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quinta-feira, outubro 06, 2011

Safra de soja está sob ameaça com previsão de estiagem no Sul, diz Conab

O clima do país durante a safra 2011/2012 será determinante para superar ou não o recorde de 2010/2011, quando se colheu 163 milhões de toneladas de grãos, disse o diretor de Política Agrícola e Informação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Silvio Porto. As condições climáticas preveem chuvas regulares principalmente na região Centro-Oeste e a ocorrência de estiagem no Sul.



Essa estiagem no Sul do país pode prejudicar a produção regional, principalmente, de soja. Com essa hipótese houve um aumento da área plantada de milho de verão no Sul, após três anos seguidos de quedas expressivas, segundo dados da Conab.



De olho em possíveis prejuízos ao produtor, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, José Carlos Vaz, disse que o governo está preocupado na proteção de renda do produtor com a contratação de seguro rural. 'Vamos trabalhar nos próximos meses na construção de mecanismos de proteção de renda para 2011/2012 principalmente na região Sul', explicou.

Fonte: Valor Online

Carnes: Rússia embarga dois frigoríficos de Goiás

A Rússia voltou a impor restrições a frigorificos brasileiros. Dessa vez, o estado penalizado foi Goiás. O anúncio desta semana informa que as plantas SIF 4029, do Mataboi Alimentos, em Santa Fé de Goiás e a SIF 1940, do Minerva S.A., em Palmeiras de Goiás estão proibidas de exportar carnes aos país. A medida entre e m vigor no próximo dia 18 de outubro.

Segundo informações de um técnico ligado à defesa agropecuária, esse tipo de restrição temporária é bastante comum e, por meio de acordos, essas barreiras conseguem ser suspensas. O mais importante agora é colocar em prática os ajustes de conduta para atender às exigências do serviço sanitário da Rússia.

As informações são do Rosselkhoznadzor, o Serviço Federal de Fiscalização Veterinária e Fitossanitária da Rússia.
Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Em Chicago, Grãos realizam lucros com avanço da colheita nos EUA e fecham em queda

Após operar durante o dia todo em alta, a soja fechou mais um pregão em queda nesta quinta-feira na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa acabaram devolvendo partes de seus ganhos por conta do clima favorável nos Estados Unidos que estimula o avanço da colheita no país. O milho fechou com poucas variações e as perdas do trigo foram mais acentuadas.

O clima mais quente e seco na principal região produtora norte-americana previsto anteriormente pela agência Telvent DTN favoreceu a maturação das lavouras tanto de soja quanto de milho.

No Brasil e na Argentina, a chuva que pode chegar em alguns dias deve contribuir para o bom andamento de suas safras e contribuir para essa pressão dos preços.

Não bastasse o clima favorável em importantes países produtores, no final da sessão de hoje, os traders acabaram optando pela realização de lucros, forçando ainda mais o fechamento negativo.

Assim como a soja, o milho também terminou o dia próximo da estabilidade, registrando um recuo bem pouco expressivo. O cereal vinha apresentando um dia de altas, porém, a baixa mais significativa do mercado vizinho do trigo, limitou as altas e acabou até mesmo levando as cotações para o lado negativo da tabela.

A previsão de tempo bom para o trigo nos Estados Unidos foi o principal fator de pressão para as baixas mais severas vistas hoje entre o complexo de grãos. Os agentes, neste caso, também optaram por realizar lucros e acabaram revertendo a tendência de alta do início dos negócios.

Os traders seguem operando com mais cautela na Bolsa de Chicago. Além do mercado de grãos apresentarem uma tendência de novas baixas nos próximos dias, os agentes sentem as expectativas para o próximo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que será divulgado no dia 12.

Pesquisas de agências privadas apontam que o departamento irá reportar um aumento na produção, produtividade e estoques de soja, além de uma diminuição do consumo, dados que poderiam voltar a pressionar o mercado da oleaginosa.