De "cabeça fria", os agentes reavaliaram o forte nervosismo de ontem, quando uma bateria de indicadores abaixo do esperado nos EUA e na China derrubou as Bolsas e pressionou o dólar.
Dessa forma, a taxa de câmbio doméstica virou o semestre com baixa --de 0,38%-- para R$ 1,804, na venda, após oscilar entre R$ 1,807 e R$ 1,790 durante o expediente.
Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,910, em um recuo de 0,52% sobre o fechamento anterior.
Ainda operando, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) cede 0,73%, aos 61.523 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,96 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York cai 0,48%.
Profissionais de mercado lembram que o último dia do mês é marcado pela tradicional disputa entre "comprados" (que ganham com a alta do dólar) e "vendidos" (que ganham com a baixa), numa referência às posições mantidas pelos agentes financeiros em contratos do mercado futuro.
A Ptax (taxa média de câmbio) formada hoje vai servir de referência para a liquidação financeira desses contratos.
Apesar do clima de maior apreensão nos mercados com os últimos desdobramentos da cena externa, analistas do segmento de câmbio afirmam que a cotação da moeda americana tem espaço limitado para subir. E lembram que há expectativa de forte ingresso de recursos com as próximas ofertas de ações no país, a exemplo do Banco do Brasil, que historicamente tem forte participação do capital estrangeiro.
O Banco Central apontou uma saldo negativo de US$ 4,6 bilhões no fluxo cambial do país neste mês, até o dia 25. No acumulado deste ano, o saldo de entradas e saídas de dólares ainda é positivo em US$ 2,999 bilhões, bem acima dos US$ 908 milhões contabilizados em idêntico período de 2009.
Fonte: Folha Online
Dessa forma, a taxa de câmbio doméstica virou o semestre com baixa --de 0,38%-- para R$ 1,804, na venda, após oscilar entre R$ 1,807 e R$ 1,790 durante o expediente.
Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,910, em um recuo de 0,52% sobre o fechamento anterior.
Ainda operando, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) cede 0,73%, aos 61.523 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,96 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York cai 0,48%.
Profissionais de mercado lembram que o último dia do mês é marcado pela tradicional disputa entre "comprados" (que ganham com a alta do dólar) e "vendidos" (que ganham com a baixa), numa referência às posições mantidas pelos agentes financeiros em contratos do mercado futuro.
A Ptax (taxa média de câmbio) formada hoje vai servir de referência para a liquidação financeira desses contratos.
Apesar do clima de maior apreensão nos mercados com os últimos desdobramentos da cena externa, analistas do segmento de câmbio afirmam que a cotação da moeda americana tem espaço limitado para subir. E lembram que há expectativa de forte ingresso de recursos com as próximas ofertas de ações no país, a exemplo do Banco do Brasil, que historicamente tem forte participação do capital estrangeiro.
O Banco Central apontou uma saldo negativo de US$ 4,6 bilhões no fluxo cambial do país neste mês, até o dia 25. No acumulado deste ano, o saldo de entradas e saídas de dólares ainda é positivo em US$ 2,999 bilhões, bem acima dos US$ 908 milhões contabilizados em idêntico período de 2009.
Fonte: Folha Online
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