Mesmo com forte queda de hoje em Chicago, soja mantém prêmios acima da media dos últimos anos. Isso se deve pela pouca oferta que ocorre no Porto de Paranaguá, que segundo alguns analistas se da pelo fato dos produtores já terem comercializadas praticamente toda a soja.
Outros fatores que fazem com que a commoditie se mantenha aos atuais patamares de preço se devem ao clima. Estamos diante de uma grande safra americana e a espectativa de aumento das áreas cultivadas de soja na America do sul para o proximo plantio. Outro fator que tem deixado algumas desconfianças no mercado é a analise de alguns analistas, principalmente americanos baseada na produção mundial. O que tem acontecido é uma grande demanda mundial liderada pelas importações Chinesas e que é pouco considerada neste momento.
Os estoques de passagens têm sido considerados altos, mas em uma analise simples percebe-se que os prêmios têm se mantidos altos no exemplo de Paranaguá. ”O que se percebe é que alguma coisa não esta certa, ou temos estoques altos e a oferta é maior que a demanda, ocasionando conseqüentemente prêmios negativos, ou os estoques estão abaixo dos informados e os prêmios tem se mantidos altos pela pouca oferta”.
O cenário para soja é de uma supersafra mundial e o produtor não deverá esperar por grandes mudanças e deixar de garantir os atuais preços. Com a atual situação que os preços da soja se encontram já deixa uma boa margem de lucro e não a motivos para o produtor ariscar tanto. Com o custo aproximado de R$550,00 por hectare sem o custo das maquinas vimos ai uma oportunidade para o produtor.
Mas qual a dica para os produtores de soja? O que deve ser feito nesta turbulência de informações no mercado é buscar do preço médio. A orientação é que o produtor vá fixando uma parcela de sua produção nos atuais patamares.
Neste caso o hedge é uma das opções mais seguras de garantia de preços, basta o produtor procurar um corretor e solicitar uma opção tanto de compra como de venda.
Por: Valdecir Jose Pinto Bacharel em Administração de Empresa - UNIUV
Especialista em Agronegócio - UFPR
BOAS VINDAS
SEJAM BEM VINDOS AO BLOG DE
VALDECIR JOSE PINTO
OBRIGADO PELA VISITA.
VALDECIR JOSE PINTO
OBRIGADO PELA VISITA.
quinta-feira, junho 24, 2010
MILHO:CONAB CONFIRMA 970 MIL T E MESMOS PREMIOS NO LEILÃO DE PEP DE 01/07
MILHO:
O aviso tem novo número - agora 152 - mas a oferta e os prêmios repetem o aviso anterior (126). No total, serão ofertadas 970 mil toneladas distribuídas em 12 lotes com origem no Distrito Federal/Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná.
O lote 1, com origem no Distrito Federal/Goiás oferta 130 mil toneladas e tem prêmio de R$ 0,082 por quilo.
O lote 2, com origem em Minas Gerais, oferta 70 mil toneladas e tem prêmio de R$ 0,077 por quilo.
Para o lote 3, com origem na região 1 de Mato Grosso do Sul, serão ofertadas 10 mil toneladas, com prêmio de R$ 0,092 quilo.
O lote 4, com origem na região 2 de Mato Grosso do Sul, oferta 40 mil toneladas, com prêmio de R$ 0,077 por quilo.
Para o lote 5, com origem na região 1 de Mato Grosso, serão ofertadas 175 mil toneladas, com prêmio de R$ 0,114 por quilo.
O lote 6, com origem na região 2 de Mato Grosso, terá oferta de 125 mil toneladas, com prêmio de R$ 0,104 por quilo.
O lote 7, com origem na região 3 de Mato Grosso, oferta 70 mil toneladas e tem prêmio de R$ 0,084 por quilo.
Para o lote 8, com origem na região 4 de Mato Grosso, serão ofertadas 100 mil toneladas, com prêmio de R$ 0,094 por quilo.
O lote 9, com origem na região 5 de Mato Grosso, terá oferta de 5 mil toneladas e prêmio inicial de R$ 0,059 por quilo. Esse mesmo valor de prêmio será oferecido no lote 10, com origem na região 6 de Mato Grosso, que oferta 125 mil toneladas.
Para o lote 11, com origem na região 1 do Paraná, a oferta será de 80 mil toneladas, com prêmio de R$ 0,062 por quilo.
No lote 12, serão ofertadas 40 mil toneladas com origem na região 2 do Paraná, com prêmio de R$ 0,042 por quilo.
Conforme a Conab, o produto não poderá ter como destino final os Estados que compõem as Regiões Sul, Sudeste (exceto norte de Minas Gerais e Espírito Santo, para onde o escoamento será permitido) e Centro Oeste, e os Estados da Bahia, Maranhão, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins.
O leilão de PEP do último dia 17 negociou 911,042 mil toneladas de um total de 1 milhão de toneladas ofertadas, o equivalente a 91,1%. (VA/AB/JL)
Fonte: SAFRAS & MERCADOS
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/24/2010 07:06:00 PM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
MILHO: IMEA APONTA COMERCIALIZAÇÃO DE 26,4% PARA 2A.SAFRA EM MATO GROSSO
SAFRAS (23) - O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária-IMEA,
aponta comercialização de 26,4% para o milho segunda safra de Mato Grosso
(2009/10), de produção estimada em 8,383 milhões de toneladas.
O levantamento abrange sete regiões. O médio-norte do estado, que responde
por cerca de metade da produção da segunda safra (4,151 milhões de toneladas)
tem comercialização estimada em 28,9%. Já o sudeste, com produção de 1,778
milhão de toneladas - a segunda maior do estado - tem 21,5% da produção
comercializada até o momento.
No ano passado em igual período a comercialização da safra de milho (2008/09)
em Mato Grosso atingia 28,9%.
Por Vanda Araújo/vanda@safras.com.br
Fonte: SAFRAS & MERCADOS
aponta comercialização de 26,4% para o milho segunda safra de Mato Grosso
(2009/10), de produção estimada em 8,383 milhões de toneladas.
O levantamento abrange sete regiões. O médio-norte do estado, que responde
por cerca de metade da produção da segunda safra (4,151 milhões de toneladas)
tem comercialização estimada em 28,9%. Já o sudeste, com produção de 1,778
milhão de toneladas - a segunda maior do estado - tem 21,5% da produção
comercializada até o momento.
No ano passado em igual período a comercialização da safra de milho (2008/09)
em Mato Grosso atingia 28,9%.
Por Vanda Araújo/vanda@safras.com.br
Fonte: SAFRAS & MERCADOS
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/24/2010 07:20:00 AM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Contratos futuros do milho encerraram o pregão em baixa na bolsa de Chicago
Os contratos futuros do milho encerraram o pregão de ontem(22) em baixa na bolsa de Chicago. Segundo analistas ouvidos pela agência Dow Jones, a cotação foi pressionada pelas condições favoráveis do clima.
Os serviços de meteorologia afastaram possibilidades de novas tempestades, como as que assolaram o cinturão verde dos EUA nos últimos dias. O mercado também foi influenciado por fatores técnicos, com fundos vendendo seis mil contratos. Com isso, os papéis com vencimento em setembro encerraram a US$ 3,61 por bushel, um recuo diário de 3,25 centavos de dólar.
No mercado interno, a saca de 60 quilos do milho ficou em R$ 19,21, com recuo diário de 0,8%, segundo o Esalq/BM&FBovespa. No mês, a commodity acumula queda de 0,91%.
Os serviços de meteorologia afastaram possibilidades de novas tempestades, como as que assolaram o cinturão verde dos EUA nos últimos dias. O mercado também foi influenciado por fatores técnicos, com fundos vendendo seis mil contratos. Com isso, os papéis com vencimento em setembro encerraram a US$ 3,61 por bushel, um recuo diário de 3,25 centavos de dólar.
No mercado interno, a saca de 60 quilos do milho ficou em R$ 19,21, com recuo diário de 0,8%, segundo o Esalq/BM&FBovespa. No mês, a commodity acumula queda de 0,91%.
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/24/2010 07:17:00 AM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, junho 23, 2010
Parará dobra a produção na safrinha
O plantio de 106,8 mil hectares deve render ao Paraná 182,1 mil toneladas de soja na segunda safra de 2009/10, conhecida como safrinha. O volume se soma às 13,9 milhões de toneladas produzidas na safra de verão, segundo a Expedição Safra RPC. Apesar da pouca representatividade na produção total do estado, a safrinha de 2010 cresceu 75% em área e mais de 100% em volume.
Em tese, por conta do vazio sanitário, que teve início no dia 15 de junho, a colheita já deve ter sido encerrada. A maior produção de invernoaumenta a pressão sobre as cotações. A produtor recebe entre R$ 32 e R$ 33 a saca, na média Paraná, preço apurado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria Estadual da Agricultura (Seab).
Dirceu Portugal/Gazeta do Povo
Publicado em 22/06/2010
http://www.gazetadopovo.com.br/caminhosdocampo/conteudo.phtml?tl=1&id=1016623&tit=PR-dobra-a-producao-na-safrinha
Em tese, por conta do vazio sanitário, que teve início no dia 15 de junho, a colheita já deve ter sido encerrada. A maior produção de invernoaumenta a pressão sobre as cotações. A produtor recebe entre R$ 32 e R$ 33 a saca, na média Paraná, preço apurado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria Estadual da Agricultura (Seab).
Dirceu Portugal/Gazeta do Povo
Publicado em 22/06/2010
http://www.gazetadopovo.com.br/caminhosdocampo/conteudo.phtml?tl=1&id=1016623&tit=PR-dobra-a-producao-na-safrinha
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/23/2010 09:15:00 PM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Anvisa encontra agrotóxicos de alto risco para saúde humana em quase 30% de amostras analisadas
Pimentão, uva, pepino e morango são as culturas mais contaminadas
Atualizada às 20h45min
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta quarta, dia 23, dados que mostram que várias culturas agrícolas brasileiras utilizam agrotóxicos de alto risco para a saúde humana.
De acordo com levantamento do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), em 15 das 20 culturas analisadas foram encontradas substâncias que estão em processo de reavaliação toxicológica na Anvisa devido aos seus efeitos negativos na saúde das pessoas.
– Encontramos agrotóxicos, que estamos reavaliando, em culturas para os quais não estão autorizados, o que aumenta o risco tanto para a saúde dos trabalhadores rurais como dos consumidores – afirmou o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, por meio de nota.
Ao todo, das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e/ou ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura. Pimentão, com 80% das amostras insatisfatórias; uva, com 56,4%; pepino, com 54,8%, e morango com 50,8%, foram as culturas mais problemáticas. O melhor resultado foi o da batata, com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.
Segundo a Anvisa, as reavaliações toxicológicas são feitas sempre que há algum alerta nacional ou internacional sobre o perigo dessas substâncias para a saúde humana. Apesar de serem utilizadas em muitas plantações brasileiras, outros mercados não aceitam resíduos de muitos agrotóxicos e, por isso, eles não entram nas áreas de produção para exportação.
Algumas das substâncias que estão sendo reavaliadas, como endossulfan, acefato e metamidofós, já foram proibidas em vários países, mas estavam presentes em muitas das amostras coletadas.
– São ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer – afirmou Barbano.
AGÊNCIA BRASIL
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/23/2010 08:49:00 PM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
terça-feira, junho 22, 2010
Seguro Rural Para o Trigo
TRIGO
GOVERNO E SEGURADORA FIRMAM CONTRATO PARA SEGURO RURAL NO PR
SAFRAS (22) -
SAFRAS (22) -
O governo do Paraná e a Companhia de Seguros Aliança do Brasil, do Banco do Brasil, assinaram novo contrato para o programa de subvenção ao prêmio do seguro rural para o trigo, válido para a safra 2010. Conforme o acordo, firmado nesta terça-feira (22), durante a Escola de Governo, estão assegurados R$ 3,5 milhões da Agência de Fomento do Paraná, informou a Secretaria de Agricultura do Estado. Assinaram o contrato o secretário chefe da Casa Civil, Ney Caldas, o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Erikson Camargo Chandoha, o superintendente estadual do Banco do Brasil, Paulo Roberto Meinerz, o diretor
técnico da Companhia de Seguros Aliança do Brasil, Wady José Mourão Cury, e o presidente da Agência de Fomento do Paraná, Murilo Schimidt. Chandoha destacou que o credenciamento está aberto para outras seguradoras interessadas em fazer essa parceria com o governo do Paraná. Este contrato foi apenas o primeiro, disse o secretário. Esta semana, também está sendo contratada a seguradora UBF Seguros. Já retiraram o editado de credenciamento
também a Allianz Seguros e a Nobre Seguradora do Brasil, que estão em fase de apresentação de documentação para credenciamento e posterior contratação. O Paraná é o maior produtor de trigo do País e estima para a safra deste ano 2,96 milhões de toneladas, volume equivalente a 57% da produção nacional do grão.
técnico da Companhia de Seguros Aliança do Brasil, Wady José Mourão Cury, e o presidente da Agência de Fomento do Paraná, Murilo Schimidt. Chandoha destacou que o credenciamento está aberto para outras seguradoras interessadas em fazer essa parceria com o governo do Paraná. Este contrato foi apenas o primeiro, disse o secretário. Esta semana, também está sendo contratada a seguradora UBF Seguros. Já retiraram o editado de credenciamento
também a Allianz Seguros e a Nobre Seguradora do Brasil, que estão em fase de apresentação de documentação para credenciamento e posterior contratação. O Paraná é o maior produtor de trigo do País e estima para a safra deste ano 2,96 milhões de toneladas, volume equivalente a 57% da produção nacional do grão.
O Estado é pioneiro em fazer a subvenção ao prêmio do seguro do trigo e é o único que mantém esse programa, que reduz custos da produção para melhorar a margem dos triticultores. O programa incentiva a produção de trigo de classe superior, contribuindo para o País reduzir gastos com importação e custos com renegociações de dívidas com perdas do trigo em decorrência de eventos climáticos como seca, geada, excesso de chuvas, granizo e ventos fortes.
INDENIZAÇÕES Segundo o secretário da Agricultura, o Paraná pagou R$ 2,4 milhões em indenizações da lavoura plantada no ano passado, que beneficiaram 1.600 produtores. Com o dinheiro da subvenção ao prêmio, eles saldaram os financiamentos de custeio das lavouras. Chandoha salientou que terá acesso à subvenção estadual ao prêmio do trigo os triticultores que formalizarem os contratos de seguro também a nível federal. Chandoha explicou que a subvenção ao prêmio do seguro do trigo do governo do Paraná complementa a subvenção do governo federal, que é de 70%. O governo estadual concede 15% e estende a subvenção para mais 15% para quem tem o trigo irrigado, totalizando 100% de subvenção ao prêmio do seguro para os produtores paranaenses. O produtor que já se beneficia do Programa de Irrigação Noturna (PIN) pode também se beneficiar da totalidade da subvenção, acrescentou. (VA)
Fonte:
Fonte:
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/22/2010 08:24:00 PM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
22/06 = 15:10 horas - AGRONEGÓCIO:
APESAR DA ENTRESSAFRA, PREÇO DO LEITE DESPENCA EM SC
SAFRAS (22) - A alegria dos criadores durou pouco: os preços do leite ao
produtor que insinuaram uma reação em maio, despencaram e continuam em queda,
levando prejuízos à cadeia produtiva de Santa Catarina. Os produtores amargaram
4,4% de perdas em maio e pelas atuais projeções do Conseleite devem encerrar
junho com nova redução de 5%.
O Conselho Paritário Criador/Indústria de SC (Conseleite) esteve reunido na
última semana e anunciou os valores finais de maio: R$ 0,7234 o litro de leite
acima do padrão, R$ 0,6290 o padrão e R$ 0,5718 abaixo do padrão.
Os valores projetados para junho mantêm essa linha descendente e são de R$
0,6866 para o leite acima do padrão, R$ 0,5970 para o leite padrão e R$ 0,5427
para o produto abaixo do padrão.
A indicação de queda em 5% dos preços de junho preocupa o vice-presidente
da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc),
Nelton Rogério de Souza.
"Estamos tendo prejuízos em plena safra, tradicionalmente o momento em que
o produtor rural recupera os prejuízos do ano com preços compensatórios",
lamenta o dirigente.
A excessiva entrada de leite importado do Mercosul é a causa provável desse
comportamento do mercado. A Faesc e a CNA já solicitaram ao governo federal que
restrinja a importação de lácteos nesse período.
As previsões otimistas de abril/maio foram derrubadas pela evidência do
comportamento do mercado e o que parecia o início de um período de preços firmes
(porque a quantidade captada pela indústria estava 15% menor), tornou-se um
pesadelo. Nem o aquecimento da demanda, com o aumento no poder de compra dos
consumidores da classe C, impediu a queda dos preços.
A Faesc tem estudos que mostram a relação entre a melhoria nos salários e o
aumento no consumo dos produtos lácteos de maior valor agregado, como queijos e
iogurtes.
Com a queda acentuada dos preços do leite, os produtores rurais dedicados à
pecuária leiteira terão dificuldades em honrar seus compromissos. "Essa
situação causa desestímulo e vai se refletir na queda da produção", prevê
Nelton Rogério de Souza. Com informações da assessoria de imprensa da Faesc.
(AB)
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/22/2010 08:14:00 PM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
MILHO: CANCELAMENTO DOS LEILÕES DE QUINTA-FEIRA PEGA MERCADO DE SURPRESA
22/06 - 18:47
Comunicado acontece no final do dia e pega o mercado de surpresa.
Em Goiás, a Federação da Agricultura do Estado - FAEG, disse desconhecer o
motivo do cancelamento e mostrou preocupação com a decisão da Conab. "Se a
situação de mercado já era crítica, quase caótica, ficou pior: o mercado agora,
está apreensivo e o produtor mais preocupado ainda, pois não se sabe quando essa
oferta será retomada", disse Pedro Arantes, economista e analista da FAEG.
Segundo o analista, contatos feitos pela Faeg tão logo a Conab comunicou o
cancelamento apontaram para a necessidade de ajustes na parte tributária, mas
não há maiores detalhes a respeito. Observa que por outro lado, entidades como a
Faeg e CNA vinham pedindo ajustes nos pregões, os quais já estavam em
negociações, mas que isso não seria motivo para travar os leilões.
"Estamos tentando entender o motivo do cancelamento. Foi uma coisa
inesperada, de surpresa. O mercado está apreensivo, até porque o motivo do
cancelamento não ficou claro", enfatiza Arantes. Lembra que a colheita de milho
avança em Goiás e que os preços praticados estão aquém do esperado pelo
produtor. A saca de 60 quilos do cereal está sendo negociada a R$ 12/13,00 de
média contra R$ 17,40 de preço mínimo fixado pelo governo.
Em Curitiba, o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, prevê situação
ainda mais difícil para o mercado interno com a retirada dos leilões.
"Nesse momento, o mercado se mostra ofertado e sem compradores. Havia
esperança nestes leilões para tentar sustentar as expectativas de preços, mas
agora a situação ficou complicada, principalmente porque o mercado não sabe o
porquê do cancelamento".
A Agência SAFRAS tentou repercutir o cancelamento dos leilões junto à
Aprosoja, chegou a fazer contato com a assessoria da Associação, mas o
presidente não foi localizado.
Os leilões de PEP e de Pepro da próxima quinta-feira (24), ofertariam 1,110
milhão de toneladas, das quais 970 mil toneladas de PEP. No comunicado, dirigido
a todas as Suregs, Sufin e Bolsas de Mercadorias, no final da tarde, a Conab
disse que o cancelamento ocorreu "em virtude da necessidade de ajustes de ordem
técnico-operacionais e que oportunamente estará divulgando novas datas para a
realização dos leilões".
(VA)
Fonte:
Por Vanda Araújo/vanda@safras.com.br
www.safras.com.br
Comunicado acontece no final do dia e pega o mercado de surpresa.
Em Goiás, a Federação da Agricultura do Estado - FAEG, disse desconhecer o
motivo do cancelamento e mostrou preocupação com a decisão da Conab. "Se a
situação de mercado já era crítica, quase caótica, ficou pior: o mercado agora,
está apreensivo e o produtor mais preocupado ainda, pois não se sabe quando essa
oferta será retomada", disse Pedro Arantes, economista e analista da FAEG.
Segundo o analista, contatos feitos pela Faeg tão logo a Conab comunicou o
cancelamento apontaram para a necessidade de ajustes na parte tributária, mas
não há maiores detalhes a respeito. Observa que por outro lado, entidades como a
Faeg e CNA vinham pedindo ajustes nos pregões, os quais já estavam em
negociações, mas que isso não seria motivo para travar os leilões.
"Estamos tentando entender o motivo do cancelamento. Foi uma coisa
inesperada, de surpresa. O mercado está apreensivo, até porque o motivo do
cancelamento não ficou claro", enfatiza Arantes. Lembra que a colheita de milho
avança em Goiás e que os preços praticados estão aquém do esperado pelo
produtor. A saca de 60 quilos do cereal está sendo negociada a R$ 12/13,00 de
média contra R$ 17,40 de preço mínimo fixado pelo governo.
Em Curitiba, o analista de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, prevê situação
ainda mais difícil para o mercado interno com a retirada dos leilões.
"Nesse momento, o mercado se mostra ofertado e sem compradores. Havia
esperança nestes leilões para tentar sustentar as expectativas de preços, mas
agora a situação ficou complicada, principalmente porque o mercado não sabe o
porquê do cancelamento".
A Agência SAFRAS tentou repercutir o cancelamento dos leilões junto à
Aprosoja, chegou a fazer contato com a assessoria da Associação, mas o
presidente não foi localizado.
Os leilões de PEP e de Pepro da próxima quinta-feira (24), ofertariam 1,110
milhão de toneladas, das quais 970 mil toneladas de PEP. No comunicado, dirigido
a todas as Suregs, Sufin e Bolsas de Mercadorias, no final da tarde, a Conab
disse que o cancelamento ocorreu "em virtude da necessidade de ajustes de ordem
técnico-operacionais e que oportunamente estará divulgando novas datas para a
realização dos leilões".
(VA)
Fonte:
Por Vanda Araújo/vanda@safras.com.br
www.safras.com.br
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/22/2010 08:06:00 PM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Argentina apresenta dados da colheita de grãos para a safra 2009/2010
Estima-se a produção de 22,7 milhões de toneladas de milho e 54 milhões de toneladas de soja
A colheita de grãos para a temporada 2009/2010 na Argentina chega a sua fase final, segundo dados do Ministério de Agricultura, Pecuária e Pesca do país (Minagri) atualizados até a última quinta, dia 17.
A retirada de milho atingiu 87% da área plantada, com 2,263 milhões de hectares colhidos de um total revisado de 3,397 milhões de hectares. Em igual período do ano passado, a colheita estava 93% concluída. O ministério trabalha com uma expectativa de produção de 22,7 milhões de toneladas na atual safra, superando as 12,6 milhões de toneladas da temporada 2008/2009.
Já a colheita de soja atingiu 99% da extensão prevista, com 18,066 milhões de hectares. Em 2009, no mesmo período, a colheita também estava 99% completa. A expectativa do Minagri é de uma safra de 54 milhões de toneladas do grão.
AGÊNCIA BRASIL
A colheita de grãos para a temporada 2009/2010 na Argentina chega a sua fase final, segundo dados do Ministério de Agricultura, Pecuária e Pesca do país (Minagri) atualizados até a última quinta, dia 17.
A retirada de milho atingiu 87% da área plantada, com 2,263 milhões de hectares colhidos de um total revisado de 3,397 milhões de hectares. Em igual período do ano passado, a colheita estava 93% concluída. O ministério trabalha com uma expectativa de produção de 22,7 milhões de toneladas na atual safra, superando as 12,6 milhões de toneladas da temporada 2008/2009.
Já a colheita de soja atingiu 99% da extensão prevista, com 18,066 milhões de hectares. Em 2009, no mesmo período, a colheita também estava 99% completa. A expectativa do Minagri é de uma safra de 54 milhões de toneladas do grão.
AGÊNCIA BRASIL
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/22/2010 07:31:00 AM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Vendas de fertilizantes ao consumidor crescem 8% em 2010
Acumulado do primeiro quadrimestre registra 5,5 milhões de toneladas
A entrega de fertilizantes ao consumidor final no primeiro quadrimestre deste ano alcançou 5,5 milhões de toneladas. O resultado representa crescimento de 7,8%, em relação ao mesmo período do ano passado, 5,1 milhões de toneladas. Os números foram apresentados, nesta segunda, dia 21, pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), na 47ª reunião ordinária da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, em Brasília.
Entre os destaques das vendas estão as regiões Centro-Oeste, responsável por 1,9 milhão de toneladas, e a Sudeste, com 1,5 milhão de toneladas.
Em relação à produção de fertilizantes, o acumulado de janeiro a abril deste ano foi de 2,7 milhões de toneladas, contra 2,2 milhões de toneladas em 2009. Já as importações, no período, registraram 3,5 milhões de toneladas.
Os dados revelam ainda um aumento de mais de 133% na importação de defensivos. Segundo o governo a alta acompanha o aumento na produtividade.
— Para manter o nível de estoque de compensação você precisa importar, não é nada que assuste, mas existe uma demanda crescente evidentemente — disse o presidente da Câmara de Insumos Agropecuários do Ministério da Agricultura, Cristiano Walter Simon.
O Ministério da Agricultura deve analisar a criação de conselhos regionais de orientação aos produtores de culturas que contam com poucos agrotóxicos registrados. É o caso de flores, hortaliças e leguminosas. A idéia é acelerar a liberação de novos produtos.
— O Ministério da Agricultura se sente com pouco subsídio para poder tomar decisões para os pequenos produtores. A intenção é ter o subsídio dos melhores técnicos possível, seja em extensão ou pesquisa, das empresas e os agricultores e suas associações numa discussão local para saber o que ele precisam — coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Luís Rangel disse o coordenador-geral de Agrotóxicos do Ministério da Agricultura, Luís Rangel.
Calcário
No mercado de calcário, a expectativa do setor é de que a produção chegue a 21,2 milhões de toneladas, sendo 4,4 milhões de toneladas do Paraná, quatro milhões de toneladas de Minas Gerais e três milhões de toneladas de Mato Grosso.
Pequenas Culturas
Na reunião, Luís Rangel ressaltou a importância da criação de conselhos regionais de suporte fitossanitário nos Estados e de uma comissão nacional para contribuir com informações sobre o registro de defensivos para pequenas culturas (Minor Crops). Para isso, serão avaliadas questões de segurança, eficiência e viabilidade.
— Com esses profissionais, envolvendo produtores, representantes da fiscalização estadual, empresas, extensão rural, pesquisadores e órgãos públicos, pretendemos atender 95% das demandas do setor — enfatizou.
A Câmara Temática de Insumos Agropecuários encaminhará minuta ao ministro da Agricultura, Wagner Rossi, sugerindo a criação desses conselhos.
AGÊNCIA ESTADO E CANAL RURAL
A entrega de fertilizantes ao consumidor final no primeiro quadrimestre deste ano alcançou 5,5 milhões de toneladas. O resultado representa crescimento de 7,8%, em relação ao mesmo período do ano passado, 5,1 milhões de toneladas. Os números foram apresentados, nesta segunda, dia 21, pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), na 47ª reunião ordinária da Câmara Temática de Insumos Agropecuários, em Brasília.
Entre os destaques das vendas estão as regiões Centro-Oeste, responsável por 1,9 milhão de toneladas, e a Sudeste, com 1,5 milhão de toneladas.
Em relação à produção de fertilizantes, o acumulado de janeiro a abril deste ano foi de 2,7 milhões de toneladas, contra 2,2 milhões de toneladas em 2009. Já as importações, no período, registraram 3,5 milhões de toneladas.
Os dados revelam ainda um aumento de mais de 133% na importação de defensivos. Segundo o governo a alta acompanha o aumento na produtividade.
— Para manter o nível de estoque de compensação você precisa importar, não é nada que assuste, mas existe uma demanda crescente evidentemente — disse o presidente da Câmara de Insumos Agropecuários do Ministério da Agricultura, Cristiano Walter Simon.
O Ministério da Agricultura deve analisar a criação de conselhos regionais de orientação aos produtores de culturas que contam com poucos agrotóxicos registrados. É o caso de flores, hortaliças e leguminosas. A idéia é acelerar a liberação de novos produtos.
— O Ministério da Agricultura se sente com pouco subsídio para poder tomar decisões para os pequenos produtores. A intenção é ter o subsídio dos melhores técnicos possível, seja em extensão ou pesquisa, das empresas e os agricultores e suas associações numa discussão local para saber o que ele precisam — coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Luís Rangel disse o coordenador-geral de Agrotóxicos do Ministério da Agricultura, Luís Rangel.
Calcário
No mercado de calcário, a expectativa do setor é de que a produção chegue a 21,2 milhões de toneladas, sendo 4,4 milhões de toneladas do Paraná, quatro milhões de toneladas de Minas Gerais e três milhões de toneladas de Mato Grosso.
Pequenas Culturas
Na reunião, Luís Rangel ressaltou a importância da criação de conselhos regionais de suporte fitossanitário nos Estados e de uma comissão nacional para contribuir com informações sobre o registro de defensivos para pequenas culturas (Minor Crops). Para isso, serão avaliadas questões de segurança, eficiência e viabilidade.
— Com esses profissionais, envolvendo produtores, representantes da fiscalização estadual, empresas, extensão rural, pesquisadores e órgãos públicos, pretendemos atender 95% das demandas do setor — enfatizou.
A Câmara Temática de Insumos Agropecuários encaminhará minuta ao ministro da Agricultura, Wagner Rossi, sugerindo a criação desses conselhos.
AGÊNCIA ESTADO E CANAL RURAL
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/22/2010 07:26:00 AM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
SUÍNOS: Cotações seguem em níveis baixos
O clima mais frio, que usualmente estimula o consumo da carne suína, não tem influenciado as cotações do setor. De acordo com agentes consultados pelo Cepea, a relativa estabilidade dos preços do suíno vivo e da carne em níveis baixos não deve ser atribuída ao excesso de oferta. Para os vendedores, o problema seria a baixa demanda.
Em boa parte das praças pesquisadas pelo Cepea, nos últimos dias, há poucas variações nos preços do vivo e da carcaça comum. Além disso, a relação de troca de carne por milho piorou para o suinocultor paulista. Em Campinas (SP), nos patamares atuais, cerca de 8 quilos de milho podem ser adquiridos com o equivalente a 1 quilo de suíno vivo. A relação é 11% menor que a de um ano atrás.
A queda no preço do farelo de soja, no entanto, favoreceu o poder de compra do suinocultor daquela região. Em um ano, a melhora é de quase 43%, com 1 quilo de vivo equivalendo, agora, a 4,48 quilos de farelo.
(Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
Em boa parte das praças pesquisadas pelo Cepea, nos últimos dias, há poucas variações nos preços do vivo e da carcaça comum. Além disso, a relação de troca de carne por milho piorou para o suinocultor paulista. Em Campinas (SP), nos patamares atuais, cerca de 8 quilos de milho podem ser adquiridos com o equivalente a 1 quilo de suíno vivo. A relação é 11% menor que a de um ano atrás.
A queda no preço do farelo de soja, no entanto, favoreceu o poder de compra do suinocultor daquela região. Em um ano, a melhora é de quase 43%, com 1 quilo de vivo equivalendo, agora, a 4,48 quilos de farelo.
(Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/22/2010 07:22:00 AM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
SOJA: Aumentam negócios para exportação
As negociações de soja para exportação estiveram mais aquecidas na semana passada. O Indicador CEPEA/ESALQ (média de cinco regiões do Paraná) da soja em grão aumentou 1,83% no período, fechando a R$ 36,04/saca de 60 kg, na sexta, 18.
Já no mercado interno, a comercialização entre empresas seguiram lentas. Produtores se mantêm retraídos, aguardando preços maiores para voltar a negociar; cooperativas e tradings, por sua vez, priorizam o escoamento do produto com vistas a liberar espaço para o milho que está sendo colhido.
(Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
Já no mercado interno, a comercialização entre empresas seguiram lentas. Produtores se mantêm retraídos, aguardando preços maiores para voltar a negociar; cooperativas e tradings, por sua vez, priorizam o escoamento do produto com vistas a liberar espaço para o milho que está sendo colhido.
(Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br )
Postado por
Valdecir José Pinto
às
6/22/2010 07:20:00 AM
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)