Soja: Direto do corn-bealt americano, a avaliação é de que a safra dos EUA está com bom enchimento de grãos. Mas preços sobem na Bolsa de Chicago com notícias de que a China voltou a comprar mais soja nos Estados Unidos.
Apesar dos problemas climáticos no cinturão de grãos dos EUA, o desenvolvimento das lavouras de soja aponta para uma colheita de super safra, com rendimento de 2 milhões de toneladas. Já o milho preocupa, quando o clima indica rendimentos abaixo do esperado. A entrada desses grãos no mercado deverá pressionar o preço das commodities nas bolsas, mas a demanda internacional sustenta patamares.
Segundo Glauco Monte, consultor da FC Stone que está nos EUA avaliando a formação das vagens, nem mesmo a síndrome da morte súbita da soja, responsável por atingir até 10% das lavouras ocasionada pelo excesso de umidade em Iowa poderá afetar a produtividade americana. Ainda não se sabe a dimensão da doença sobre o volume das produções.
O milho será colhido em maior volume no início, já que os problemas climáticos prejudicam as plantações tardias e, assim como a soja, a entrada dos grãos no mercado devem pressionar as cotações nas bolsas.
Por outro lado, a demanda aquecida pela oleaginosa, principalmente pela China, sustentará patamares mínimos de US$ 9,50 por bushel, uma vez que se mantém crescente. Nesta madrugada, o país comprou mais dois navios de soja americana.
Confira a entrevista completa no link abaixo:
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=74104
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