Nesta segunda-feira, a soja encerrou a sessão diurna na CBOT em alta expressiva. Depois de começar com um forte avanço, perdeu fôlego no final do pregão, mas mesmo assim ainda encerrou com ganhos de dois dígitos.
A oleaginosa vem encontrando sustentação em fatores como a briga por área dos EUA para a safra 11/12 e a necessidade de incentivo ao plantio na América do Sul. Além disso, o clima no Brasil - tempo seco na região Centro-Oeste - e na China - com risco de geadas nos próximos três dias que podem prejudicar a produção local - também mexe com o mercado.
“O clima na China é extremamente importante, particularmente com respeito ao mercado da soja. Qualquer possível quebra de safra, seja em questões de qualidade ou quantidade, aumenta as previsões de que as importações da nação asiática podem ser ligeiramente maiores do que o mercado está esperando”, disse Mathews.
Diferente da soja, o milho não conseguiu sustentar a leve alta que exibiu no pregão noturno e no começo do diurno. O fechamento para o cereal, portanto, ficou em terreno negativo com os preços realizando lucros mesmo diante de preocupações quanto à produtividade das lavouras norte-americanas e o atraso no plantio da safra de grãos de inverno na Rússia
Fonte: Notícias Agrícolas
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