida, bom tipo, boa cor e menor catação. No mesmo período do ano passado, os preços não passavam de R$ 260,00/saca. (Fonte: Cepea –
www.cepea.esalq.usp.br )
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Valdecir José Pinto
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7/04/2010 07:06:00 PM
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Setor agropecuário se mobiliza para a aprovação do novo Código Florestal
O setor agropecuário brasileiro será representado por cerca de 600 produtores rurais que chegarão a Brasília na próxima segunda-feira (5/7) para participar do movimento “Preservar e Produzir”. O objetivo é acompanhar, nos dias 5 e 6 de julho, as reuniões de discussão e votação do novo Código Florestal Brasileiro, cujo parecer tem como relator o deputado Aldo Rebelo (PCDB/SP), na Câmara dos Deputados. Os produtores farão uma mobilização a fim de mostrar à sociedade e aos parlamentares a necessidade da aprovação de uma nova legislação ambiental para o país e, ainda, sensibilizá-la quanto à dimensão do problema enfrentado pelos produtores.
Durante a mobilização, produtores contarão suas histórias, necessidades, ameaças e preocupações que tem sofrido, principalmente, após o ano de 2008, quando o governo federal publicou os decretos nº 6.514, 6.686 e 6.695, regulamentando a lei nº 4.771/65 (Código Florestal). Essas normativas fixam prazos para a recomposição da vegetação natural nas Reservas Legais, multas, e penalidades pesadas aos produtores.
Desde então, os proprietários de terras estão sujeitos à advertência, apreensão, destruição ou inutilização de produtos agropecuários; suspensão parcial ou total das atividades; além de perderem a capacidade de produção das propriedades ou terem suas terras desvalorizadas ou anexadas a outras maiores.
Inicialmente, o prazo para a regularização das áreas de Reserva Legal (principal impasse), dado pelo governo federal aos produtores rurais, foi de 18 meses (até o dia 11 de dezembro de 2009). Neste prazo, todos os produtores deveriam averbar a Reserva Legal (20%) de suas propriedades. A ação é considerada complexa pelos agricultores por exigir o georreferenciamento da propriedade, com a anuência explícita dos proprietários vizinhos, e dispendiosa porque o custo do procedimento é, no mínimo, de R$ 5 mil.
Com a publicação dos decretos pelo governo federal, os integrantes das frentes parlamentares da Agropecuária (FPA) e do Cooperativismo (Frencoop) se mobilizaram em busca de uma solução que contemplasse uma conversa prévia com o setor produtivo. A iniciativa teve como primeiro resultado a publicação, no dia 11 de dezembro de 2009, de um novo decreto (nº 7.029) que prorrogou para junho de 2011 a averbação da Reserva Legal, entretanto, não flexibilizou o procedimento.
O movimento “Preservar e produzir” vem chamar a atenção para essa questão e mostrar que o produtor rural, por ter a terra como sua morada e sustento, é o maior interessado na preservação do meio ambiente. O setor produtivo defende a modernização do Código Florestal, amparada numa conjuntura de produção agrícola moderna e eficiente.
SERVIÇO:
Mobilização “Preservar e Produzir”
O Campo quer plantar e proteger o meio ambiente
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70744
Postado por
Valdecir José Pinto
às
7/04/2010 06:58:00 PM
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